Epreendedorismo
“É inaceitável que uma mulher receba menos do que um homem”, diz Luiza Helena Trajano, do Magalu
Luiza Trajano: “Meu compromisso é com o Mulheres do Brasil, grupo apartidário que reúne mais de 120 mil personalidades femininas em todo o mundo” (Crédito:©andre lessa)
Luiza Helena Trajano é uma das mulheres mais poderosas do Brasil, mas não se identifica com esse rótulo e nem acredita que o seja, embora tenha sido reconhecida como personalidade do ano de 2020 pela Câmara do Comércio Brasil-Estados Unidos. Além de presidir o Conselho de Administração de uma das maiores empresas de varejo do País, o Magazine Luiza, ela lidera o grupo Mulheres do Brasil, que conta com a participação de mais de 120 mil personalidades femininas de diversas áreas. Mesmo diante das crises mais desafiadoras, ela se recusa a retrair seus negócios. Toda essa agitação tem gerado especulações sobre suas possíveis aspirações políticas, algo que ela nega. Embora seja apaixonada por política, considera-se apartidária e uma fervorosa defensora do Brasil. Sem dúvida, ela é uma das vozes mais influentes do empreendedorismo feminino e não nega suas origens, pelo contrário, tem muito orgulho de suas raízes interioranas. Apesar de ter concluído o curso de Direito, optou por se dedicar ao comércio, transformando a pequena loja da família em um império com mais de mil lojas físicas e líder no comércio online. Atualmente, o grupo emprega mais de 40 mil funcionários, que ela se comprometeu a manter mesmo durante a pandemia ao aderir ao programa Não Demita. Além de defender a diversidade e a inclusão social, ela inovou ao lançar um programa de trainees exclusivo para jovens negros.
A sra. já fez parte das líderes empresariais mais influentes do Brasil, sendo reconhecida como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. O que representou essa conquista?
Nunca planejei nada, mas sempre tive muita disposição de trabalhar, como sociedade civil, pela melhoria de nosso país. Acredito que esses reconhecimentos que só aumentam a minha responsabilidade, acabam vindo desse envolvimento.
Qual é o seu posicionamento em relação à política brasileira?
Todos nós somos políticos, e acredito que temos de atuar na política por meio de movimentos da sociedade organizada para não só reclamar de algo, mas também trabalhar por aquilo que acreditamos e melhorar o que achamos que não está certo. Quanto maior a participação de todos os segmentos, melhor a política, e existem caminhos para isso. É necessário buscar movimentos que nos representem e trabalhar neles.

Como a senhora avalia a situação econômica do Brasil, especialmente diante dos desafios relacionados à inflação e ao desemprego?
Estamos sentindo melhora em todos os índices. A inflação está estabilizada, o que não justifica juros tão altos. Eles estão caindo, e espero que continuem caindo. O desemprego tem apresentado sinais de melhora, e acredito que, agora, mais crédito deveria ser injetado, especialmente nas pequenas empresas, que são as grandes geradoras de emprego. O Índice Antecedente de Vendas (IAV), produzido pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo, apresenta previsão de crescimento de 6% em março, 4,5% em abril e 4,9% em maio.
Quais reformas você considera mais urgentes para o País?
A Reforma Tributária, enfim, foi encaminhada, e acredito que alguns ajustes devem ser feitos, pois sua implantação é a longo prazo, mas é preciso discutir novas reformas, como a política e a administrativa, entre outras, até pela necessidade de modernização do Estado, pois todas podem ajudar a diminuir a desigualdade social.
Como a sra. vê a Reforma Tributária aprovada pelo Congresso?
Foi um passo importante, mas ainda haverá um longo processo de implantação e existem muitos pontos que, tenho certeza, serão discutidos e amarrados com estados e municípios. Há muito tempo eu participava de reuniões sobre a necessidade da Reforma Tributária, mas nada era feito, agora avançamos.
Quais são seus compromissos político e social fora da estrutura partidária, especialmente em relação ao papel das mulheres na política brasileira?
