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Saúde

Nosso corpo produz cannabis de forma natural: entenda sem preconceitos

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Você sabia que temos um sistema endocanabinóide dentro de nós? Sim! E pode ser muito prejudicial para nossa saúde não entendermos este sistema tão vital, encontrado em todos os mamíferos e responsável por regular as funções do nosso corpo a nível celular.

E o que significa endocanabinóide? A palavra ENDO significa DENTRO, indicando que a produção de cannabis se dá dentro de nosso corpo, de forma natural. São lipídios especiais que interagem com nosso sistema nervoso central e que ajudam a promover a homeostase, que é o equilíbrio dos diferentes sistemas do nosso corpo.

Ingerimos endocanabinóides pela primeira vez quando ainda somos bebês, pois o leite materno ativa o sistema endocanabinoide, além de promover bons hábitos alimentares e desenvolvimento. É por isso que os bebês amamentados no peito são menos propensos a ficarem doentes.

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Mas como interagem os endocanabinóides com o nosso corpo?

O fato é que em muitas células se encontram receptores canabinóides.

Existem dois tipos de receptores: o CB1 e o CB2, e ambos necessitam dos endocanabinóides para regularem outros sistemas essenciais como o sistema motor, digestivo, ósseo, neurológico, imunológico entre outros.

Quando nossos receptores CB1 e CB2 estão deficientes de endocanabinóides, pode se manifestar um grupo de condições como artrite reumatóide, fibromialgia, inflamação gastrointestinal, câncer e desordens neurológicas como alzheimer, parkinson, autismos e  epilepsia, entre outras mais de 300 desordens.

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Uma síndrome importante e recentemente descoberta é a Síndrome de Deficiência do Sistema Endocanabinoide. Muitas pessoas estão sofrendo dela e não sabem. Como podemos evitar?

Além dos endocanabinoides, podemos nutrir o nosso corpo com os fitocanabinóides. FITO significa o que provém das plantas, e a cannabis não é a única planta que produz canabinóides. Existem plantas como a equinácea, linho, sálvia, entre outras,  que produzem cannamiméticos, que simulam o comportamento dos endocanabinoides.

Um exemplo de fitocanabinóide é o CBD ou Cannabidiol. Muitos estudos clínicos provam que o CBD funciona como ansiolítico, anticonvulsivante, vasodilatador, analgésico e anti-inflamatório.

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Consumir CBD é uma das maneiras mais efetivas para manter o sistema endocanabinoide funcionando em seu estado ótimo.

Seu corpo tem um sistema Endocanabinoide e não um sistema Dipirona.

Nesse momento que vivemos a INFORMAÇÃO e a EDUCAÇÃO se mostram como a estratégia mais acertada quando o assunto é Cannabis.

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Lembre que o sistema endocanabinóide exerce a função de regular todos os aspectos da fisiologia humana! Seja qual for a função do corpo, nele atuará o Sistema Endocanabinoide – e não apenas como um detalhe do nosso corpo.

Podemos também modular este sistema naturalmente, com alimentação e rotina saudáveis, sono, exercícios físicos, meditação diária, atividades que despertem prazer, ioga etc.

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Vale lembrar que:

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“Hoje em dia está absolutamente bem demonstrado, não há razão, a não ser ideológica, para rejeitar a verdade que a maconha tem efeitos terapêuticos plenamente privados”. (dr. Elisaldo Carlini, médico, psicofarmacólogo, professor universitário e pesquisador brasileiro, considerado referência mundial e um dos pioneiros nos estudos farmacológicos sobre o potencial terapêutico da cannabis e de outras substâncias psicotrópicas).

“A proibição do uso terapêutico da cannabis foi um erro histórico colossal em escala planetária. Efeitos sociais adversos e ausência de base científica”. (Sidarta Ribeiro, neurocientista, biólogo, professor titular e vice-diretor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte).

Não espere passar por uma situação de necessidade para apoiar e difundir a informação real. Para uma saúde plena mantenha seu sistema endocanabinoide em equilíbrio. Cuide dele e ele cuidará de você! É nesse sentido que insisto em falar desse sistema, acreditando que é a base de tudo. E se alguém que ler esse artigo conseguir explicar para outra pessoa o que é esse sistema – ficarei muito feliz, ampliando nosso conhecimento sobre esse conjunto de receptores que faz a cannabis estar onde está agora, e num lugar ainda mais crucial, onde acredito que ela vai chegar.

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* Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do IstoÉ.

