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UPA de Ceilândia passa a oferecer teleconsulta pediátrica para agilizar atendimento

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Serviço amplia assistência nas unidades e reforça capacidade de resposta da rede durante período de maior circulação de vírus
Com a chegada das temperaturas mais baixas, sintomas como tosse, febre e dificuldade para respirar voltam a levar crianças às unidades de saúde. Para dar mais agilidade a esse atendimento, a UPA de Ceilândia passou a oferecer teleconsulta pediátrica e se torna a quarta unidade do Distrito Federal com o serviço voltado exclusivamente para o público infantil.
Situações como essa já fazem parte da rotina da unidade. A auxiliar de serviços gerais Laura Pereira da Silva viveu essa experiência ao levar o filho de 2 anos para atendimento. Em poucos minutos, ele foi atendido por vídeo, com acompanhamento da equipe de enfermagem. “Eu cheguei preocupada, como toda mãe fica. Quando falaram da teleconsulta, confesso que fiquei na dúvida, mas foi muito rápido. Saí mais tranquila”, conta.
A teleconsulta pediátrica começou a ser oferecida na unidade nesta quarta-feira (1º) e integra a estratégia do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) para ampliar a capacidade de resposta da rede em períodos de maior procura por atendimento.
Nesse cenário, a ampliação do serviço acompanha um comportamento já conhecido nesta época do ano, quando a queda das temperaturas costuma aumentar a demanda por atendimentos respiratórios infantis.
Rede amplia teleconsulta nas UPAs
O Distrito Federal conta atualmente com 11 UPAs com teleatendimento, número ampliado recentemente com a implantação do serviço na UPA do Paranoá, inaugurada no dia 31, fortalecendo a cobertura em diferentes regiões administrativas.
Além disso, quatro unidades oferecem atendimento remoto voltado exclusivamente para o público infantil: Sobradinho, São Sebastião, Recanto das Emas e, agora, Ceilândia.
Dentro dessa estratégia, a organização do atendimento é um dos principais ganhos apontados pelas equipes.
De acordo com a gerente de Assistência das UPAs do IgesDF, Adriana Gonçalves, a ampliação do serviço contribui diretamente para esse processo. “A teleconsulta pediátrica garante mais agilidade aos casos de menor complexidade e permite que a equipe presencial concentre esforços nos atendimentos mais graves”, explica.
Como funciona o atendimento
Na prática, o atendimento segue um fluxo estruturado dentro da própria unidade, mesmo sendo realizado por vídeo.
Tudo começa na classificação de risco. Pacientes com pulseira verde, que indica menor gravidade, podem optar pela teleconsulta. Antes do atendimento, é apresentado o termo de consentimento à família.
Em seguida, a criança é encaminhada para uma sala preparada para o atendimento remoto. No local, um profissional de enfermagem permanece ao lado durante toda a consulta, auxiliando no que for necessário e garantindo que a comunicação com o médico ocorra de forma adequada.
Durante a teleconsulta, o médico faz perguntas, avalia o quadro clínico e orienta o tratamento. Ao final, a família já sai com orientações, encaminhamentos e, quando necessário, prescrição médica.
Com o serviço em funcionamento, os impactos já começam a ser percebidos no dia a dia das unidades. Para a gerente da unidade, Juliete Souza, a teleconsulta contribui para melhorar o fluxo desde a chegada do paciente. “O atendimento se torna mais organizado, o tempo de espera diminui e a experiência de quem procura a unidade melhora”, afirma.
Na rotina das equipes, a mudança também é significativa. “A implantação representa um avanço na forma de cuidar, trazendo mais agilidade e resolutividade para o atendimento”, destaca a supervisora de Enfermagem, Roberta Seabra.
Segundo a gerente da UPA de Ceilândia, Graziele Faria, a aceitação do serviço tem crescido entre os pacientes. “Já observamos mais agilidade no atendimento dos casos de menor complexidade. Isso ajuda a reduzir o tempo de permanência e manter o fluxo mais organizado”, conclui.
CRÉDITOS:
Texto por Luciane Paz
Fotos: Ualisson Noronha/IgesDF
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Bolsa Família chega a mais de 165,2 mil beneficiários do Distrito Federal a partir desta quarta (17)

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Investimento do Governo do Brasil para atender o Distrito Federal supera R$ 114,3 milhões. Valor médio do benefício no estado é de R$ 691,85

O cronograma de pagamentos leva em conta o fim do NIS e segue até o dia 30: 207 municípios recebem o pagamento de maneira unificada hoje – Foto: Lyon Santos / MDS

