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Politica

Governo federal e CAIXA assinam Protocolo de Intenções para promover a valorização da diversidade no ambiente corporativo

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A ideia é compartilhar boas práticas para criar um ambiente de trabalho favorável à inclusão e ao enfrentamento ao preconceito e à discriminação

O governo federal e a CAIXA assinaram nesta quinta-feira (27), um protocolo de intenções para fomentar o respeito e a valorização da diversidade e inclusão.

A ideia é compartilhar boas práticas para criar um ambiente de trabalho favorável à inclusão, além do enfrentamento a todas as formas de preconceito.

O programa está estruturado em cinco eixos temáticos: Equidade de Gênero; Pessoa com Deficiência; LGBTQIAPN+; Raça/Cor e Gerações.

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Com a assinatura do protocolo de intenções, a CAIXA pretende criar cinco Comissões Regionais de Diversidade, uma para cada região do Brasil.

A presidente da CAIXA, Maria Rita Serrano, comentou a importância das comissões.

“Eu venho dizendo que a Caixa é plural, sendo plural, os cargos de direção do banco tem que representar essa pluralidade. Não à toa, nós somos uma das poucas empresas brasileiras, o único banco brasileiro e com certeza um dos poucos do mundo a ter maioria de mulheres na alta administração”.

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As comissões serão compostas por empregados e empregadas do próprio banco com características identitárias diversas, além de representantes sindicais e gestores do Programa de Diversidade e Inclusão.

Durante a solenidade de assinatura do protocolo de intenções, realizada em Brasília, o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Márcio Macedo, destacou a importância desse acordo.

“Vocês terão uma parceria incondicional para a gente fazer com que isso que estamos assinando como protocolo de intenção, seja uma realidade objetiva na vida, não só dos funcionários da Caixa, como que seja espelho para a construção de uma sociedade mais justa, mais igualitária e de enfrentamento a desigualdade”.

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A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, pontuou que, quando são criados comitês sobre diversidade, há diversas responsabilidades a serem assumidas.

“A gente precisa dar o nosso exemplo e dar o nosso exemplo, além de trazer, é manter, é permanecer. Não adianta a gente fazer, criar, colocar as pessoas em situações onde a gente não pode cuidar para que elas permaneçam”.

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O protocolo de intenções foi assinado em solenidade na CAIXA Cultural, em Brasília.

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Fonte: Brasil 61

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Educação

Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política

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Agressor faz ofensas de cunho religioso em grupo de WhatsApp
Iara Balduino – repórter da Agência Brasil

“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.

A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.

O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.

Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.

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“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.

Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.

Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.

Violência nas escolas

Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.

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As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.

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