Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Eleições 2022

Com trabalho reconhecido e marketing inteligente e criativo, Botelho se reelege com votação em dobro

Publicado em

A combinação perfeita entre o seu perfil de homem simples, a qualidade e abrangência dos seus projetos e o trabalho de marketing apurado e inteligente da agência Gonçalves Cordeiro comandada pelo marqueteiro Claudio Cordeiro produziram nas eleições deste ano resultados excelentes, projetando o deputado Eduardo Botelho (União) como uma forte expressão do partido.

Reeleito para mais um mandato, Botelho praticamente duplicou sua votação em relação a 2018, cravando 51.998 mil votos em todos os municípios – principalmente Cuiabá e Várzea Grande, suas principais bases eleitorais. Essa performance também lhe projeta como uma liderança emergente pronta para novos desafios em eleições futuras. ‘Minha votação crescente, acredito, é resultado da nossa disposição para trabalhar por Mato Grosso, mas também à entrega da nossa equipe e com um marketing com mensagens diretas e verdadeiras’, disse o deputado minutos antes da confirmação oficial da sua reeleição.’’

Campeão de votos e de indicações e elaboração de projetos na Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho se notabilizou pela determinação e pelo talento e habilidade para aprovar propostas. Em abril deste ano, o governador Mauro Mendes (União), também reeleito no domingo passado (02), destacou na oportunidade que Botelho é um parlamentar pragmático, sem meias palavras e que não deixa para depois a resolução dos projetos ou impasses e discussões.

Advertisement
Leia Também:  CLTcore: a tendência que é inspirada nos seus looks de trabalho

São essas qualidades e características que forjaram seu perfil e modos e que hoje são de conhecimento público. Nos dois mandatos, Botelho apresentou mais de 4.000 expedientes entre Projetos de Lei, Projetos de Resolução, Indicações, Moções, além de Audiências Públicas.

Presidente da ALMT, Eduardo Botelho vê o resultado das eleições, que lhe conferiram mais um mandato, como um incentivo para continuar na luta, buscando permanentemente melhores dias para Mato Grosso e sua população. “A confiança expressa nas urnas devolverei com muito mais trabalho ainda, esse é o meu compromisso”, disse Botelho.

Fonte: Eleições 2022

Advertisement
COMENTE ABAIXO:

Mulheres incriveis

Documentário registra a potência das vozes e da organização das Mulheres do Cerrado a partir do projeto Gênero e Biodiversidade

Published

on

Contra a violência do latifúndio e do patriarcado, as mulheres cerradeiras plantam a vida e o esperançar em seus quintais

 

Há uma sabedoria popular que corre os rios e rega com abundância a terra do Cerrado: “Mulheres são como as águas: crescem quando se juntam”. No último ano, mulheres cerradeiras do Piauí, Tocantins e Goiás se juntaram em suas resistências em defesa de seus corpos e de seus territórios, a partir do projeto ‘Gênero e Biodiversidade: Falas das Mulheres do Cerrado’. Os registros, repletos do esperançar que confronta realidades violentas, resultaram em um potente curta-documentário, que a CPT lança hoje, ao final de março, mês marcado pelo Dia Internacional da Mulher.

Advertisement

 

O vídeo-final rememora as atividades formativas comunitárias do projeto, uma realização conjunta entre a Articulação das CPTs do Cerrado e as regionais da CPT no Piauí, Tocantins e Goiás, em que a troca de conhecimentos e experiências entre as camponesas se mostrou como a essência da formação popular. As oficinas se aprofundaram em questões de gênero, segurança, sociobiodiversidade e agroecologia, além de promover a valorização de quintais produtivos e a geração de renda para autonomia das mulheres, também pelo acesso à políticas públicas.

 

Advertisement

“A gente tem aprendido muito, mas muito mesmo, pra poder levar adiante. A nossa vida de mulher, de camponesa, muitas vezes não é fácil, mas esse projeto só veio agregar valores pra gente, tanto como mulher, quanto também na vida financeira. Pra gente andar mais com as nossas próprias pernas, mas sempre no coletivo, na unidade, sempre ajudando umas às outras” – Maria Aparecida Alves, Assentamento Che Guevara (Piranhas/GO)

Leia Também:  Comitiva da França conhece trabalho de MT no combate a crimes ambientais; "eficácia na integração", afirma general francês

 

As oficinas foram realizadas no interior dos territórios, onde as violências do latifúndio e do patriarcado se entrelaçam mais profundamente pela dominação e subjugação, tanto da terra quanto das mulheres. É como muito ensinou Anacleta Pires, hoje encantada e uma força ancestral do Cerrado, que quando via a terra sendo vendida – e invadida -, sentia seu corpo sendo negociado.

Advertisement

 

Com a ameaça à porta, as mulheres camponesas colocam seus corpos à frente da terra e da família, enfrentando cara a cara a violência de fazendeiros grileiros, como relatou Maria de Jesus Maciel, do P.A Boa Esperança (Palmeirante/TO), durante oficina sobre gênero e construção de protocolos de segurança:

 

Advertisement

“Tem vezes lá na roça que eu escuto as caminhonetes e vou correndo pra casa… Já chega falando que comprou a terra do fazendeiro e que vai tirar a gente de lá de qualquer jeito. Tem dias lá em casa que eu fico com a cabeça perturbada, porque na verdade quem palestra com essa pessoa sou eu, mando meu esposo se esconder e fico em casa só com as crianças, porque quando eles pegam o marido da gente, eles humilham demais, sabe? Os grileiros e até a polícia”, narrou.

 

A partir das formações durante o projeto, foram construídos, coletivamente, protocolos de segurança para atender cada comunidade, com atenção voltada contra violência de gênero e em defesa dos territórios.

Advertisement
Leia Também:  Polícia Militar prende suspeito de esfaquear colega de trabalho em Lucas do Rio Verde

 

Em todo esse processo formativo, as mulheres reconheceram que suas resistências também estão plantadas em seus quintais, nos quais brotam não só a esperança e o sonho da terra para viver e trabalhar, como também frutos que representam a autonomia, a geração de renda e a sustentabilidade das mulheres camponesas.

 

Advertisement

“O que mais me chamou atenção foi a importância dos nossos quintais produtivos e como a gente pode trabalhar com os frutos do Cerrado, porque a gente mora numa terra rica e só falta mesmo a disponibilidade de levar em frente, isso foi uma motivação muito grande pra mim” – Domingas de Sousa Borges, Assentamento Flores (Uruçuí/PI).

 

Nos três estados, foram realizadas feiras para comercialização e fortalecimento da renda das mulheres do Cerrado, que como Adaylzes Rodrigues, do P.A. Santo Antônio (Palmeirante/TO), levaram, venderam e trocaram seus produtos, cheias de orgulho e certas de sua indispensável contribuição na luta pela terra, pela alimentação saudável e pelo cuidado com a biodiversidade: “Eu trouxe doce de leite, doce de coco com abóbora, trouxe banana, macaxeira, abacaxi… tudo plantado no meu quintal, tá? Tudo eu que planto, tudo eu que cuido!”.

Advertisement

 

O documentário está disponível no canal do youtube da Comissão Pastoral da Terra.

 

Advertisement

 

 

 

Advertisement

 

 

 

Advertisement

 

 

 

Advertisement

 

 

 

Advertisement

CRÉDITOS:

Texto publicado originalmente na edição 270 do Jornal Pastoral da Terra.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA