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Saúde

Dor de cabeça: saiba o que pode piorar e como aliviar o desconforto

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dor de cabeça é uma das queixas médicas mais comuns e frequentes em todo o mundo e cerca de 15% da população mundial sofre de enxaqueca em algum momento de suas vidas.

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Mas, o que pode gerar ou piorar a sua dor de cabeça?

As causas são complexas e variadas, dentre elas destacamos os fatores genéticos, os desequilíbrios químicos no cérebro, as alterações hormonais e os gatilhos ambientais, como a alimentação, que podem desempenhar um papel importante no desenvolvimento das dores.

Os fatores ambientais mais comuns que causam as dores são os alimentos estimulantes — por exemplo o chocolate, os refrigerantes de cola, os embutidos, os enlatados e os alimentos ultraprocessados, que  estão no topo da lista como causadores do gatilho para desencadear diversas formas de dores de cabeça.

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Alguns outros motivos conhecidos deste quadro estão ligados a fatores hormonais, como por exemplo o aumento do estrogênio no período pré menstrual das mulheres. O estrogênio é um hormônio liberado pelos ovários e tem o seu pico de liberação máxima no período pré menstrual. Esse aumento predispõe a famosa TPM, trazendo sintomas como irritabilidade e dores de cabeça , que podem variar da forma aguda à crônica.

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Para estabilizar este quadro, a regulação destes hormônios é de suma importância e pode se dar por meio de um tratamento de reposição hormonal associado a mudanças de hábitos de vida, como por exemplo, alimentação saudável e uma rotina diária de exercícios físicos.

Às vezes, focamos muito na busca de tratamento milagrosos para reversão e estabilização do quadro de cefaleias, mas receitas simples de mudanças de hábitos como a ingestão de água em quantidades adequadas, além da regulação do sono podem ser medidas extremamente eficazes no controle desses episódios. Também, a deficiência de vitamina no organismo pode ser um fator precursor para a cronicidade de dores de cabeça em geral.

Então a reposição desses macro e micronutrientes em doses individualizadas se faz necessária para alcançarmos a eficiência do tratamento, como por exemplo:

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  • O magnésio, que é importante modulador dos neurotransmissores que geram sensação de bem-estar e de felicidade;
  • a riboflavina (vitamina B2) , que contribui para o aumento de energia das células cerebrais;
  • além de outras vitaminas do complexo B como a B12 e B6, que quando desreguladas, podem desencadear episódios de crises, além de problemas de memória e, também, quando reguladas amenizam os sintomas de TPM, pois ajudam a eliminar o excesso de estrogênio aliviando as crises, respectivamente.
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No campo da alimentação, temos grandes aliados no combate a essas dores, como por exemplo, a ervilha que é rica em B2, os peixes ricos em ômega-3, a lentilha rica em complexo B e o gengibre, que tem grande potencial anti-inflamatório.

Esses alimentos devem ser utilizados sempre preservando seus nutrientes e introduzidos de maneira regular na dieta.

Uma dica valiosa para os dias de crise é a ingestão de chá de gengibre durante o dia ou antes de dormir, pois sua função anti-inflamatória é de grande potência, próxima a uma medicação utilizada para interrupção de crises, além da inalação de óleo essencial Doterra de Peppermint, que age auxiliando no alívio das dores, por ser uma opção anti-inflamatória à fármacos como o Ibuprofeno, por exemplo.

Faça atividades físicas diariamente, beba bastante água, se alimente de maneira correta, durma bem e com qualidade e não faça jejum sem orientação.Seguindo essas dicas, a melhora do seu quadro será perceptível e você voltará pronta para enfrentar as possibilidades do dia a dia!

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*O conteúdo dessa matéria tem caráter informativo e não substitui a avaliação de Profissionais da Saúde.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do IstoÉ.

Fonte: IstoÉ

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Saúde

Capacitação reforça preparo de profissionais para prevenir entrada de alimentos e fluidos nos pulmões

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Condição, chamada broncoaspiração, está entre as principais causas de morte evitável e demanda atenção redobrada na assistência
A broncoaspiração, caracterizada pela entrada de líquidos, saliva, alimentos, vômito ou objetos estranhos nos pulmões ou na traqueia, é a segunda principal causa de morte por evento adverso no Brasil, segundo o Sistema de Informações Hospitalares (SIH/SUS).
Diante desse cenário, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) promoveu, nesta quarta-feira (18), uma capacitação voltada ao preparo das equipes para prevenção, identificação de sinais de alerta e adoção de condutas seguras.
A condição pode ocorrer por diferentes fatores, como distúrbios de deglutição, refluxo gastroesofágico ou ingestão de objetos, situação mais comum entre crianças. No entanto, conforme explica a fisioterapeuta do IgesDF, Amanda Larissa Nascimento, a maior incidência está entre idosos, especialmente quando há consumo de alimentos não indicados.
“Durante a internação, ainda é comum que acompanhantes levem alimentos sem orientação da equipe. Isso representa um risco significativo, já que esses itens podem não estar de acordo com a dieta prescrita, aumentando a chance de broncoaspiração”, alerta.
Entre os principais sinais do evento adverso estão tosse, engasgos, alteração na voz, frequentemente descrita como “voz molhada”, sonolência durante ou após a alimentação e cianose labial, condição em que lábios e mucosas podem adquirir coloração azulada, arroxeada ou acinzentada. Ao longo da capacitação, os participantes foram orientados sobre como reconhecer esses sintomas, realizar o diagnóstico precoce e adotar medidas imediatas e subsequentes para garantir a segurança do paciente.
A atuação integrada da equipe multiprofissional também foi destacada como fundamental no cuidado. “O fonoaudiólogo, por exemplo, avalia a deglutição, o trânsito oral e a qualidade vocal, além de contribuir para a definição das condutas mais adequadas. É um profissional essencial nesse cuidado”, explica Amanda.
A enfermeira de home care Loide Sousa participou da atividade motivada pela rotina de cuidados com uma paciente idosa acamada. “Agora me sinto mais preparada. Caso identifique uma broncoaspiração, saberei como agir e oferecer uma assistência mais segura. Foi um aprendizado muito importante”, relata.
A capacitação foi realizada pelo Núcleo de Educação Permanente no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A iniciativa terá continuidade no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) nesta quinta-feira (19), das 9h às 11h, no auditório da unidade.
Créditos:
Por: Giovanna Inoue
Fotos: Divulgação/IgesDF
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