Meu compromisso é por meio do Mulheres do Brasil, grupo apartidário que reúne mais de 120 mil mulheres em todo o país e no exterior. Estamos iniciando uma campanha que luta pelo aumento da representatividade das mulheres na política e queremos nos mobilizar para alcançarmos 50% de ocupação por mulheres nas próximas eleições. Não é só ter 50% de candidatas, mas termos, de fato, metade das cadeiras no Executivo, Legislativo e no Judiciário, já que somos mais da metade da população. E isso não é ser contra os homens, é termos a equidade nos poderes de decisão do país.
Como a sra vê a importância da presença feminina no governo?
Não tem como criar políticas públicas para a população sem mulheres totalmente envolvidas no processo, por isso insistimos tanto no aumento de representatividade. As mulheres fazem a diferença na gestão. Já é comprovado que empresas com políticas de equidade conseguem mais resultados, e isso quem pesquisou foi a Bolsa de Valores. Na administração pública é a mesma coisa: mulheres têm uma visão diferenciada para os problemas e criatividade nas soluções.
Como a crise das Lojas Americanas afetou a sua empresa?
Toda crise, em qualquer empresa, nos deixa muito tristes, pois afeta todo o varejo e é muito ruim para o mercado.
Sua tia, Luiza Trajano Donato, faleceu recentemente. Qual é a influência dela, na sua trajetória?
Total, eu ainda estou muito abalada. Minha tia Luiza foi uma empreendedora inigualável, que comprou uma lojinha no centro de Franca, bem em frente onde trabalhava como balconista, e sem dinheiro para pagar a segunda prestação. Ela deixa um grande legado que faz parte da cultura do Magazine Luiza hoje e sempre, de dedicação aos clientes, de valorização do trabalho e de enfrentamento de crises. Tenho certeza de que ela teve uma vida plena e feliz.
A sra. gosta de ter influência política?
Eu acredito que as políticas públicas são o que realmente transformam um país. Você pode fazer a diferença por meio de instituição, ONG ou qualquer outra iniciativa que você preferir. Mas são as políticas públicas que têm o poder de mudar um país. Infelizmente, existe um estigma negativo em torno da política, pois ser político muitas vezes é associado a ser de um partido ou de outro. Eu sou uma política desde que nasci, pois defendo causas desde sempre. Por exemplo, o Magazine Luiza canta o hino nacional, todas as segundas-feiras, há 25 anos. Tenho paixão por este País. No entanto, isso não significa que eu precise estar filiada a um partido político. Eu respeito e admiro aqueles políticos que escolheram a política como profissão e que fazem um bom trabalho. Não é justo generalizar todos como pessoas ruins.

A sra. não tem atuação partidária nenhuma, certo?
Acredito que a sociedade civil tem um papel importante na formulação de políticas públicas, por isso criamos o Mulheres do Brasil. Somos um grupo apartidário, mas trabalhamos em prol das políticas públicas. Queremos mudanças por meio dessas políticas e, com a união das 120 mil mulheres que atuam ao nosso lado, temos força para influenciar e aprovar pautas que consideramos benéficas para o País. Acredito que, ao nos envolvermos com causas e não com partidos, podemos ser ouvidas e obter um maior impacto.
Em julho de 2017, ocorreu uma tragédia na qual a gerente de uma unidade da rede de suas lojas foi assassinada pelo marido. Após esse acontecimento, a sra. decidiu assumir a responsabilidade de abordar o tema dos feminicídios. Isso foi importante?
Desde menina sou muito envolvida com diversidade, racismo, contra qualquer tipo de desigualdade. Tanto que fundei o Mulheres do Brasil e hoje esse grupo trabalha com 20 causas, entre elas violência contra a mulher, racismo, LGBTQIA+, educação e tantos outros.
A sra. assumiu a liderança na defesa pública do programa de trainees exclusivo para pessoas negras na empresa. Apesar de enfrentar críticas nas redes sociais, o programa foi criado com o propósito de corrigir a disparidade existente nos cargos de alto nível entre os funcionários. A implementação de cotas é um processo importante para corrigir desigualdades?
