Policiais
Vídeo mostra ex-apresentadora da Globo e amigas antes de batida fatal
Imagens gravadas antes do acidente mostram a jornalista Leilane Macedo e as amigas Hosana Santos Andrade e Luana Carvalho cantando no carro
Imagens gravadas antes do acidente que matou a jornalista Leilane Lustosa Macedo de Oliveira, ex-apresentadora da TV Anhanguera, afiliada da Globo em Tocantins, foram divulgadas nas redes sociais.
O vídeo, gravado na sexta-feira (9/6), mostra a Leilane e as amigas Hosana Santos Andrade e Luana Carvalho, que também morreram, cantando no veículo. As vítimas tinham entre 27 e 37 anos de idade.
Veja as imagens:
Segundo as autoridades de segurança, o acidente aconteceu na BR-153, no município de São Luiz do Norte, em Goiás. De acordo com a Polícia Rodovária Federal (PRF), o trio saiu do município de Gurupi, em Tocantins, com destino a Abadiânia de Goiás. Elas iriam para um evento de motoclube feminino.
De acordo com a PRF, o acidente ocorreu após a motorista tentar fazer uma ultrapassagem. O carro em que as vítimas estavam bateu em outro veículo e invadiu a contramão, quando foi atingido por um caminhão.
Hosana e Luana morreram no local do acidente. Leilane chegou a ser socorrida e encaminhada para uma unidade de saúde em São Luís do Norte, onde não resistiu e acabou falecendo.
Luto
O Lokas Motoclube, do qual as amigas faziam parte, divulgou uma nota de pesar pela morte das integrantes.
“A pior notícia que poderíamos ter. É com muita tristeza que anunciamos a morte das nossas irmãs Lua, Hosana e Leilane. Infelizmente aconteceu essa fatalidade”, divulgou o perfil do Lokas nas redes sociais.
De acordo com o grupo, Luana foi administradora regional do motoclube. “As demais meninas iriam receber seus coletes no dia de hoje. Não temos nem palavras para expressar a tristeza e o choque dessa notícia.”
feminicidio
Mulher de 30 anos morta a tiros perto de casa é velada neste sábado no DF
Mayara Varela chegou a ser levada em estado grave ao hospital, mas morreu no dia seguinte. Ex-companheiro André Eduardo da Silva é suspeito. Ele tirou a própria vida após ser encontrado pela polícia.
Mayara Varela, de 30 anos, que morreu após ser baleada na cabeça em uma rua perto de sua casa na Candangolândia, no Distrito Federal, será velada na tarde deste sábado (17).
O crime aconteceu na noite de quinta-feira (15). Mayara chegou a ser levada em estado grave ao hospital, mas morreu na manhã de sexta (16).
O ex-companheiro André Eduardo da Silva, de 40 anos, é suspeito do feminicídio. Ele tirou a própria vida após ser encontrado por policiais no Riacho Fundo I, na noite de sexta (16), segundo as polícias Militar e Civil.
A família disse que Mayara já havia feito um boletim de ocorrência contra André Eduardo e que acredita que o crime foi motivado por uma disputa relacionada à pensão alimentícia da filha, de 3 anos.
Mulher foi abordada a caminho de casa

Feminicídio: imagens de câmeras de segurança mostram suspeito atacando Mayara Varela no DF
A família disse que Mayara voltava do trabalho e estava perto de casa, quando teria sido abordada por André. Imagens de câmeras de segurança mostram um homem agindo de forma agressiva com a vítima (veja acima).
Segundo testemunhas, os dois discutiram na rua e o suspeito atirou contra a vítima. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados para o local. Mayara foi socorrida e levada para o Hospital de Base.
“A gente mora aqui na rua de trás e eu ouvi os tiros, mas eu nunca imaginei que fosse com a minha filha. Ouvia a ambulância passando também. Eu liguei no celular dela, porque ela nunca se atrasa, ela é muito responsável. Eu liguei no celular dela e a médica atendeu, falou que a minha filha estava no hospital, baleada”, diz Josilene Varela, mãe da vítima.
Violência contra mulher: como pedir ajuda
A violência contra as mulheres pode ser denunciada por qualquer pessoa por meio de diversos canais oficiais.
📞 Entre os canais disponíveis estão o número 190 da Polícia Militar, o número 197 ou em qualquer delegacia da Polícia Civil, e o número 180 da Central de Atendimento à Mulher.
Mulheres também podem solicitar medidas protetivas. Elas obrigam o agressor, por exemplo, a se afastar do lar e não entrar em contato com a vítima.
FONTE:
Por TV Globo e g1 DF
Foto: Reprodução
DIVULGAÇÃO
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