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Epreendedorismo

Contadora larga emprego de 20 anos para abrir o próprio negócio

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Tânia Sales, de 48 anos, hoje é referência na área de consultoria e contábil e faz parte de Rede Mulher Empreendedora.

A busca pela autonomia no trabalho e independência financeira tem transformado a vida dos brasileiros. Com isso, o empreendedorismo tem se tornado uma porta de saída para muitos que querem fazer sucesso no mundo dos negócios.

E foi o que aconteceu com Tânia Sales, nascida e criada em Osasco, que hoje sabe qual é a sensação de ser uma referência no mundo empreendedor. Ela resolveu mudar de vida ao largar seu emprego numa empresa de contabilidade, onde ficou por quase 20 anos, para fundar seu próprio empreendimento.

Foi ainda no cargo de liderança na empresa onde trabalhava que Tânia passou a observar oportunidades de desenvolvimento. Foi aí que começou a incentivar sua equipe.

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No entanto, ela também começou a perceber que já não tinha mais espaço para se desenvolver como funcionária. E foi em 2019 que ela criou sua empresa, a Taps Consultoria, que auxilia no desenvolvimento de novos microempreendedores.

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Aos 48 anos, Tânia considera viver a melhor fase da sua vida. A empresária hoje é uma potência na área da consultoria e contabilidade. Ela também possui uma lista extensa de qualificações como Gestão, Contabilidade e Liderança.

“Os movimentos sociais me trouxeram até aqui. Hoje eu sei que esse é meu lugar. Quero poder continuar ajudando pessoas e integrando os sonhos dessas pessoas aos meus. Quando uma mulher evolui, toda uma cadeia se move. Principalmente a mulher preta, que está na parte debaixo da pirâmide”, relatou Tânia.

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Nessa sua trajetória como empreendedor, Tânia já coleciona grandes conquistas. Ela faz parte do Rede Mulher Empreendedora, como uma das embaixadoras e mentora de negócios.

Atualmente, ela também é diretora do CMEC Osasco, conselheira do Conselho da Mulher em Osasco e do Comtur Osasco.

“Eu me entendi como mulher negra depois dos 40 anos. E, a partir daí, vi a necessidade em me destacar de alguma forma. Queria mostrar o meu coletivo para essas lideranças. E consegui esse respeito, esse crédito na sociedade. Ganhei minha autoestima, consegui construir essa rede de mulheres para se potencializar. Isso é fundamental”, ressaltou a empreendedora.

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Fonte: Terra

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Epreendedorismo

Mulheres impulsionam franquias e venda direta na maior rede de chocolates do mundo

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No Brasil, o empreendedorismo feminino é, além de uma escolha de carreira, um motor de transformação social e econômica. Segundo dados do Sebrae e do IBGE, cerca de 49% das mulheres empreendedoras no país são chefes de domicílio, assumindo a responsabilidade principal pelo sustento de seus lares. Esse movimento é percebido, principalmente na venda direta, um setor onde 60% dos profissionais são mulheres, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Na Cacau Show, essas estatísticas ganham rosto e voz com trajetórias que conectam a revenda porta a porta ao comando de grandes operações franqueadas.
Um grande exemplo dessa evolução é a empresária Juliana Cortezia, hoje à frente de quatro operações no Mato Grosso. Sua história com a marca começou há 14 anos, em uma pequena loja no modelo “marfim” (padrão visual clássico da rede na época) em Lucas do Rio Verde e acompanhou toda a modernização da marca até chegar ao conceito imersivo da Super Store.
Aos 20 anos, recém-formada em Gastronomia, ela contou com o apoio da mãe como sócia para abrir a franquia. Longe de se acomodar, Juliana buscou na educação a base para sua liderança: graduou-se também em Direito para se especializar na gestão do negócio. O que começou com apenas ela e mais uma funcionária, transformou-se em uma estrutura que hoje emprega 19 colaboradores.
Atualmente, ela administra duas lojas em Sorriso e duas em Lucas do Rio Verde, incluindo uma Super Store (formato de grande porte, com cafeteria e gelateria). Juliana também foi pioneira: muito antes de a Cacau Show formalizar o canal de venda direta, ela já vislumbrava o potencial da revenda, oferecendo descontos para parceiros que levavam os produtos para cidades do interior onde a marca ainda não chegava.
A visão estratégica de Juliana se reflete em todo o ecossistema da marca, especialmente nos 240 mil revendedores que atuam em todo o país. Em Prado Ferreira (PR), Deisiane Couto de Souza provou que o tamanho da cidade não limita o sucesso, alcançando o topo do ranking nacional de vendas. Já em Belém do São Francisco (PE), a professora Cheila Lúcia Alves Gomes encontrou na revenda um caminho de superação após enfrentar problemas de saúde, conquistando independência financeira e autonomia.
A força feminina na Cacau Show se manifesta em todas as escalas, seja no lucro que financia um projeto social de música, como faz a revendedora Joyce Gabrielly em Minas Gerais, ou na conclusão de uma segunda graduação, como no caso de Bianca dos Santos, no Paraná.
Para a marca, onde mais de 90% das 4.700 lojas são franquias, o sucesso de mulheres como Juliana e de milhares de revendedoras reflete o compromisso de oferecer oportunidades que potencializam a liderança e o impacto social em cada região do Brasil.

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