Com trabalho reconhecido e marketing inteligente e criativo, Botelho se reelege com votação em dobro
Publicado em
3 de outubro de 2022
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A combinação perfeita entre o seu perfil de homem simples, a qualidade e abrangência dos seus projetos e o trabalho de marketing apurado e inteligente da agência Gonçalves Cordeiro comandada pelo marqueteiro Claudio Cordeiro produziram nas eleições deste ano resultados excelentes, projetando o deputado Eduardo Botelho (União) como uma forte expressão do partido.
Reeleito para mais um mandato, Botelho praticamente duplicou sua votação em relação a 2018, cravando 51.998 mil votos em todos os municípios – principalmente Cuiabá e Várzea Grande, suas principais bases eleitorais. Essa performance também lhe projeta como uma liderança emergente pronta para novos desafios em eleições futuras. ‘Minha votação crescente, acredito, é resultado da nossa disposição para trabalhar por Mato Grosso, mas também à entrega da nossa equipe e com um marketing com mensagens diretas e verdadeiras’, disse o deputado minutos antes da confirmação oficial da sua reeleição.’’
Campeão de votos e de indicações e elaboração de projetos na Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho se notabilizou pela determinação e pelo talento e habilidade para aprovar propostas. Em abril deste ano, o governador Mauro Mendes (União), também reeleito no domingo passado (02), destacou na oportunidade que Botelho é um parlamentar pragmático, sem meias palavras e que não deixa para depois a resolução dos projetos ou impasses e discussões.
São essas qualidades e características que forjaram seu perfil e modos e que hoje são de conhecimento público. Nos dois mandatos, Botelho apresentou mais de 4.000 expedientes entre Projetos de Lei, Projetos de Resolução, Indicações, Moções, além de Audiências Públicas.
Presidente da ALMT, Eduardo Botelho vê o resultado das eleições, que lhe conferiram mais um mandato, como um incentivo para continuar na luta, buscando permanentemente melhores dias para Mato Grosso e sua população. “A confiança expressa nas urnas devolverei com muito mais trabalho ainda, esse é o meu compromisso”, disse Botelho.
Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.
Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.
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Critérios para solicitar o benefício
⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha
⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social
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⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência
⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar
⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia
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⇒ Residir no Distrito Federal
⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos
⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.
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Como solicitar
O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.
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Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.
O que é necessário durante o recebimento
Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.
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Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.
O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.
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Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador
A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.
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