Social
Primeira-dama do Brasil, Janja Silva, participa de recepção oferecida pela esposa do presidente Joe Biden, em Nova York
As primeiras-damas do Brasil, Janja Silva, e dos Estados Unidos, Jill Biden, em recepção ontem, oferecida pela esposa do presidente Joe Biden, em Nova York
Encontro em Nova York, prefeitos reunidos e olho nas finanças entre os destaques da coluna
PREFEITOS…
A fim de reunir prefeitos, prefeitas e gestores públicos das cinco regiões do Brasil, a Associação Brasileira de Municípios (ABM) realizará, nos dias 7 a 9 de novembro deste ano, o IV Encontro Nacional de Municípios, em Brasília.
…REUNIDOS
O encontro que será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, contará com a presença do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. O evento é gratuito e objetiva reunir lideranças dos municípios de todo o país.
DE OLHO…
Mais da metade das pessoas (55%) do Distrito Federal afirma realizar controle mensal das finanças. O levantamento “Finanças Regionais: as diferenças na relação com o dinheiro entre os Estados do Brasil”, feito pela Serasa em parceria…
…NAS…
…com a Opinion Box, mostra que o DF é o que mais se organiza para evitar o endividamento (51%) e o que mais utiliza planilhas nesse processo (27%). O estudo também indica que o parcelamento está em alta no Brasil. Sete em cada 10 pessoas…
…FINANÇAS
…compram a prazo no país. Os fatores mais levados em consideração antes de parcelar uma compra são a disponibilidade do dinheiro em conta (27%) e a cobrança de juros (25%). 54% dos consumidores estão otimistas com as finanças pessoais.
EVENTOS
Famoso cerimonialista que fez história na cidade, César Serra, hoje atuando também em Gramado, onde mora, está na capital. Ele assina a produção de três eventos em celebração aos 20 anos da Rysc Arquitetura, hoje, na Casa Cor Brasília.
MORADIAS…
Estatístico, pesquisador sobre o consumo imobiliário e escritor best-seller, Marcus Araújo destaca que de apartamentos adaptados para animais de estimação a condomínios sustentáveis, as famílias já começam a procurar lares mais econômicos e sobretudo práticos.
…DO FUTURO
Segundo o especialista, as crianças da geração alfa, nascidas depois de 2010, têm papel fundamental nessas mudanças de comportamento. Cada vez mais envolvidas nos processos de decisão, ele considera os pequenos como peças principais da mudança.
Foto: Reprodução
Fonte: Jornal de Brasilia
Cultura
Funai revê posição adotada no governo Bolsonaro e pede suspensão da licença de Belo Sun
A Diretoria de Gestão Ambiental e Territorial (Digat) da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) defende a suspensão ou a anulação da licença de exploração de ouro da Belo Sun na Volta Grande do Xingu, no Pará. O órgão afirma que as comunidades indígenas ainda não tiveram os possíveis impactos da mina analisados e que faltam informações sobre pontos centrais do projeto, como o uso da água, o processamento do minério e a barragem de rejeitos.
A posição consiste em um ofício enviado em 7 de agosto pela Digat à Procuradoria Federal Especializada junto à Funai. O documento foi produzido no âmbito da tentativa de conciliação conduzida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que, em fevereiro deste ano, em decisão monocrática do Desembargador Flávio Jardim, restabeleceu a licença de instalação da Belo Sun.
Para a Digat, ainda existem “informações essenciais não suficientemente esclarecidas” para avaliar os impactos da mina e garantir que os povos indígenas sejam consultados conhecendo as possíveis consequências do empreendimento. Por isso, a diretoria sustenta que a licença concedida pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas), sem anuência da Funai, “deve ser suspensa ou anulada” até que as pendências sejam resolvidas.
Para Diogo Cabral, advogado do Movimento Xingu Vivo para Sempre, o licenciamento não deveria ter avançado enquanto essas pendências permanecessem sem solução. Ele lembra que o projeto prevê uma barragem de rejeitos com capacidade de 35 milhões de metros cúbicos e processamento de minério com cianeto próximo ao rio Xingu. Nesse cenário, afirma, cabe à empresa demonstrar a segurança e a viabilidade socioambiental da atividade, “e não ao órgão técnico justificar sua cautela”.
O advogado também contesta a possibilidade de pendências do licenciamento serem resolvidas posteriormente por meio de condicionantes. “Deixar essas exigências para ‘condicionantes futuras’ inverte a lógica preventiva do licenciamento: permite que questões que deveriam ser resolvidas antes da autorização fiquem para depois”, afirmou o advogado.
Ausência de informações
A Funai aponta indefinições no próprio desenho do Projeto Volta Grande. Segundo a Digat, há divergências quanto à captação de água e falta uma definição consolidada da estrutura de beneficiamento, na qual o minério será processado. A licença restabelecida pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) também não contempla a barragem de rejeitos nem a implantação da Cava Ouro Verde, uma das áreas previstas para a extração do ouro.
Outra questão é a relação da mina com Belo Monte. A própria Norte Energia, responsável pela hidrelétrica, já apontou incompatibilidades entre os dois empreendimentos, com riscos à qualidade e à vazão da água e aos peixes, além da possibilidade de contaminação no trecho de vazão reduzida do Xingu. A empresa chegou a pedir a reavaliação do licenciamento da mina diante do “conflito entre as atividades”.
Agora, a Funai cobra da Semas uma manifestação sobre essas preocupações e exige que a Belo Sun faça uma Avaliação de Impactos Cumulativos, considerando como os efeitos dos empreendimentos podem se somar aos dos povos indígenas da Volta Grande.
fonte: Publica 15 anos
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