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FESTIVAL ROCKCEI 10 ANOS CELEBRA UMA DÉCADA DE RESISTÊNCIA DA CENA UNDERGROUND EM BRASÍLIA

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Projeto que nasceu como programa de rádio independente se consolida como plataforma cultural e realiza festival com nomes nacionais e locais

O que começou em 2015 como uma iniciativa independente entre amigos transformou-se em um dos principais movimentos de valorização da cultura underground no Distrito Federal. Idealizado pelo grande comunicador, radialista e ator Aridicto Carvalho, conhecido como Ari, o RockCei chega aos 10 anos consolidado como uma plataforma cultural multiplataforma que conecta a cena independente de Brasília ao Brasil e ao mundo — e celebra esse marco com a realização do Festival RockCei 10 Anos.

 A história do RockCei nasce da necessidade e do espírito “faça você mesmo”. Criado inicialmente como um programa de rádio voltado ao rock, o projeto teve início com gravações caseiras, estrutura limitada e forte uso da internet como meio de conexão direta com o público. Foi nesse contexto que surgiram quadros marcantes como as “propagandas fakes”, o Jornal Prisional e a Família Muzarela, revelando a identidade irreverente e criativa do projeto.

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Com o crescimento da audiência, o RockCei conquistou espaço em emissoras como Ação FM e Líder FM, tornando-se vitrine para bandas independentes lançarem seus primeiros trabalhos. Mesmo enfrentando resistência do circuito tradicional, consolidou-se como um importante canal de difusão da música autoral.

Atualmente, operando a partir do Estúdio 3, no Halen Rock, o RockCei reúne diferentes frentes: canal no YouTube, web rádio 24 horas, portal de notícias e uma rede de colaboradores no Brasil e no exterior, com correspondentes em Portugal e Angola. Como parte das ações comemorativas de seus 10 anos, o projeto lança também a TVRockCEI, ampliando sua atuação audiovisual e fortalecendo a difusão da cultura underground.

 Festival RockCei 10 Anos

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Para celebrar uma década de atuação na cena independente, o RockCei realiza o Festival RockCei 10 Anos, nos dias 04 e 05 de abril, na Casa do Cantador, em Ceilândia (DF).

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O evento conta com fomento da PNAB – Política Nacional Aldir Blanc, por meio de edital voltado a produções culturais, representando também um avanço na inserção da cultura rock underground no âmbito das políticas públicas. A iniciativa é uma proposição da Associação de Arte e Cultura de Ceilândia (AACUC), que possui trajetória consolidada na promoção de eventos multiculturais na região. Como parte das ações formativas do projeto, todas as bandas selecionadas por chamamento público participaram de uma oficina de políticas culturais, amplamente bem recebida pelos artistas, promovida pelo coletivo Setorial Cultura Rock, movimento de articulação nacional voltado ao redesenvolvimento do rock no país.

 

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 Com dois dias de programação e cerca de 8 horas de atividades diárias, o festival contará com uma estrutura completa, incluindo dois palcos e uma programação que vai além dos shows. O público poderá vivenciar experiências diversas, como feira de artesanato, praça de alimentação, mural de grafite e outras expressões da cultura urbana. Entre os destaques, a Performance Jam Session de Skate, conduzida pela Associação Distrital de Skate (ADS), promete levar ainda mais energia ao evento, integrando música e esporte em uma experiência dinâmica e coletiva. Como fechamento, o domingo (5) será especialmente dedicado às vertentes mais extremas do rock.

 Mais do que uma sequência de apresentações musicais, o festival propõe uma experiência multicultural e inclusiva, reunindo diferentes linguagens artísticas e fortalecendo a economia criativa local ao integrar artistas, expositores e empreendedores da região.

O line-up traz nomes de destaque do rock brasileiro, como Supla, ícone do punk nacional com carreira consolidada dentro e fora do país; Inocentes, uma das bandas mais importantes da história do punk brasileiro; e The Mönic, representantes da nova geração e símbolo de representatividade feminina no rock. Outro destaque é a participação de Fernanda Lira, referência internacional no metal brasileiro.

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PROGRAMAÇÃO

Dia 04 (sábado): Arqvirus (DF), Black Jack (SP), Breena (DF), Drenna (RJ), Guizão (DF), Inocentes (SP), P-40 (DF), Supla (SP), Terno Elétrico (DF), The Mönic (SP)

Dia 05 (domingo): Alcoholic Vórtex (DF), Arvak (GO), Death Slam (DF), Mofo (DF), Mystifier (BA), N.W.77 (DF), Nume Consense (DF), Siegrid Ingrid (SP), Summa (DF), Worst (SP).

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Além de celebrar a música, o festival realiza uma ação de contrapartida social com a arrecadação de 1kg de alimento não perecível ou absorventes íntimos, destinados a instituições e comunidades em situação de vulnerabilidade, entre elas a Conferência de São Luiz Gonzaga – Sociedade São Vicente de Paulo. A iniciativa convida o público a somar forças nessa corrente de solidariedade, reforçando o compromisso coletivo com o impacto social e com a transformação de realidades por meio da cultura.

Mais do que um festival, o RockCei 10 Anos representa a consolidação de um movimento que nasceu independente e hoje atua como ponte entre artistas, territórios e públicos, mantendo viva a essência da cultura underground: resistência, autenticidade e conexão.

