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Flávia Armond Tibo, cirurgiã dentista referência em harmonização facial, destaca-se na região de Minas Gerais e expande atendimentos à São Paulo

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Flávia Armond Tibo, é graduada em Odontologia com pós graduação em Harmonização Facial. Atualmente, a cirurgiã dentista mora em Mariana/Minas Gerais e está em processo de ampliação dos atendimentos à região de São Paulo, Capital.

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Em seu Instagram, Dra. Flávia já soma mais de 63 mil seguidores, dentre eles muitos pacientes que acompanham e admiram o trabalho de excelência realizado pela cirurgiã dentista no ramo da harmonização facial.

Dentre os inúmeros procedimentos de estética realizados por Dra. Flávia, podemos citar os mais procurados em seu consultório, como aplicação de botox, preenchimentos faciais, bioestimuladores de colágeno, e fios de PDO. As técnicas desenvolvidas por Dra. Flávia promovem o rejuvenescimento e/ou embelezamento, através de métodos que prezam pela naturalidade e leveza no resultado, devolvendo a autoestima e bem estar do paciente.

Em entrevista, Dra. Flávia conta que a paixão pela harmonização facial é antiga, visto que a cirurgiã dentista já usufruía de procedimentos estéticos em si mesma, e desejava transformar a vida de outras pessoas através da harmonização facial. “Para mim, não é um trabalho, é uma paixão! Passo horas dentro do consultório atendendo, e ao final do dia, concluo os atendimentos com a sensação de ter exercido um dom que me foi dado por Deus”, relata Dra. Flávia.

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Perfeccionista e determinada, Dra. Flávia mantém-se em constante atualização profissional, através de cursos e especializações, a fim de buscar o melhor para o paciente. A profissional explica ainda que a dedicação é imprescindível para ter sucesso na área, inclusive ressalta que os cirurgiões dentistas se destacam na área de harmonização facial por terem um conhecimento aprofundado da região de rosto e pescoço, desde a graduação.


Dra. Flávia ressalta que sua fé em Deus é o combustível principal que alimenta e rege todas as áreas de sua vida, e a ação de Deus é o que possibilita tantas bençãos em sua vida pessoal e profissional. “Em um ranking de prioridade e importância, primeiramente Deus; Logo em seguida, minha mãe, que é a pessoa mais importante da minha vida, sendo o meu maior exemplo como mulher e pessoa; E, por último, mas não menos importante, o meu trabalho, pelo qual sou apaixonada!”, explica a empresária.

Quando perguntamos sobre inspiração profissional, Dra. Flávia menciona seus professores. De um modo particular, Prof. Adalberto Vale e Igor Costa Alves, da Clínica Transformando Faces, pelos quais ela cultiva grande admiração, e que a ensinaram grande parte do que sabe e pratica em sua atuação profissional.

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Tanto empenho e dedicação não passaram em branco, e Dra. Flávia já recebeu mais de 4 premiações, em Inconfidentes/Minas Gerais, como Melhor Profissional em Harmonização Facial.

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A cirurgiã dentista trás uma notícia excelente para os que são de São Paulo, Capital: Ela está expandindo os atendimentos para a região! Dra. Flávia agora divide-se entre Minas Gerais e São Paulo.

Por fim, Dra. Flávia deixa uma mensagem de incentivo e motivação para aqueles que desejam seguir a mesma profissão da cirurgiã dentista: “Estude, não aventure-se na área de maneira irresponsável, busque embasamento científico para seus procedimentos e técnicas. A construção de bons relacionamentos e troca de experiências são fundamentais para o crescimento profissional na área. E, acima de tudo, ame o que você faz! Coloque Deus a frente, e todos os planos serão abençoados”, conclui a odontóloga.

Acompanhe o trabalho de Dra. Flávia Armond Tibo,
No Instagram @dra.flavia.armond

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Catadoras de materiais recicláveis protagonizam livro que será lançado em Brasília amanhã (20)

