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Saúde

CATARATA É PROBLEMA CADA VEZ MAIS COMUM ENTRE LONGEVOS

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A catarata é um problema ocular cada vez mais comum, sendo considerada, um diagnóstico futuro para longevos. A doença é conhecida por ser o único tipo de cegueira reversível no mundo e a campanha “Agosto Cinza” é promovida para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce. O Sistema Único de Saúde (SUS) realiza mais de 1 milhão de cirurgias, a cada ano, gratuitamente,

A oftalmologista do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Paula Guimarães, afirma que, mesmo sendo parte de um processo natural de envelhecimento, a catarata não deixa de ser incômoda, pois é causada pelo esbranquiçamento do cristalino –  lente transparente, atrás da pupila. O passar dos anos torna a condição mais comum entre idosos, pois uma melhor qualidade de vida e a evolução tecnológica  contribuem para a longevidade.

Entretanto, existem outros riscos como o diabetes, obesidade, tabagismo, consumo excessivo de álcool, a exposição excessiva aos raios ultravioleta (UV), o uso prolongado de corticoides e a ocorrência de lesões ou inflamações oculares anteriores.

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O tratamento é simples com procedimento cirúrgico. Paula alerta que o planejamento é uma das etapas mais importantes devido à escolha da lente intraocular, seguindo as necessidades e hábitos individuais. As intervenções pelo SUS não permitem escolher a lente substituta, adotando um modelo padrão, que, infelizmente, gera queixas.

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Uma seleção inadequada acarreta desconfortos, quando não permite a pessoa se adaptar à rotina. O diagnóstico rápido e adequado propicia um procedimento ágil, porém, que não precisa ser feito com o esbranquiçamento. “As atuais técnicas modernas permitem operar cristalinos mais moles e menos resistentes para  prevenir o problema. O procedimento em si não costuma levar mais de 20 minutos com alta no mesmo dia.”, explica a médica.

Uma informação muito importante é que, durante o procedimento, outros problemas oculares, como os refrativos, também podem ser resolvidos, permitindo eliminar o uso de óculos. Os resultados são considerados tão positivos, promovendo um verdadeiro rejuvenescimento ocular com maior qualidade de vida.

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Saúde

Como doar e receber nos bancos de leite humano do DF

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Rede conta com 14 bancos de leite e seis postos de coleta; doadoras podem receber orientação especializada e solicitar coleta domiciliar

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Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares

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A Rede de Bancos de Leite Humano do DF presta atendimento às famílias e viabiliza a doação de leite para recém-nascidos internados que necessitam do alimento. Além de realizarem a coleta, o processamento e a distribuição do leite doado, os bancos de leite humano atuam no fornecimento de orientações sobre amamentação. As equipes auxiliam mulheres em situações como ingurgitamento mamário, fissuras nos seios e dificuldades na pega do bebê, colaborando para a manutenção do aleitamento.

O DF conta com 14 bancos de leite humano e seis postos de coleta nas unidades públicas e suplementares. O leite pasteurizado é destinado prioritariamente a recém-nascidos internados, especialmente prematuros, de baixo peso ou com condições clínicas graves, segundo critérios técnicos das equipes neonatais.

Quem pode doar

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A doação pode ser feita por mulheres que estejam amamentando, produzam leite além da necessidade do filho e apresentem boas condições de saúde. É necessário não utilizar medicamentos ou substâncias incompatíveis com a doação e preencher os critérios do cadastro da equipe técnica.

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O cadastramento pode ser realizado no banco de leite humano mais próximo, pelo telefone 160 (opção 4), pelo site ou pelo portal. Nesses canais estão disponíveis informações sobre documentos necessários, endereços e horários de funcionamento.

 

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Coleta domiciliar

Após o cadastro, é possível solicitar a coleta domiciliar. O serviço é organizado por região e disponibilidade de atendimento. Os bancos de leite disponibilizam gratuitamente os frascos de vidro esterilizados e as instruções para retirada, armazenamento e conservação. A orientação inclui higienização das mãos, proteção de cabelos, nariz e boca, uso de recipientes esterilizados e identificação de cada frasco com o nome da doadora, data e horário da extração. O leite precisa ser congelado imediatamente após a coleta.

Após o recolhimento, o material é transportado sob controle de temperatura e passa por etapas de seleção, classificação, análises físico-químicas e microbiológicas, pasteurização e reavaliação antes da liberação, conforme os protocolos exigidos.

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