Agora que estou muito mais envolvida, acho que a causa da mulher e do negro teve um avanço muito grande, mas nós temos de por mais mulheres e negros em Poderes, em cargo político, judiciário e empresarial, porque temos 52% de mulheres e 50% negros. Fizemos pouco até aqui, mas avançamos muito.
A questão da paridade salarial tem sido um tema amplamente discutido nos últimos anos. A nova lei nos deixa a um passo da igualdade de gênero?
A nova lei que favorece a igualdade salarial é um avanço significativo, mas ainda há desafios a serem superados. É importante reconhecer que a mudança real não acontecerá apenas por meio de leis, mas também exigirá uma transformação na mentalidade da sociedade. A desigualdade salarial entre homens e mulheres é um problema complexo, que reflete tanto questões históricas quanto estruturais.
É inaceitável que uma mulher receba menos do que o homem apenas por ser mulher. A desigualdade salarial é uma injustiça que deve ser combatida. No entanto, é preciso ir além da legislação para promover uma mudança duradoura. É fundamental que tanto as empresas como as mulheres se conscientizem da importância de ocupar cargos de liderança e buscar oportunidades de crescimento profissional. A paridade salarial não pode ser alcançada apenas por meio de uma caneta, mas sim de ações concretas e conscientização. A nova lei é um passo na direção certa, mas não é a solução final. É necessário um esforço conjunto de toda a sociedade para garantir que as mulheres tenham as mesmas oportunidades e remuneração justa. A igualdade salarial é um direito básico e um reflexo de uma sociedade igualitária. Devemos continuar lutando por essa causa e trabalhar para eliminar qualquer forma de discriminação de gênero no ambiente de trabalho.
Fonte: IstoÉ
Epreendedorismo
Com população mais velha, franquias surgem como opção para aposentados que desejam empreender
Com modelos de negócio estruturados e marcas consolidadas, o franchising oferece previsibilidade, know-how e suporte para empreendedores iniciantes
São Paulo (SP), abril de 2026: Segundo os dados inéditos divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a população brasileira envelheceu e o número de idosos atingiu um recorde histórico. O levantamento da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), realizado em 2025, mostra que pessoas com 60 anos ou mais já representam 16,6% do total de brasileiros, o equivalente a 212,7 milhões de residentes no ano passado. Enquanto parte desse perfil populacional opta por usufruir do período de descanso, há também quem enxergue a aposentadoria como um novo ciclo de oportunidades, mantendo-se ativo por meio do empreendedorismo.
Nesse contexto, o mercado franchising desponta como uma escolha estratégica, ao oferecer operações validadas, suporte contínuo e menor exposição a riscos, sendo atrativa para empresários em sua primeira experiência do outro lado do balcão. Segundo dados divulgados pela ABF (Associação Brasileira de Franchising), o setor registrou crescimento de 13,5% em 2025, ultrapassando faturamento de R$ 301 bilhões no período, reforçando sua relevância e atratividade no cenário econômico atual.
Para inspirar pessoas que têm o mesmo perfil e desejam se tornar empresários, conheça histórias de aposentados que decidiram se manter ativos no mercado empresarial e conquistaram o sucesso investindo no próprio negócio em diferentes marcas de franquias.
Água Doce Sabores do Brasil
Para realizar um dos seus sonhos antigos, Sueli Fragoso trabalhou por mais de 30 anos como bancária. A chegada da tão sonhada aposentadoria permitiu o investimento em um negócio de alimentação que proporcionava a realização de um objetivo antigo. “Era moradora de Bauru, no interior de São Paulo, e frequentava assiduamente a Água Doce da cidade. A estrutura, os pratos e as bebidas de qualidade sempre me chamaram a atenção. Quando me aposentei, estudei algumas alternativas e vi que era em uma franquia da rede que iria realizar um dos meus sonhos. Como atuei por cinco anos em um banco na cidade de Lençóis Paulista, notei que muitos moradores se deslocavam até Bauru para frequentar a unidade da Água Doce. Não pensei duas vezes em investir em um restaurante da franquia na cidade, para oferecer o que há de melhor na culinária brasileira”, comenta Fragoso, que junto com o marido José Eduardo, administram a operação desde 2007.