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Foto por Magali Moraes – Divulgação
“Mulheres que Reciclam o Futuro” reúne relatos de catadoras de várias regiões do país e será lançado na Câmara dos Deputados
Histórias de mulheres que encontraram na reciclagem uma forma de sustento, acolhimento e transformação social ganham destaque no livro Mulheres que Reciclam o Futuro, que será lançado amanhã (20), em Brasília. A obra reúne relatos de 25 catadoras de diferentes estados brasileiros, com trajetórias marcadas por coragem, superação e trabalho coletivo em torno do cuidado com o meio ambiente e da preservação.
Lançado no mês em que é celebrado o Dia Mundial da Reciclagem, comemorado em 17 de maio, o livro aborda os desafios enfrentados por essas mulheres, que representam 70% da força de trabalho dos cerca de 800 mil trabalhadores do setor no Brasil, segundo o Movimento Nacional de Catadores e Catadoras de Recicláveis (MNCR), reforçando o papel da reciclagem como motor essencial para a economia e o meio ambiente. Realizada pela Rede Educare, com patrocínio da Novelis via Lei de Incentivo à Cultura, a obra poderá ser baixada gratuitamente no site www.redeeducare.com.br ou adquirida em versão física.

A Novelis, líder mundial em laminação e reciclagem de alumínio, mantém, no Brasil, uma operação que conecta a indústria recicladora dos elos iniciais da cadeia de reciclagem, valorizando e reconhecendo a atuação de cooperativas, catadores e catadoras. “As histórias apresentadas mostram que a reciclagem vai muito além do material, ela transforma vidas. Para a Novelis, é um orgulho apoiar uma iniciativa que reconhece as catadoras como agentes essenciais da preservação ambiental e da criação de um presente e futuro mais sustentável. Juntas, ao lado de mais 800 mil pessoas, elas impulsionam a economia circular no país e transformam resíduos em oportunidade, renda e dignidade”, afirma Eunice Lima, diretora de Comunicação e Relações Governamentais da Novelis América do Sul.

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A escritora Viviane Mansi dá voz às histórias das catadoras brasileiras a partir de uma escuta cuidadosa e de uma escrita sensível, que desconstrói visões simplificadas e estigmatizadas sobre a realidade dessas mulheres, evidenciando que muitas delas foram levadas ao trabalho com resíduos por contextos de vulnerabilidade e encontram nesses espaços fonte de renda, acolhimento e pertencimento. A obra também se expressa na linguagem fotográfica de Magali Moraes, que amplia e aprofunda essas narrativas.

“Muitas vezes, a gente está distante dessa realidade e tem menos empatia simplesmente por não conhecer. O livro tenta fazer essa conexão entre o que se imagina e o que é real, para provocar um olhar mais cuidadoso e empático sobre essas mulheres que, em sua maioria, estão nesse trabalho e, ainda assim, seguem fazendo o melhor que podem com o que têm. É sobre elas e, especialmente, sobre o impacto que a gente gera no mundo e na vida das pessoas ao nosso redor”, afirma a escritora.

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“A reciclagem no Brasil tem rosto de mulher. São elas que, no cotidiano invisível, estruturam a base real da sustentabilidade no país, muito antes de qualquer política pública reconhecer”, destaca a CEO da Rede Educare, Kátia Rocha

Sete filhos criados a partir da reciclagem –  Uma das histórias do livro é a de Aparecida Ferreira de Maria, de Brasília. Filha de catadores, ao enfrentar a maternidade precoce, aos 18 anos, encontrou na catação uma alternativa viável de renda. Hoje, aos 41 anos, e com sete filhos criados com a reciclagem, atua na defesa da valorização dos catadores. “Aqui a gente conversa muito, cada uma conta a sua história, e eu vejo que são mulheres muito guerreiras. Elas chegam com histórias parecidas, de dificuldade, e encontram acolhimento. É um lugar onde a gente se escuta, se apoia e vai seguindo em frente”, destaca.

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Já Dulce Vale, de Goiânia, iniciou na reciclagem aos 40 anos, após perder o emprego como secretária e precisar reorganizar a vida como mãe solo e chefe de família. Atualmente, é presidente da Central e Forte e é uma das principais lideranças do movimento no país. “Quando você é mulher, já existem muitas barreiras para conseguir um trabalho. Aqui na cooperativa, a gente consegue conciliar, conversar, se apoiar. Por isso tem tantas mulheres. Aqui a gente encontra oportunidade e consegue seguir trabalhando, mesmo com as dificuldades do dia a dia”, afirma.

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De acordo com o Anuário da Reciclagem 2024, são mais de 3 mil organizações de catadores mapeadas no país, reunindo mais de 70 mil trabalhadores formalizados em cooperativas. Esse número, no entanto, representa apenas uma parcela da categoria estimada pelo MNCR. Cerca de 800 mil pessoas vivem da atividade no Brasil. Juntos, esses trabalhadores são responsáveis por impulsionar a recuperação de materiais e fortalecer a cadeia da reciclagem no país.

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