Governador: “Terminar esses seis grandes hospitais vai ser um avanço gigantesco na Saúde”
Publicado em
3 de outubro de 2022
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A entrega dos seis novos hospitais que estão em construção em Mato Grosso, de acordo com o governador Mauro Mendes, vai representar “um avanço gigantesco na Saúde”.
Em entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real, nesta segunda-feira (03.10), o gestor destacou que essas são obras prioritárias para conclusão neste segundo mandato. Mauro foi reeleito no domingo, com 68,45% dos votos.
Estão sendo construídos os hospitais Julio Muller e Central, em Cuiabá, e quatro grandes regionais no interior: nas cidades de Confresa, Alta Floresta, Juína e Tangará da Serra.
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“Temos seis grandes hospitais para terminar. Se terminarmos e vamos terminar, já vai ser um avanço gigantesco na Saúde. Tínhamos pouco mais de 500 leitos administrados pelo Estado e agora temos mais de 1 mil. E com esses hospitais vamos dobrar de novo, para mais de 2 mil leitos. Então seria algo extraordinário do ponto de vista da Saúde Pública”, afirmou.
Os investimentos que o Estado está fazendo para tornar Mato Grosso mais atrativo para o Turismo também foram citados por Mauro Mendes.
“Aqui em Cuiabá teremos o Parque Novo Mato Grosso, estamos com as orlas de Santo Antônio de Leverger, Barão de Melgaço, Luciara, São Félix do Araguaia, Cáceres, ou seja, tem muita coisa iniciada. Aqui em Nobres, estamos terminando os projetos para transformar aquela região em grande potencial turístico, porque hoje não tem a mínima infraestrutura”, pontuou.
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Além disso, o governador também falou da solução dada para a concessão da BR-163, que passará a ser administrada pelo Estado para que, de uma vez por todas, ocorra a duplicação e os devidos investimentos, melhorando a logística e evitando as centenas de mortes que ocorrem ano a ano.
“Assumir a BR-163 ainda depende da negociação com a Caixa Econômica e o Banco do Brasil. Isso vai nos demandar muita energia, mas vai ser muito bom para Mato Grosso”, concluiu.
Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.
Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.
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Critérios para solicitar o benefício
⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha
⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social
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⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência
⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar
⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia
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⇒ Residir no Distrito Federal
⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos
⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.
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Como solicitar
O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.
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Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.
O que é necessário durante o recebimento
Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.
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Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.
O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.
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Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador
A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.
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