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Perfil do comprador de imóveis no Brasil reflete maturidade e renda ativa, segundo pesquisa

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A média de idade dos compradores de imóveis no Brasil é de 47 anos. Segundo estudo de tendências de moradia do DataZAP+, área de inteligência de dados do grupo OLX, em 2025, a geração X, formada por pessoas entre 42 e 61 anos, representava 49% dos interessados em adquirir ou que já compraram um imóvel para moradia ou investimento. Já a geração Y, entre 30 e 41 anos, corresponde a 29%. O mercado imobiliário é composto majoritariamente por homens (53%), enquanto as mulheres representam 47%.

O levantamento também indica que 78% dos compradores são economicamente ativos e que a intenção de compra está concentrada nas classes B e C, que somam 81% dos entrevistados.

Paulo Muniz, Diretor da CONBRAL, uma das mais antigas empresas em atividade na área de construção civil da capital federal, observa que o cenário revela um mercado orientado por maturidade, estabilidade financeira e planejamento de longo prazo. Segundo ele, há também uma busca crescente por empreendimentos que conciliam praticidade e qualidade de vida. “Além da localização, os compradores priorizam plantas funcionais e áreas de lazer completas. Espaços como churrasqueira, academia e piscina deixaram de ser diferenciais e passaram a integrar o conjunto de requisitos essenciais na escolha do imóvel”, destaca.

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O resultado da pesquisa do DataZAP+ tem reflexo no Distrito Federal. Na CONBRAL, por exemplo, há uma predominância de clientes acima de 35 anos, em sua maioria casados, que buscam segurança na decisão de compra e valorizam os diferenciais do empreendimento. A localização estratégica aparece como fator determinante, especialmente a proximidade com vias de acesso, comércio e serviços. “O cliente está mais criterioso e orientado por conveniência e funcionalidade. A decisão passa pela análise da mobilidade urbana, da infraestrutura consolidada do entorno e da perspectiva de valorização”, afirma Paulo Muniz.

Diante desse panorama, a evolução do perfil do comprador sinaliza um mercado mais analítico e orientado por critérios objetivos, onde mobilidade, infraestrutura urbana e qualidade construtiva refletem na decisão de aquisição. “A tendência aponta para a consolidação de empreendimentos que respondam a essas demandas estruturais, atendendo um consumidor atento às condições econômicas, ao planejamento familiar e à valorização patrimonial no longo prazo”, finaliza.

Sobre a CONBRAL

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A CONBRAL é uma das mais antigas empresas em atividade na área de construção civil da capital federal. Desde outubro de 1968 vem construindo sua sólida história em Brasília. Planejamento, persistência, determinação, trabalho e boa gestão. Já construiu mais de 1,3 milhão de m² em Brasília, Goiânia, Anápolis, Itumbiara, Boa Vista (Roraima) e Manaus (Amazonas). Seu pioneirismo é lembrado com as primeiras obras do Guará II, de Samambaia e Águas Claras, além de participar diretamente com outros parceiros, do planejamento e construção dos empreendimentos Quadra Parque 311 Norte e o Ilhas do Lago, referências em qualidade, conforto e valorização no D

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CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

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Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

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O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

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Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

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É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

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