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Saúde

Projeto do Sesc-DF oferece apoio emocional a estudantes para lidar com ansiedade e estresse

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Com foco na saúde mental de estudantes, o Sesc-DF lançou o projeto “Estudamente”, um grupo terapêutico criado para auxiliar jovens e adultos que enfrentam ansiedade, estresse e excesso de autocobrança no ambiente acadêmico. A iniciativa será realizada na unidade do Sesc 504 Sul e é voltada a pessoas com idades entre 15 e 45 anos.

O projeto foi desenvolvido pelas psicólogas Lilian Moreira e Raianny Albuquerque, a partir da observação de demandas recorrentes relacionadas ao sofrimento emocional causado pelas pressões dos estudos. Entre as queixas mais comuns estão dificuldades de concentração, frustrações constantes e desafios para manter o equilíbrio entre desempenho acadêmico e bem-estar.

De acordo com as idealizadoras, a proposta é mostrar que o processo de aprendizado não deve gerar adoecimento. O cuidado com a saúde mental é apresentado como parte fundamental da trajetória educacional, contribuindo para resultados mais saudáveis e sustentáveis ao longo do tempo.

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Inscrições abertas

As inscrições para as turmas de 2026 estão abertas entre 12 de janeiro e 20 de fevereiro. Ao todo, serão disponibilizadas 50 vagas, com previsão de oito encontros, organizados em três grupos, conforme a faixa etária dos participantes.

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As informações sobre valores variam de acordo com o tipo de credenciamento e podem ser consultadas diretamente no site do Sesc-DF. Para participar, os interessados devem preencher o formulário de inscrição disponibilizado pela instituição.

Saúde mental em pauta

Estudos recentes reforçam a importância de iniciativas voltadas ao cuidado emocional de estudantes. Pesquisas acadêmicas indicam índices elevados de ansiedade e depressão entre alunos de diferentes regiões do país, além de levantamentos internacionais que apontam impactos significativos da vida acadêmica e de fatores financeiros na saúde mental desse público.

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Diante desse cenário, projetos como o “Estudamente” buscam oferecer espaços de acolhimento, escuta e orientação psicológica, contribuindo para a promoção da qualidade de vida e do equilíbrio emocional durante a jornada educacional.

Fonte: acontecedf.com.br

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Saúde

Banco de leite do HRT passa por reforma e tem atendimento temporariamente restrito

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Bebês não nascidos no HRT devem procurar outras unidades da rede para orientação sobre aleitamento materno e doação de leite

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Agência Brasília | Edição: Plácido Fernandes

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O Banco de Leite Humano do Hospital Regional de Taguatinga (BLH/HRT) está com atendimentos temporariamente restritos por conta de obras de reforma. A intervenção vai promover melhorias nas condições higiênico-sanitárias e na estrutura do espaço, com o objetivo de ampliar o controle de qualidade e a segurança do leite humano, além de proporcionar melhores condições para a assistência às famílias.

Durante o período de obras, o fluxo de atendimento foi reorganizado. Desde o final de agosto, os bebês nascidos no HRT e atendidos pelo banco de leite são acolhidos no Centro Especializado em Reabilitação (CER II Taguatinga), localizado a poucos metros do hospital.

 

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Os atendimentos no CER II Taguatinga ocorrem das 7h30 às 10h e das 13h30 às 16h. O serviço será destinado exclusivamente aos bebês nascidos no HRT que necessitem de suporte relacionado ao aleitamento. “Os atendimentos serão feitos apenas para os bebês do HRT que precisam de suporte, como bebês prematuros, de baixo peso e aqueles que apresentam dificuldades na amamentação”, explica Natália Conceição, chefe do setor.

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Apesar da restrição temporária dos atendimentos, os serviços de coleta, pasteurização e distribuição de leite humano realizados pelo BLH seguem funcionando normalmente em outro setor do HRT durante as obras. “A reorganização temporária do fluxo foi necessária para garantir a continuidade da assistência durante o período de revitalização do espaço”, observa Conceição.

Nascidos em outras unidades

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Enquanto o Banco de Leite do HRT estiver com atendimentos restritos, quem precisar de orientação ou suporte para o aleitamento materno deverá procurar o banco de leite humano da unidade onde o bebê nasceu, uma unidade básica de saúde (UBS), outro banco de leite humano ou posto de coleta da rede pública, preferencialmente o mais próximo de sua residência.

A rede do Distrito Federal conta atualmente com 14 bancos de leite humano e sete postos de coleta de leite humano. A relação das unidades, com endereços e contatos, pode ser consultada aqui.

Serviço disponível em todo o DF

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Os bancos de leite humano e os postos de coleta de leite humano atuam na promoção, proteção e incentivo ao aleitamento materno no Distrito Federal. As unidades oferecem atendimento e orientação a mães e bebês, realizam a coleta e o processamento do leite humano doado e fazem a distribuição do leite pasteurizado para os recém-nascidos que necessitam desse alimento. Também são responsáveis por garantir a qualidade e a segurança do leite por meio de processos de seleção, classificação e pasteurização. Essas ações contribuem para a promoção da saúde e para a redução da mortalidade infantil.

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Integrado à Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, o Distrito Federal faz parte da maior rede de bancos de leite humano do mundo, reconhecida internacionalmente pela atuação na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno.

 

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