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Policiais

Mulher tenta contratar assassino na web para matar filho de 3 anos

Publicado em

Redes sociais/Reprodução

Jovem de 18 anos publicou mensagem em site satírico para achar assassino e confirmou oferta para detetive disfarçado

Uma jovem de 18 anos foi presa depois de tentar contratar um assassino para seu filho, de apenas três anos. O caso ocorreu em Miami, nos Estados Unidos.

O que Jazmin Paez não sabia, porém, é que ela procurou um criminoso em um site de humor. Chamado Rent a Hitman (Contrate um atirador, em português), o portal é uma sátira a sites semelhantes encontrados na deep web do país.

O texto, escrito sob o pseudônimo de Daphne, pedia que alguém levasse a criança para longe “o mais rápido possível”.

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O administrador da página encaminhou a mensagem de Jazmin à polícia. Com a veracidade do conteúdo comprovada, o telefone e o endereço de IP, que identifica a localização, os investigadores chegaram na casa da avó da criança, com quem o filho de Jazmin morava.

A mãe da jovem confirmou que o número de telefone pertencia à filha, que já não morava mais no local. A partir daí, um dos detetives encontrou em contato com Jazmin como um suposto assassino interessado, e recebeu a oferta de US$ 3 mil pelo trabalho, equivalente a mais de R$ 14 mil.

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A jovem, então, foi presa na última terça-feira (18/7) e confessou a tentativa de assassinato. Jazmin foi liberada após pagar fiança de US$ 15 mil (mais de R$ 71 mil). Ela não pode mais entrar em contato com o filho, com quem se comunicava por ligação diariamente.

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Mulheres incriveis

Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social

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Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.

 

Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.

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Critérios para solicitar o benefício

⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha

⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social

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⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência

⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar

⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia

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⇒ Residir no Distrito Federal

⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos

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⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.

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Como solicitar

O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.

 

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Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.

O que é necessário durante o recebimento

Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.

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Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.

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Como funciona a prorrogação

O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.

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Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador

A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.

 

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