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Palmeiras atropela Botafogo no Rio e segue mais líder que nunca

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O Botafogo lutou, saiu na frente, mas sentiu os desfalques, levou a virada e foi derrotado pelo líder Palmeiras por 3 a 1 nesta segunda-feira (03.10), no Estádio Nilton Santos, interrompendo uma sequência de quatro jogos sem perder no Campeonato Brasileiro. O Glorioso mais uma vez contou com o apoio de seu torcedor e fechou a 29ª rodada na décima posição, com 27 pontos.

O Palmeiras começou o jogo tentando sufocar o Botafogo, que não conseguia sair de seu campo de defesa. Aos 15 minutos, Zé Rafael chegou a acertar a trave de Gatito. Porém, o Fogão, em seu primeiro ataque efetivo, conseguiu abrir o placar. Aos 19 minutos, Saravia fez boa jogada pelo lado direito, rolou e Tiquinho Soares chutou de fora da área de primeira no canto de Weverton, que chegou a tocar na bola, mas não evitou o gol: 1 a 0.

A vantagem alvinegra, no entanto, foi por água abaixo depois de um lance infantil menos de cinco minutos depois. Chamado pelo VAR, o árbitro Wilton Pereira Sampaio marcou pênalti de Gabriel Pires, que colocou a bola na mão dentro da área. Gustavo Scarpa foi para a cobrança e deslocou Gatito, empatando em 1 a 1 aos 25 minutos.

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A torcida botafoguense não se abateu e o Fogão quase conseguiu fazer o segundo, aos 29 minutos, em belíssima jogada individual de Júnior Santos pelo lado direito. Porém, pelo mesmo lado, o Palmeiras conseguiu a virada. Piquerez fez o que quis com Saravia pela esquerda, chutou para o meio e Mayke completou de carrinho na segunda trave: 2 a 1 para os visitantes.

O Botafogo não voltou bem para o segundo tempo e o Palmeiras dominou as ações. E chegou ao terceiro gol aos 14 minutos. Gabriel Pires foi facilmente desarmado no meio, Rony rolou da direita, Danilo tentou girar e Dudu chegou batendo para o gol dentro da área, sem chances de defesa para Gatito: 3 a 1.

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Aí o caldo entornou de vez. É bem verdade que o Palmeiras ficou com um a menos depois que Zé Rafael foi expulso, aos 23 minutos, mas o Botafogo não aproveitou, apesar de o técnico Luís Castro ter sido ousado com muitas mudanças na frente. Quem acabou atacando mais na parte final do jogo foi o Alviverde, aproveitando os espaços deixados pelo Glorioso, que se lançou com tudo para o ataque, em vão.

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FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO 1 X 3 PALMEIRAS

Estádio: Nilton Santos

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Data-Hora: 03/10/2022 – 20h

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa/GO)

Assistentes: Bruno Raphael Pires (Fifa/GO) e Bruno Boschilia (Fifa/PR)

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VAR: Wagner Reway (PB)

Renda e público: R$ 496.271,00 / 15.171 pagantes / 16.545 presentes

Cartões amarelos: Kanu, Tchê Tchê, Hugo, Rafael (BOT); Gustavo Gómez, Zé Rafael, Abel Ferreira (PAL)

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Cartões vermelhos: Zé Rafael 23’/2ºT (PAL)

Gols: Tiquinho Soares 19’/1ºT (1-0), Gustavo Scarpa 25’/1ºT (1-1), Mayke 35’/1ºT (1-2), Dudu 14’/2ºT (1-3)

BOTAFOGO: Gatito Fernández; Saravia (Rafael 6’/2ºT), Adryelson, Kanu (Matheus Nascimento 31’/2ºT) e Hugo; Tchê Tchê (Del Piage 31’/2ºT), Gabriel Pires (Gustavo Sauer 16’/2ºT) e Eduardo; Júnior Santos (Victor Sá 16’/2ºT), Tiquinho Soares e Jeffinho – Técnico: Luís Castro.

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PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Gustavo Gómez, Luan e Piquerez (Vanderlan 39’/2ºT); Danilo, Zé Rafael e Gustavo Scarpa (Atuesta 26’/2ºT); Mayke (Kuscevic 32’/2ºT), Rony (Rafael Navarro 26’/2ºT) e Dudu (Gabriel Menino 26’/2ºT) – Técnico: Abel Ferreira.

 

Fonte: Agência Esporte

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Dia Internacional da Mulher (08/03): presença feminina no agro chega a 30%

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Advogada especialista em Direito do Agronegócio aponta avanços na atuação feminina no setor e destaca desafios como desigualdade salarial e baixa presença em cargos de liderança

 

A presença feminina no agronegócio brasileiro tem crescido de forma consistente nos últimos anos, ocupando espaços estratégicos na gestão de propriedades, na inovação tecnológica e na tomada de decisões no campo. Dados do IBGE indicam que as mulheres representam cerca de 30% da força de trabalho no setor agropecuário, com atuação cada vez mais qualificada e profissionalizada.

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Para Giovanna Guerra, advogada especialista em Direito do Agronegócio do escritório João Domingos Advocacia, o avanço reflete uma transformação estrutural no setor.

 

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“O agronegócio brasileiro vive uma mudança profunda. A presença feminina deixou de ser apenas figurativa e passou a ocupar espaços estratégicos na gestão, na técnica e na tomada de decisões”, afirma.

 

Segundo ela, a maior qualificação técnica e a mudança geracional nas propriedades rurais têm impulsionado essa evolução.

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“Hoje vemos mulheres na operação de maquinário de alta precisão, na gestão financeira das propriedades e até na presidência de grandes corporações e entidades de classe. Isso é resultado de mais acesso à formação em áreas como agronomia, veterinária, gestão e direito agrário”, explica.

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Além da presença numérica, a especialista destaca que o protagonismo feminino impacta diretamente a eficiência do setor.

 

“Estudos mostram que gestões femininas tendem a investir mais em inovação tecnológica, sustentabilidade e organização administrativa, o que fortalece a competitividade e a produtividade do agro brasileiro.”

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Apesar dos avanços, os desafios ainda são significativos. Pesquisa da Deloitte aponta que 62% das mulheres do setor enxergam o baixo número de líderes femininas como barreira para alcançar cargos diretivos, enquanto 57% citam a ausência de políticas institucionais de inclusão. Dados da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) indicam que 44% das profissionais já sofreram preconceito sutil e 30%, preconceito explícito. As disparidades salariais podem chegar a 18% em comparação aos homens.

 

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Para Giovanna Guerra, a mudança estrutural exige ações concretas.

 

“A ascensão a cargos de alta liderança ainda ocorre em ritmo lento. Persistem desafios como desigualdade salarial, preconceito e a sobrecarga da jornada múltipla, em que muitas mulheres conciliam a gestão da propriedade com responsabilidades familiares. Fortalecer políticas de inclusão e garantir segurança jurídica são passos fundamentais para ampliar essa participação.”

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