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Saúde

Campanha para o mês das mães oferece um dia de beleza para histórias impactantes de maternidade 

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Créditos: Pixabay

A campanha idealizada por uma dermatologista carioca inclui tratamentos estéticos, relaxamento e embelezamento e quer devolver a autoestima de mães que abandonaram o autocuidado por causa dos filhos

Você já se olhou no espelho hoje e reconheceu a super-heroína que reflete de volta? A campanha “Mães Maravilhas” chega com uma missão especial: elevar a autoestima das mães e celebrar a força inigualável que possuem. Campanha convida mães a compartilharem suas jornadas intensas de amor e dedicação que permeiam a maternidade. “Eu conheço de perto a dor dessas mulheres que, no meio desse turbilhão de afeto e responsabilidades, muitas vezes, o autocuidado fica em segundo plano”, afirma a dermatologista Caru Moreno, idealizadora do projeto e que é mãe de 3 filhos, inclusive uma recém-nascida.

Qualquer mãe que queira contar a sua história de entrega aos filhos pode participar da campanha e concorrer ao dia de beleza. A ideia é que aquelas mulheres que, em algum momento dessa jornada, deixaram de lado o autocuidado contém o que as fez pausar aquele momento só seu, aquela rotina de mimos que todas merecem. “A campanha visa mudar essa narrativa e lembrar que para cuidar do outro é essencial cuidar de si mesma”, acrescenta Dra. Caru.

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Mais do que um dia de beleza, as mães com as histórias mais impactantes terão um dia de “rainha”. As escolhidas receberão um tratamento estético, de acordo com as necessidades da paciente e utilizando equipamentos de última geração na clínica Dra. Caru Moreno, sessões de relaxamento e massagens num spa e cuidados com maquiagem, unhas e cabelos num salão de beleza.

“Eu costumo dizer para as minhas pacientes que você precisa se olhar e encontrar toda a felicidade daquele momento refletida no espelho. Se enxergar como uma nova mulher que só ganhou com a maternidade, em todos os aspectos do emocional ao físico”, afirma a dermatologista que tem vasta experiência em trabalhar a autoestima de forma positiva. “Eu tenho certeza de que uma mãe confiante e segura de si está pronta para todos os desafios que a maternidade nos impõe.” Complementa a médica.

Serviço:

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– As mães devem enviar vídeos contando suas histórias para marketing@carumoreno.com.br  até 31 de maio.

Sobre a Dra.  Ana Carulina Moreno (CRMRJ 97133-2/RQE 21135)

Graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e fez residência médica em Dermatologia pelo Hospital das Clínicas, também da USP.

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Obteve o título de Especialista em Dermatologia da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e pela Associação Médica Brasileira (AMB).

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Saúde

Sintoma comum, tontura pode indicar diferentes doenças e exige investigação

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Campanha nacional, de 20 a 26 de abril, destaca a importância de avaliar o quadro e seus sinais associados; especialista alerta para situações que exigem atendimento médico imediato

 

Você já sentiu tontura ou conhece alguém que tenha passado por isso? Apesar de comum, esse sintoma pode esconder condições importantes e merece atenção. Entre os dias 20 e 26 de abril, a Semana da Tontura 2026, promovida pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e pela Academia Brasileira de Otoneurologia (ABON), reforça o alerta com o tema “Tontura é coisa séria: sabia que alterações no metabolismo também podem causar tontura?”. A iniciativa busca conscientizar a população sobre a importância de investigar corretamente esse sinal clínico.

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“Muita gente ainda encara como algo simples, mas existem situações que exigem avaliação imediata”, explica a Dra. Naiana Rocha Arcanjo, otorrinolaringologista e otoneurologista do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE). “Quando surge de forma súbita, intensa ou diferente do habitual, ou vem acompanhada de sintomas como fraqueza, dormência, dificuldade para falar, visão dupla, perda de consciência ou dor de cabeça forte, é fundamental procurar atendimento com urgência”, orienta.

Segundo a especialista, identificar a origem nem sempre é tarefa simples, já que diferentes sistemas do organismo podem estar envolvidos. “Nem sempre o problema está restrito ao labirinto. Sinais como alteração na coordenação, palpitações, sensação de desmaio ou episódios ligados ao estresse podem indicar causas neurológicas, cardíacas, metabólicas ou emocionais”, destaca. “Esses fatores podem inclusive se associar e exigir acompanhamento conjunto com outros profissionais”, completa.

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Para ajudar a população a compreender melhor, ela esclarece diferenças básicas entre termos frequentemente confundidos. “Tontura é um conceito amplo, que engloba várias sensações. Já a vertigem é quando há percepção de giro, enquanto o desequilíbrio está relacionado à dificuldade de se manter em pé ou caminhar”, explica.

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A tentativa de resolver o problema por conta própria é outro ponto de preocupação. “Um erro comum é usar medicamentos sem orientação, acreditando que tudo se resume à ‘labirintite’”, alerta. “Além disso, ignorar sinais associados ou buscar soluções na internet pode mascarar doenças e atrasar o tratamento adequado”, acrescenta.

Os impactos no cotidiano também são relevantes. “Sem o cuidado correto, há risco de quedas, fraturas e acidentes, especialmente entre pessoas mais velhas. Isso compromete diretamente a segurança e a qualidade de vida”, afirma.

Na prática clínica, a investigação envolve diferentes etapas. “O diagnóstico é feito a partir da história do paciente, exame físico e testes específicos. Em alguns casos, solicitamos audiometria, exames vestibulares, laboratoriais ou de imagem, mas nenhum deles, isoladamente, confirma a causa”, esclarece.
Há ainda influência direta dos hábitos diários. “Estresse, ansiedade, noites mal dormidas, alimentação inadequada, sedentarismo e consumo excessivo de cafeína ou álcool podem desencadear ou agravar os episódios”, ressalta.

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Entre idosos, a atenção deve ser redobrada. “Existe um declínio natural do equilíbrio, além do uso de múltiplos medicamentos e presença de doenças associadas. Por isso, qualquer episódio precisa ser valorizado para evitar complicações mais graves”, pontua.

As possibilidades terapêuticas variam conforme o diagnóstico. “Podemos utilizar medicamentos, realizar manobras específicas, indicar reabilitação vestibular e orientar mudanças no estilo de vida. Tudo depende da causa identificada”, afirma.

Como mensagem central da campanha, a especialista reforça a importância da conscientização. “Tontura tem causa, diagnóstico e tratamento. O mais importante é não banalizar, evitar automedicação e buscar avaliação adequada”, finaliza a Dra. Naiana Rocha Arcanjo.

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Crédito: Imagem de freepik

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