Politica
Concurso Unificado: mulheres são maioria entre os inscritos
Dados divulgados pela ministra do MGI, Esther Dweck, apontam que o CPNU contará com mais participações de mulheres do que de homens
Mais de 1,2 milhão de mulheres participarão do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), contra 938 mil homens. Ao todo, o certame contabilizou 2,1 milhões de inscritos.
Os dados foram divulgados pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, durante uma coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira (23/2).
Concurso Unificado tem mais de 2,1 milhões de inscrições confirmadas
O quantitativo final foi divulgado após a compensação de todos os pagamentos da taxa de inscrição. A estatística transforma o Concurso Unificado se tornasse o maior processo seletivo para preenchimento de vagas na administração pública da história.
As inscrições foram abertas em 19 de janeiro e encerradas em 9 de fevereiro. Os candidatos puderam se inscrever na página oficial do certame, usando a conta Gov.br.
Ao todo, o CPNU oferta 6.640 oportunidades, divididas entre os 21 órgãos públicos participantes. Há vagas de níveis médio e superior para diversas áreas de atuação.
Os exames estão previstos para serem aplicados em 5 de maio, em mais de 220 municípios do país.
SAIBA MAIS
- CONCURSOSEm meio à dengue, Saúde do DF abre seleção para contratar até 200 médicos
- CONCURSOSProcuradoria-Geral do DF prorroga prazo de validade do último concurso
- CONCURSOSConcurso PMDF: não houve desclassificados na sindicância da vida pregressa
- CONCURSOS“Edital veio com novidade”, analisa professor sobre novo concurso da Caixa
- CONCURSOSConcurso Caixa tem 844 vagas abertas para o Distrito Federal
CONCURSOSConcurso Unificado: número final de inscritos é de 2,1 milhões
Politica
Dia Internacional da Mulher (8 de março) – Mulheres na Política: Cotas, Representatividade e o Futuro Eleitoral de 2026
Em ano eleitoral, o próximo dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher – é a oportunidade ideal para debater a importância estratégica das mulheres na política brasileira. Com as eleições de 2026 se aproximando, temas como as lutas históricas pelo sufrágio e igualdade, a efetividade das cotas de gênero (que garantem 30% de candidaturas femininas), os desafios de financiamento e visibilidade, e o posicionamento partidário das mulheres ganham urgência. Como as mulheres devem se posicionar no campo político para ampliar sua influência e transformar o Congresso e as assembleias em espaços mais representativos?
À disposição para entrevistas, debates e mesas-redondas: Tatiane Fabíola , presidente do Podemos Mulher DF. Líder experiente no empoderamento feminino na política local, Tatiane traz expertise sobre a representatividade feminina no Distrito Federal e no Brasil.
– A relevância das cotas e sua implementação prática nos partidos.
– O papel das mulheres nos partidos como agentes de mudança em 2026.
– Estratégias para reforçar a presença feminina no cenário eleitoral, combatendo desigualdades históricas.
– Exemplos de conquistas e desafios no Podemos Mulher DF.
“Essa pauta reforça a necessidade de mais mulheres na política para uma democracia plena – o momento pede para ampliarmos o debate!”, reforça a presidente do Podemos Mulher DF, Tatiane Fabíola.
-
Policiais3 dias agoMeu ex disse que meu futuro seria de tristeza e solidão e então matou nossos filhos
-
Moda2 dias agoTendência glow na maquiagem valoriza textura natural
-
Politica2 horas agoDia Internacional da Mulher (8 de março) – Mulheres na Política: Cotas, Representatividade e o Futuro Eleitoral de 2026
-
Social2 horas agoDesigualdade mantém 708 milhões de mulheres fora do mercado de trabalho