SERVIÇO:
Festival RockCei
 10 Anos
Data: 04 e 05 de abril de 2026
Horário: das 15h às 00h
Local: Casa do Cantador – Ceilândia (DF)
Entrada: Gratuita Contribuição solidária opcional: doação de alimentos não perecíveis e absorventes íntimos
Transmissão ao vivo: Canal RockCei no YouTube
Classificação indicativa: Livre (sujeita à confirmação)

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REALIZAÇÃO Produção: RockCei Realização: AACUC Ceilândia, Instituto Omni, PNAB-DF, Secretaria de Economia Criativa do DF e Ministério da Cultura Apoio: Halen Rock e Setorial Cultura Rock Processo SEI nº 00150-00005624/2025-57

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Curiosidades

Gratuito! Brasília recebe galeria nacional de videoartes na Casa de Cultura da América Latina

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Em cartaz de 9 a 31 de julho, a galeria da ‘Mostra de Imagem em Movimento – MAPA’ ocupa simultaneamente os dois andares da CAL, de segunda a sábado, entre 10h e 19h. A entrada é gratuita.

Brasilienses e turistas são aguardados na ‘Casa de Cultura da América Latina’ (CAL), a partir do dia 9 de julho, às 18h, para uma homenagem especial à videoarte contemporânea produzida no país. Artistas de diferentes regiões do Brasil, convidados especiais, cineastas, djs e curadores se juntam ao público para celebrar a história da videoarte, durante a 1ª Mostra de Imagem em Movimento – MAPA.

Próximo à Praça dos Três Poderes, a Casa de Cultura da América Latina (Asa Sul de Brasília) sedia a nova temporada do MAPA, entre os dias 9 e 31 de julho, de segunda a sábado, das 10h às 19h, com entrada gratuita. Promovendo diálogos curatoriais e trocas com artistas do Maranhão, Pará e Rio de Janeiro, a exposição itinerante chega ao Distrito Federal em formato inédito, dando às boas-vindas a Galeria de Videoarte do MAPA.

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A programação ocupa simultaneamente os dois andares da CAL. Para exposição, a Galeria Urucum apresenta dez videoartes em formato de curtas-documentários, enquanto a Galeria de Bolso reúne entrevistas, comentários e os bastidores da produção. Já a Galeria CAL recebe as videoinstalações que marcaram as passagens por São Luís (MA) e Belém (PA), ampliando o diálogo entre artistas, territórios e diferentes linguagens da imagem em movimento.

Em um espetáculo de ‘imagens em movimento’, o público acompanha a exibição de dez curtas: Tudo é correnteza, de Rafa Cardozo; Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah; Travessia, de Ícaro Matos; Todo trajeto, também é um rio, de Juruna; Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri; Uma Casinha no Trilho, de Acaique; História da Terra, de Dinho Araújo, Frágil Dureza, de  Inke; Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil e Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes.

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Diante de importantes marcos, a exibição chega durante as celebrações de meio século da videoarte no Brasil. Nesse sentido, o MAPA leva a paixão pela videoarte para além das primeiras pesquisas sobre tecnologias e corpos nos anos 90, e refina o olhar artístico com a inclusão de colagens e fotografias, além de pinturas digitais na produção artística.

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Mostrando a força da videoarte e do videomapping pelo Brasil, o MAPA comemora a chegada em Brasília após colorir as fachadas históricas no eixo Norte e Nordeste. A exposição pelas cidades já assina 8 horas de programação e mais de 3,2 mil metros quadrados de arte exibidas, envolvendo a participação direta de 230 colaboradores e 40 organizações.

O legado histórico dá origem à identidade da galeria, que encerra um ciclo itinerante dedicado à preservação da memória ferroviária por meio da arte. De acordo com o coordenador-geral do MAPA, João Pacca, a coleção criada traz questões do presente, passado e futuro, por meio de uma linguagem acessível.

“Nós oferecemos à infraestrutura da Estrada de Ferro Carajás uma coleção de arte contemporânea que aponta para os principais representantes de sua memória e potência, formada por artistas entre o Maranhão (MA) e o Pará (PA), cada qual com sua equipe e comunidade. Eu acredito que esta edição do MAPA foi extremamente brilhante. Entender a memória ferroviária não é uma tarefa para a literalidade. A Estrada de Ferro Carajás é gigante, tanto em importância quanto em complexidade. E os artistas que convidamos ao projeto nos trouxeram retóricas absolutamente distintas que nos permite criar uma observação muito rica dessa relíquia cultural que é a ferrovia”, conclui João Pacca.

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A 1ª edição do MAPA – Mostra de Imagem em Movimento é realizada pela OPACCA Produção de Imagem, com articulação e parceria da Vale, por meio de Recursos para Preservação da Memória Ferroviária (RPMF), e é uma iniciativa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Confira abaixo os documentários e os artistas participantes:

  • Tudo é Correnteza, de Rafa Cardozo;

  • Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah;

  • Travessia, de Ícaro Matos;

  • Todo trajeto, também é um rio, de Juruna;

  • Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri;

  • Uma Casinha no Trilho, de Acaique;

  • História da Terra, de Dinho Araújo;

  • Frágil Dureza, de  Inke;

  • Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil;

  • Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes;

SERVIÇO

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[Vernissage do MAPA em Brasília]
Quando: 9 de julho, quinta-feira;
Horários: a partir das 18h;
Onde: Casa de Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 – Asa Sul, Brasília – DF;
Gratuito

SERVIÇO

[Galeria da ‘Mostra de Imagem em Movimento – MAPA’ em Brasília]
Quando: de 9 a 31 de julho;
Dias e horários: de segunda a sábado, entre 10h e 19h;
Onde: Casa de Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 – Asa Sul, Brasília – DF;
Gratuito

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