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Guarda compartilhada de pets avança no Brasil e exige atenção com rotina e alimentação dos animais
São Paulo, abril de 2026. A regulamentação da guarda compartilhada de animais de estimação após a separação de casais avançou no Congresso Nacional com a aprovação do projeto pelo Senado Federal. A proposta estabelece regras para esse modelo de cuidado, prevendo que, na ausência de acordo entre os tutores, a Justiça poderá definir a divisão da convivência com o animal, bem como a responsabilidade por despesas como alimentação, higiene e cuidados veterinários. O texto segue agora para sanção do Luiz Inácio Lula da Silva.
A proposta reflete uma realidade cada vez mais comum no país. Cães e gatos são vistos como membros da família e, diante de separações, muitos responsáveis optam por dividir os cuidados com o animal. No entanto, a guarda compartilhada exige organização e diálogo para que a mudança de rotina não prejudique o bem-estar do pet.
Entre os pontos sensíveis nesse cenário que necessitam de atenção está a alimentação. Mudanças frequentes de ambiente, horários ou tipo de alimento podem gerar estresse, alterações digestivas e até recusa alimentar.
Segundo Mayara Andrade, médica-veterinária de Guabi Natural (MBRF Pet), o planejamento é fundamental para que o animal se adapte bem à dinâmica entre as duas casas.
“Quando o pet passa a alternar entre dois ambientes, o ideal é que a rotina alimentar permaneça o mais estável possível. Isso significa manter o mesmo alimento, respeitar os horários das refeições e seguir as quantidades recomendadas para o animal. Mudanças frequentes na dieta podem provocar desconfortos digestivos e dificultar o acompanhamento da saúde nutricional”, explica.
Mesma dieta nas duas casas
Um dos erros mais comuns em situações de guarda compartilhada é cada responsável oferecer um tipo diferente de alimento ou alterar a dieta sem orientação e alinhamento. De acordo com recomendações da World Small Animal Veterinary Association (WSAVA), mudanças na alimentação devem ser feitas de forma gradual e sempre com orientação veterinária para evitar ou reduzir distúrbios gastrointestinais.
Para a veterinária, o ideal é que ambos os responsáveis combinem previamente qual será o alimento oferecido ao pet.
“Mesmo quando os responsáveis têm boas intenções, é comum que cada um queira agradar o animal de uma forma diferente. Mas oferecer alimentos distintos em cada casa pode causar desequilíbrio nutricional ou excesso de calorias. O melhor caminho é manter o mesmo alimento, independentemente de onde o pet esteja”, afirma Mayara.
Atenção aos petiscos
Outro ponto que exige atenção são os petiscos. Em muitos casos, cada tutor oferece recompensas sem saber o que o outro já deu ao animal ao longo do dia.
De acordo com orientações da médica-veterinária, petiscos não devem ultrapassar cerca de 10% da ingestão calórica diária de cães e gatos. Quantidades maiores podem contribuir para obesidade e desequilíbrio nutricional.
“Quando o pet vive em duas casas, o ideal é que os tutores também alinhem a oferta de petiscos. Às vezes o animal acaba recebendo mais recompensas do que deveria, simplesmente porque cada pessoa acredita estar oferecendo pouco”, explica a profissional.
Comunicação facilita o cuidado
Mayara destaca que a guarda compartilhada pode funcionar bem quando existe comunicação entre os tutores. Informações sobre alimentação, peso do animal, restrições alimentares ou eventuais mudanças de comportamento devem ser compartilhadas.
Segundo a profissional, pequenos cuidados fazem diferença no longo prazo.
“Os pets dependem da previsibilidade para se sentirem seguros. Quando a alimentação, os horários e os cuidados básicos são mantidos de forma consistente nas duas casas, o animal consegue se adaptar melhor à nova rotina e manter a saúde em equilíbrio”, conclui.
Com a tendência de regulamentação da guarda compartilhada de pets no Brasil, Mayara reforça que a divisão do tempo com o animal deve vir acompanhada de responsabilidade conjunta: “Mais do que organizar a convivência, é essencial garantir que a qualidade dos cuidados permaneça a mesma em qualquer ambiente”, finaliza.
CRÉDITOS:
FOTO: Divulgação
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Bandeira verde em abril garante alívio na conta de luz e reforça oportunidade de economia
Sem taxa extra na fatura, consumidores podem ampliar a redução de gastos com hábitos simples no dia a dia
Brasília, 1º de abril de 2026 – O mês da Páscoa começa com uma notícia positiva para os consumidores: não haverá cobrança adicional na conta de energia elétrica em abril. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou, no fim da semana passada, a manutenção da bandeira tarifária verde, em vigor desde janeiro.
De acordo com a agência reguladora, o volume de chuvas registrado em março assegurou níveis satisfatórios nos reservatórios das hidrelétricas, favorecendo a geração de energia. Esse cenário reduz a necessidade de acionamento das usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado.
Apesar do contexto favorável, a Neoenergia Brasília destaca que o uso responsável da energia continua sendo essencial. A adoção de práticas conscientes contribui para diminuir despesas, fortalecer a sustentabilidade do sistema elétrico e preservar condições mais econômicas nos próximos meses.
A distribuidora também chama atenção para atitudes sustentáveis durante o período, como a reciclagem de resíduos comuns nas celebrações, a exemplo de papel, plástico e alumínio, que ajudam a reduzir o consumo energético ao longo da cadeia produtiva.
Consumo consciente começa em casa
Pequenas mudanças de comportamento podem gerar impacto significativo na conta de luz. A Neoenergia Brasília orienta consumidores residenciais, comerciais e industriais a adotarem medidas práticas:
Climatização – Manter o ar-condicionado entre 23ºC e 25ºC, utilizar a função de desligamento automático e limpar os filtros regularmente aumenta a eficiência. Modelos com tecnologia Inverter consomem menos energia. Ventiladores de teto podem complementar o conforto térmico com menor gasto.
Chuveiro elétrico – Utilizar a posição “verão” pode reduzir o consumo em até 30%. Banhos mais curtos e o fechamento do registro ao se ensaboar também ajudam. Para segurança, é importante usar resistências originais. Sempre que possível, o aquecimento solar é uma alternativa eficiente.
Refrigeração – Verificar a vedação da geladeira, evitar armazenar alimentos quentes e manter o equipamento afastado da parede contribuem para o bom desempenho. Abrir a porta apenas quando necessário evita desperdício.
Iluminação eficiente – Priorizar a luz natural, apagar lâmpadas em ambientes vazios e optar por modelos de LED são medidas simples, com menor consumo e maior durabilidade.
Dicas rápidas para economizar energia
Apague as luzes ao sair dos ambientes;
Utilize lâmpadas de LED;
Aproveite a iluminação natural;
Evite abrir a geladeira com frequência;
Não armazene alimentos quentes;
Use o chuveiro na opção “verão”;
Lave e passe roupas de uma só vez;
Retire aparelhos da tomada quando não estiverem em uso;
Mantenha o ar-condicionado limpo e regulado;
Instale sensores de presença em áreas de menor circulação;
Prefira eletrodomésticos com selo Procel;
Realize manutenções periódicas nas instalações elétricas.
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