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Unidades Básicas de Saúde se mobilizam em atendimento para mulheres

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Confira a programação para a semana

Em mais uma ação em prol da saúde das mulheres no Outubro Rosa, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) promoveu neste sábado (26) mais mobilizações. A programação especial segue até o dia 31 (veja abaixo)

Em Ceilândia, a Unidade Básica de Saúde (UBS) 11 realizou atividades coletivas de promoção à saúde, com ginástica, inserção de 16 dispositivos intrauterinos (DIUs)m realização de 30 exames citopatológicos de colo uterino (CCO) – o “papanicolau” e testes rápidos de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), além de aferição de pressão e glicemia. A UBS também estava com uma decoração especial para receber as pacientes.

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A dona de casa Neide de Fátima Dias, 46 anos, aproveitou o final de semana para colocar em dia o check-up de saúde. Ela realizou os testes rápidos, colheu exames de prevenção e agendou uma mamografia. “É mais acessível no final de semana. Facilita muito porque a gente pode resolver tudo em um dia só. Achei muito bom”, conta.

No local, também foram oferecidas práticas integrativas como auriculoterapia, técnica de pressão em pontos específicos na orelha. “Vim me informar sobre a prática e resolvi fazer. Vi que ajuda muito no controle do nosso corpo, na parte física e mental, no equilíbrio”, relata Ivanilde Francisca da Silva, 72 anos, cabeleireira.

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Apesar das atividades serem voltadas às mulheres, os homens foram agraciados com corte de cabelo e barba, com o objetivo de incorporá-los no cuidado familiar. Foi o caso de Wallyson Kelven Saraiva de Carvalho, 32, operador de caixa que acompanhou a mãe para realizar exames de prevenção e ainda ganhou um novo visual. “É importante para a comunidade, justamente por ser um dia de folga, quando tem muita gente em casa. Fiquei sabendo da ação, avisei ela e vim acompanhar”, diz.

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A gerente da UBS 11 de Ceilândia, Karla Cristina da Silva Santos Gomes, destaca que a campanha busca ampliar o acesso aos serviços de diagnóstico, contribuindo para a redução da mortalidade. As atividades foram acompanhadas ainda de um café da manhã para a comunidade. “Decidimos incluir os homens da comunidade, maridos e filhos para também fazer promoção de saúde, tanto na conscientização, no planejamento familiar, quanto na realização de testes rápidos”, explica.

Plano Piloto

A UBS 1 da Asa Sul também se juntou à força-tarefa para a colocação de DIUs. Com dois filhos, o mais novo de 2 anos, a personal organizer Fernanda Januario de Souza, 29 anos, optou pelo método contraceptivo após sofrer com um quadro de pressão alta. “É uma outra maneira de fazer o planejamento familiar. Assim que me inscrevi já consegui. Estou bem contente”, elogia. A advogada Natalia Gomes Melo Reis, 36 anos, também colocou o dispositivo. “Não planejo ter filhos ainda. É bom poder escolher, ter um controle maior sobre a questão”, explica.

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Confira onde terá ações do Outubro Rosa:
*Consulte a UBS para saber horários e programação

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28 de outubro
UBS 7 Ceilândia
UBS 4 Brazlândia

29 de outubro
UBS 1 Asa Norte
UBS 3 Asa Norte – Vila Planalto (manhã)
UBS 1 Cruzeiro
UBS 4 Recanto das Emas
UBS 14 Tabatinga (tarde)
UBS 3 Sobradinho (16h30)
UBS 12 Ceilândia
UBS 9 Brazlândia

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30 de outubro
UBS 6 Paranoá – Cariru
UBS 15 Rio Preto (tarde)

31 de outubro
UBS 3 Gama
UBS 4 Samambaia
UBS 13 São José (tarde)
UBS 8 Ceilândia

Para mais informações, contate-nos pelo e-mail: entrevista.saudedf@saude.df.gov.br
Secretaria de Saúde do Distrito Federal | Assessoria de Comunicação

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Equipe do Hospital Regional de Santa Maria realiza sonho de avó em cuidados paliativos

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Chá revelação transforma ambiente hospitalar em cenário para momento único entre mãe e filha
Por Talita Motta
No quarto mês de gestação, Emily da Silva Souza, 23 anos, acompanha de perto a internação da mãe, que está há 40 dias no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Karina Martins, 44, faz tratamento para adenocarcinoma, um tipo de câncer de intestino. Moradoras do Recanto das Emas, mãe e filha enfrentam juntas um período delicado, marcado também por esperança e afeto.
“Sempre foi meu sonho viver esses momentos. A internação da minha mãe acabou sendo mais longa do que esperávamos”, relata Emily.
Decidida a passar pelos momentos mais felizes da primeira gestão perto da mãe, Emily resolveu fazer o chá revelação no hospital. “Eu só viveria isso se fosse com ela. Com minha mãe internada não teria sentido fazer longe dela”.
Então, quem entrou em cena foram os profissionais do HRSM, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A iniciativa contou com o envolvimento de profissionais de diferentes áreas. Após conhecer a história da paciente e o desejo dela de participar do chá revelação do primeiro neto, a médica paliativista Brunna Rezende, mobilizou toda a equipe do hospital.
“É um tipo de câncer menos comum em pessoas jovens e, quando acontece, impacta toda a família. Nosso compromisso é garantir que, apesar da gravidade da doença, a paciente seja cuidada como pessoa. A internação e o diagnóstico não a impedem de viver tudo o que faz parte da sua trajetória”, destaca.
A terapeuta ocupacional Letícia Albuquerque Félix, ajudou a organizar e transformar o ambiente hospitalar.  “A terapia ocupacional busca promover qualidade de vida, autonomia e vivências significativas. Por isso, organizamos tudo para garantir um momento seguro, respeitando os limites físicos e emocionais da paciente”, explica a profissional.
A revelação
Entre balões, sorrisos e lágrimas de emoção, o anúncio surpreendeu a futura mamãe. “Eu estava convencida de que esperava um menino”, revela Emily. Mas quem vai chegar é a Esther.
A emoção tomou conta de toda a equipe e, principalmente, da futura vovó. “É meu primeiro neto e só tenho a agradecer a Deus. Eu disse para ela fazer o chá em casa, do jeito que sempre sonhou, mas ela não quis. Então, a equipe do hospital acolheu a ideia e ajudou para que acontecesse”, conta Karina.
Para a enfermeira paliativista Léia Lima, ações como essa reforçam a essência dos cuidados paliativos. “É um cuidado centrado na pessoa, não no diagnóstico. A Karina está em tratamento, está viva e mantém sua história e seus vínculos. O cuidado paliativo também envolve humanização, respeito e valorização”.
Ao final do chá revelação, Emily e a mãe seguiram para o Centro Obstétrico do HRSM, onde a avó pôde ouvir, pela primeira vez, o coração da neta bater.
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