Fonte: IstoÉ

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2º Congresso da Felicidade de Brasília anuncia palestrantes e amplia diálogo entre educação, gestão pública, espiritualidade e mundo corporativo

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O 2º Congresso da Felicidade de Brasília, que será realizado no dia 20 de março de 2026, no Museu Nacional da República, confirma os nomes dos palestrantes desta edição e consolida o evento como um dos principais fóruns nacionais dedicados ao debate sobre felicidade, bem-estar e desenvolvimento humano. Após o impacto da primeira edição, o Congresso amplia sua proposta e reúne lideranças do Brasil e do Butão para discutir a felicidade como eixo estratégico de políticas públicas, cultura organizacional, formação educacional e transformação social.
O evento, realizado pelo IPCB – Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro, com apoio do Ministério da Cultura e da Secretaria de Articulação Federativa e Comitês de Cultura, acontecerá das 9h às 18h, em celebração ao Dia Internacional da Felicidade, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). A entrada é gratuita e as inscrições podem ser feitas através do https://felicidade.inscreva.online/.

Entre os nomes confirmados está Cosete Ramos, consultora da felicidade e idealizadora do Movimento Brasília Capital da Felicidade. Com o tema “Educação para Felicidade”, Cosete abordará o papel da escola e da formação humana na construção de uma sociedade emocionalmente mais saudável e consciente. Para ela, a felicidade deve ser compreendida como valor estruturante da educação contemporânea, capaz de orientar práticas pedagógicas, fortalecer vínculos e preparar crianças e jovens para uma vida com propósito e responsabilidade social. “Ver o Congresso chegar à segunda edição com esse nível de engajamento é uma enorme satisfação. Isso mostra que a felicidade deixou de ser um discurso e passou a ser uma construção coletiva, assumida por educadores, gestores e pela sociedade”, afirma.

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A dimensão internacional do evento será reforçada pela presença de Lhatu, diretor executivo do Centro de Felicidade Interna Bruta do Butão. Sua palestra, intitulada “A Felicidade Interna Bruta (FIB) é mais importante do que o Produto Interno Bruto (PIB)”, trará a experiência do país que se tornou referência mundial ao adotar a felicidade como indicador oficial de desenvolvimento. O modelo butanês propõe uma abordagem que integra bem-estar psicológico, sustentabilidade ambiental, cultura e boa governança, ampliando a compreensão tradicional baseada exclusivamente em indicadores econômicos.

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O Congresso também trará a perspectiva do mundo empresarial com a participação de Lívia Azevedo, primeira diretora de Felicidade do Brasil. Em sua palestra, “Felicidade corporativa: a jornada que transforma pessoas e negócios”, Lívia compartilhará experiências práticas sobre como o bem-estar organizacional impacta produtividade, engajamento e cultura empresarial. Em um contexto em que saúde mental e clima organizacional ganham centralidade nas estratégias de negócios, sua participação amplia o diálogo entre desenvolvimento humano e performance institucional.

A dimensão técnica e científica da programação será representada por Manoel Clementino Barros Neto, diretor-presidente do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF). Ele apresentará os resultados da pesquisa inédita “Felicidade no Distrito Federal: fatores associados e implicações para políticas públicas”, estudo que analisa dados objetivos e subjetivos sobre qualidade de vida e percepção de bem-estar da população do DF. A apresentação marca um passo importante na consolidação da felicidade como indicador relevante para formulação de políticas públicas baseadas em evidências.

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Completando o quadro de palestrantes, o Bispo JB Carvalho, autor de 22 livros, incluindo o best-seller Metanoia, teólogo e conferencista, levará ao Congresso uma reflexão que conecta espiritualidade, consciência e transformação interior. Reconhecido por sua atuação na formação de lideranças e no estímulo à renovação do pensamento como instrumento de mudança de realidades, o Bispo abordará o tema: Espiritualidade e Felicidade.
Para o presidente do IPCB, Jorge Luiz, a consolidação do Congresso demonstra maturidade institucional e reconhecimento público da pauta. “É uma grande satisfação ver o Congresso crescer e reunir vozes tão diversas em torno de um propósito comum. A felicidade hoje é um tema estratégico e necessário, e Brasília assume um papel de protagonismo ao abrir esse espaço qualificado de diálogo”, destaca.
Serviço:

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2º Congresso da Felicidade de Brasília
Quando: 20 de março de 2026, das 9h às 18h
Onde: Museu Nacional da República – Brasília
Ingressos: gratuito
Inscrições: Link
Mais informações: @congressodafelicidadebsb

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