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Governo convoca mulheres em situação de violência doméstica para entregar documentação do Aluguel Social

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Entrega do benefício será realizada depois que as 172 habilitadas entregarem documentos que comprovam requisitos

O Governo de Goiás, por meio do Goiás Social, da Agência Goiana de Habitação (Agehab) e da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), publicou nova lista de 172 candidatas habilitadas para a etapa de entrega de documentação do programa Para Ter Onde Morar – Aluguel Social, no edital destinado exclusivamente a mulheres em situação de violência doméstica e familiar. As listas de habilitadas e inabilitadas estão disponíveis no site goias.gov.br/agehab.

As candidatas habilitadas terão prazo de 30 dias para anexar os documentos comprobatórios dos requisitos por meio do mesmo endereço eletrônico. Entre eles, boletim de ocorrência, sentença condenatória da ação penal e relatório elaborado por assistente social; ou medida protetiva emitida por autoridade judicial. “Ao contrário da regra geral, o edital para esse público específico não determina comprovação de residência por tempo mínimo em município em particular, desde que ele esteja localizado no estado”, frisa a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado.

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O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, explica que, como se tratam de vítimas de violência, a segurança é prioridade. “Por isso, além dessa mobilidade, o anonimato também é importante. As beneficiárias recebem um atendimento personalizado com esse objetivo”, arremata Baldy. Após a entrega da documentação, as candidatas devem preencher a declaração de aceitação do programa e anexá-la no site da Agehab. Após esse período, o não cumprimento da formalidade implicará na exclusão do programa. Mais informações podem ser obtidas pelo número (62) 3096-5000.

Foto: Edgard Soares

Legenda: Mulheres em situação de violência doméstica e familiar habilitadas para o Aluguel Social devem entregar a documentação

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Agência Goiana de Habitação | Secretaria de Estado da Infraestrutura – Governo de Goiás

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Lula deve indicar Miriam Belchior para a Casa Civil, afirma Rui Costa

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Brasília (DF), 29/05/2024 - A secretária executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, durante anúncio de novas medidas de apoio à população e à reconstrução do Rio Grande do Sul. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou nesta quinta-feira (29) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu a atual secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior, para assumir o comando do ministério a partir de abril, quando ele deixará o cargo para se dedicar à disputa eleitoral.

Segundo Rui Costa, a decisão já foi comunicada pelo presidente tanto a ele quanto à futura ministra. “Ela foi ministra do Planejamento, é uma técnica competente e dará continuidade ao trabalho do governo. A prioridade do presidente é manter pessoas da própria equipe, evitando rupturas nas ações em andamento”, afirmou.

Miriam Belchior é filiada ao PT desde a década de 1980 e tem trajetória consolidada em gestões petistas. Já ocupou os cargos de ministra do Planejamento e da Casa Civil, presidiu a Caixa Econômica Federal e foi coordenadora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Ela também foi casada com o ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, assassinado em 2002.

Estratégia do Planalto

Com a proximidade do prazo legal para desincompatibilização, o governo Lula deve passar por uma série de mudanças ministeriais. A estratégia do Palácio do Planalto é utilizar a visibilidade da Esplanada como impulso eleitoral para ampliar a base governista no Congresso Nacional em 2026.

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Entre os ministros que devem deixar o governo para disputar eleições estão Fernando Haddad (Fazenda), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Camilo Santana (Educação) e a própria Simone Tebet (Planejamento), além de outros integrantes do primeiro escalão.

A avaliação de governistas é que a direita tende a sair fortalecida das próximas eleições, especialmente pelo desempenho nas redes sociais. Por isso, o Planalto aposta em nomes conhecidos para tentar equilibrar a disputa e garantir maior representação no Congresso.

Fonte: Jovem Pan
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