Divino Fogão
Aposentado desde 1997, Nilton Vidigal trabalhou por anos em uma confecção, atividade em que encerrou sua trajetória profissional dentro do ambiente corporativo. Para complementar a renda e não ficar ocioso, Nilton decidiu investir no segmento de franquias, abrindo seu primeiro negócio próprio no setor de sorvetes, no mesmo ano da sua aposentadoria. Após ingressar neste mercado, o empresário não saiu mais do franchising. Já em 2013, ele se tornou franqueado do Divino Fogão, uma rede de Food Service especializada em culinária da fazenda. Junto ao seu filho, Ricardo Vidigal, Nilton administra 80% do negócio localizado no Shopping Atrium, em Santo André, no ABC paulista. Além disso, os dois também são sócios de outro restaurante da marca, no Santana Parque Shopping, na zona norte da capital paulista. Para Nilton, se manter em atividade é essencial para o corpo e a mente, mesmo após a aposentadoria. “Estou no dia a dia do negócio, sempre atento às demandas que a operação necessita. Com isso, me mantenho ativo e em constante aprendizado mesmo tendo mais de 75 anos”, revela.
LavPop by 5àsec
Aposentado desde 2013, Rinaldo Henrique, de 58 anos, buscou no mercado de franquias uma alternativa para complementar a renda e deixar um patrimônio para sua família no futuro. A procura demandou alguns anos, pois foi necessário avaliar o mercado e negócios que proporcionassem segurança e confiança ao funcionário público. A chance de empreender veio em 2024 ao conhecer o Grupo 5àsec. “Ao pesquisar, vimos que o setor de lavanderias, principalmente de autosserviço, estava em crescimento no Brasil. Decidimos apostar na LavPop, que está em franca expansão por todo o Brasil e conta com o know-how de 30 anos da 5àsec no Brasil”, comenta Rinaldo, que possui como sócia sua esposa Kátia Henrique. A unidade foi aberta em maio do ano passado em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo. De acordo com o empresário, mês a mês, a operação prospera, tanto que estão investindo na terceira máquina de lavar para ampliar o fluxo de clientes na loja localizada em um posto de gasolina da cidade. “É um desejo investir em mais unidades da rede. Neste primeiro momento, estamos colhendo os frutos do investimento da primeira operação, mas não descartamos crescer no futuro”, finaliza Rinaldo.
Microlins
Com 72 anos, o aposentado Jose Carlos Lucentini já tinha vivido o empreendedorismo antes mesmo de pendurar as chuteiras em 2016, após atuar em uma consultoria de alimentação. Mas sua história como empresário do franchising começou em 2025 ao se tornar franqueado da Microlins, rede de cursos profissionalizantes parte do Grupo MoveEdu. O primeiro contato com a marca ocorreu muitos anos antes, quando apadrinhou dois jovens que fizeram cursos na escola. “A recepção, a qualidade dos cursos e a didática dos livros me impactou bastante na época. Fiquei com esta lembrança na memória”, relembra José. Mas a virada de chave só ocorreu após ver um conteúdo da Microlins quando visitou sua filha na Austrália. “Relembrei de todo meu contato com a marca e, ao voltar para o Brasil, decidi procurar para entender mais sobre o processo de franquia”, comenta. Junto com sua filha Beatriz Lucentini, ele investiu na primeira escola em Valinhos, interior de São Paulo, e alguns meses depois na unidade de Louveira, também no estado paulista. “Depois de me aposentar, não quis me tornar inativo, pois tenho uma mente pulsante e busco me movimentar sempre. Para ser empreendedor após determinada idade é preciso ter vontade de trabalhar. Mesmo após minha experiência no mercado corporativo e no setor de educação, onde já publiquei sete livros e dei aulas no ensino superior, dentro das franquias ainda estou aprendendo e descobrindo outro universo. Quero sempre ter novas experiências”, finaliza Lucentini.