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Em junho, um total de 165.382 famílias do Distrito Federal estão contempladas com o Bolsa Família. Para isso, o investimento do Governo do Brasil no estado supera R$ 114,3 milhões. O valor garante um benefício médio de R$ 691,85. O cronograma de pagamentos tem início nesta quarta-feira, 17 de junho, e segue até o dia 30, de acordo com o final do Número de Identificação Social – NIS (confira abaixo).
PRIMEIRA INFÂNCIA – No pacote de benefícios incluídos na retomada do programa desde 2023, 86.880 crianças de zero a seis anos recebem o Benefício Primeira Infância no Distrito Federal. Isso significa um adicional de R$ 150 destinado a cada integrante dessa faixa etária na composição familiar. O investimento para assegurar esse repasse no estado é de R$ 12,3 milhões.
COMPLEMENTARES — O Bolsa Família prevê outros benefícios complementares, no valor adicional de R$ 50, que chegam a 5,6 mil gestantes, 3,3 mil nutrizes e 139,6 mil crianças e adolescentes de sete a 18 anos no estado. Para esses pagamentos, o investimento supera R$ 17,08 milhões.
ESPECÍFICOS — Neste mês, o Bolsa Família alcança no Distrito Federal, em seu grupo prioritário e específico, 6,7 mil famílias com pessoas em situação de rua, 443 com pessoas indígenas, 214 com quilombolas, 89 com crianças em situação de trabalho infantil, 710 com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 7,3 mil com catadores de material reciclável.

 

NACIONAL – Em todo o país, neste mês, serão 19,34 milhões de famílias atendidas pelo Bolsa Família nos 5.571 municípios, com valor médio de benefício de R$ 677,66. O investimento do Governo do Brasil no programa de transferência de renda é de R$ 13,08 bilhões em junho.
ENFRENTAMENTO A DESASTRES – Dentro das ações de enfrentamento a desastres previstas no programa de transferência de renda para situações como secas, enchentes, inundações e eventos climáticos extremos, 207 municípios recebem o pagamento de maneira unificada, no primeiro dia do calendário. Entre eles, 124 cidades do Rio Grande do Norte, 31 na Paraíba, 27 em Pernambuco, 10 no Paraná, seis em Roraima, cinco em Sergipe, três no Amazonas e uma no Rio de Janeiro.
PRIMEIRA INFÂNCIA — No pacote de benefícios incluídos na retomada do programa desde 2023, 8,44 milhões de crianças de zero a seis anos recebem neste mês o Benefício Primeira Infância. Isso significa um adicional de R$ 150 destinado a cada integrante dessa faixa etária na composição familiar. O investimento é de R$ 1,19 bilhão.
COMPLEMENTARES — O Bolsa Família também prevê outros benefícios complementares, no valor adicional de R$ 50, que chegam a 14,35 milhões de crianças e adolescentes de sete a 18 anos, além de 670,1 mil gestantes e 339,7 mil nutrizes. Para esses pagamentos, o investimento supera R$ 706,79 milhões.
ESPECÍFICOS — Neste mês, o Bolsa Família alcança, em seu grupo prioritário e específico, 282,7 mil famílias com pessoas em situação de rua, 258,9 mil com pessoas indígenas, 302,8 mil com quilombolas, 3,2 mil com crianças em situação de trabalho infantil, 56,3 mil com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 423,4 mil com catadores de material reciclável.

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PERFIL — Entre os responsáveis familiares no Bolsa Família, 16,22 milhões são mulheres, o que representa 84% do total de chefes de família atendidos pelo programa. A transferência de renda alcançou mais as famílias negras: 36,66 milhões das pessoas beneficiárias identificaram-se no Cadastro Único como de cor preta/parda (73,2%), tanto nas áreas urbanas como rurais.
PROTEÇÃO — Outra criação da nova versão do Bolsa Família, a Regra de Proteção permite aos beneficiários permanecerem no programa por até um ano, mesmo depois de conseguirem emprego com carteira assinada ou aumento de renda. Nesse caso, a família recebe 50% do valor. Esse parâmetro atinge, em junho, 2,26 milhões de famílias, com o investimento de R$ 832,1 milhões.
REGIÕES — No recorte por regiões, o Nordeste reúne o maior número de contemplados em junho. São 8,97 milhões de beneficiários, a partir de um investimento de R$ 6,03 bilhões. Na sequência aparece a região Sudeste (5,50 milhões de famílias e R$ 3,68 bilhões em repasses), seguida por Norte (2,49 milhões de famílias e R$ 1,76 bilhão), Sul (1,32 milhão de beneficiários e R$ 889,6 milhões) e Centro-Oeste (1,03 milhões de famílias e R$ 713,12 milhões).
ESTADOS — Na divisão por unidades federativas, o maior número de contemplados em junho está na Bahia. São 2,38 milhões de famílias beneficiárias no estado, a partir de um aporte de R$ 1,58 bilhão. Na sequência está São Paulo, com 2,31 milhões de contemplados. Em outros 6 estados há mais de um milhão de integrantes do programa: Pernambuco (1,50 milhão), Minas Gerais (1,46 milhão), Rio de Janeiro (1,43 milhão), Ceará (1,38 milhão), Pará (1,28 milhão) e Maranhão (1,17 milhão).
VALOR MÉDIO NOS ESTADOS — Roraima é o estado com maior valor médio de repasse aos beneficiários em junho: R$ 735,66. Completam a lista das cinco maiores médias o Amazonas (R$ 724,47), Acre (R$ 721,04), Amapá (R$ 720,89) e Pará (R$ 698,31).

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

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