Milon
A trajetória de Katia Maria Cisne Fernandes, de 66 anos, no empreendedorismo começou antes mesmo da aposentadoria e teve início a partir da parceria construída ao lado do marido, Ricardo Fernandes, com quem compartilhou quase 48 anos de vida. Desde os anos 2000, o casal atuava como representante comercial no estado do Ceará no Grupo Kyly, detentor da marca Milon. Em 2016, ela decidiu investir no modelo de franquias da rede, e inaugurou uma unidade em Fortaleza (CE). Ela se tornou a primeira franqueada da Milon no Brasil. Após o falecimento do marido, ela deu continuidade ao trabalho iniciado em conjunto e afirma que, mesmo após a aposentadoria, segue com o mesmo foco, visando obter um crescimento contínuo. “Os desafios existem, como em qualquer outro negócio. Mas todos são possíveis de serem superados com dedicação e foco. Para isso, é fundamental ter o desejo de aprender mais a cada dia. Hoje, já aposentada, com meus filhos criados e com a loja completando 10 anos, não enxergo meu negócio apenas como uma fonte de renda, mas como uma realização pessoal, algo que me dá prazer. Sinto uma satisfação gigante em cuidar da minha franquia Milon”, comenta.
Peça Rara Brechó
O casal Luiz Henrique Ribeiro Barbosa e Elisabete Lourenço da Silva decidiram empreender após a aposentadoria dele, com a aquisição de uma loja Peça Rara Brechó, no formato pocket, com pouco mais de 100m² e setor feminino. Segundo o franqueado não houve uma preparação para a pós-aposentadoria. Primeiramente, compraram um salão de beleza para a esposa, que trabalhava no segmento há mais de 30 anos, enquanto ele prestava consultoria. O salão foi vendido em 2022, mas logo investiram em uma pequena loja de lingerie. No final de 2023, já clientes do Peça Rara Brechó, foram visitar uma loja da marca em outro bairro – até então não sabiam que era franquia – e perceberam que era exatamente igual a anterior. Em conversa com a proprietária marcaram uma reunião para saber os detalhes da franquia e a possibilidade de abrir uma versão pocket em alguma cidade do interior paulista. Em relação ao futuro, Luiz pretende seguir à frente da operação por pelo menos 5 anos.
Rockfeller
Iara Dietrich, 62 anos, é uma avó, aposentada, inspiradora que equilibra a vida profissional e pessoal com maestria. Com três filhos e cinco netos, ela sempre manteve sua carreira ativa, inicialmente como professora de espanhol. Empreendedora por natureza, Iara realizou o sonho de ter seu próprio negócio ao abrir uma franquia da Rockfeller, uma rede de escolas de idiomas. Ao lado de sua filha mais velha, Maria Clara, que é sua sócia e diretora comercial, Iara consolidou a escola com uma identidade de qualidade e seriedade. Além do trabalho, ela valoriza os momentos com os netos, especialmente cozinhando e tocando piano juntos.
Royal Face
Aos 66 anos, Antônio dos Reis Almeida encontrou uma oportunidade de empreender após a aposentadoria. A inspiração veio de um amigo cuja esposa trabalhava na operação da Royal Face em Goiânia, capital de Goiás, e apresentou o modelo de negócios da franquia. A Royal Face, maior rede de harmonização facial e corporal, possui mais de 270 unidades em todo país, tendo como sócios a atriz Flávia Alessandra e o comunicador Otaviano Costa, além da rede de fazer parte do Grupo SMZTO. Buscando a solidez e o potencial da marca, Antônio decidiu investir no setor de estética, adquirindo sua primeira unidade em Maceió, no estado de Alagoas. O sucesso da empreitada o levou a expandir seus horizontes, abrindo novas operações em Lauro de Freitas, na Bahia; em Campina Grande, na Paraíba, e em Manaus, no Amazonas, consolidando sua trajetória como franqueado de destaque na rede.
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