Diversas
Detran-DF fará ação educativa em bares e restaurantes da Asa Sul, alertando sobre as consequências no trânsito ao dirigir sob efeito de álcool.
Detran alerta frequentadores de bares e restaurantes sobre as leis de trânsito
Ação educativa fala sobre dirigir sob efeito de álcool
Na próxima sexta-feira (1º), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) estará com uma ação educativa em bares e restaurantes da Asa Sul, a partir das 18h30, alertando sobre as consequências no trânsito ao dirigir sob efeito de álcool.
A ação faz parte do projeto Rolê Consciente do Detran -DF que tem como objetivo levar conscientização de trânsito aos frequentadores de locais onde há consumo de álcool. De forma preventiva, o projeto Rolê Consciente aborda os cidadãos para que tomem a decisão certa na hora de dirigir.
Só de janeiro a outubro deste ano, o Detran-DF autuou 21.684 condutores por dirigir sob efeito de álcool, ou seja, evitou possíveis acidentes e preservou vidas. O projeto Rolê Consciente é uma das ações de educação de trânsito do Detran-DF que atua justamente para diminuir esses números. Nas abordagens nos bares e restaurantes, os educadores de trânsito promovem intervenções artísticas com bonecos, MCs com rimas pertinentes ao tema, entrega de material educativo e palestras dos professores de trânsito do Detran-DF. Toda a ação é voltada ao tema sobre os efeitos do álcool no organismo, orientações de segurança quanto à utilização de celular ao volante, a importância do respeito à velocidade máxima das vias, faixa de pedestre, respeito aos ciclistas e muito mais.
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, dirigir após o consumo de álcool é infração gravíssima, com multa no valor de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por um ano.
Fonte: Ascom Detran
Diversas
A “Crise dos 7 Anos”: Mito ou Condenação no Casamento?
Muito se fala sobre a “crise dos 7 anos” no casamento, um termo que soa quase como uma profecia sombria para os casais que chegam à marca de sete anos juntos. A expressão, popularizada por filmes e estudos antigos, sugere que é nesse período que o relacionamento começa a enfrentar seus maiores desafios. Mas afinal, essa crise realmente existe? Ou seria apenas mais um mito do imaginário coletivo sobre relacionamentos?
A origem do termo
A expressão “crise dos 7 anos” ganhou notoriedade com o filme “The Seven Year Itch” (O Pecado Mora ao Lado), de 1955, estrelado por Marilyn Monroe. Na trama, o protagonista enfrenta uma forte tentação extraconjugal após sete anos de casamento, refletindo um suposto desgaste comum nesse período. Desde então, a ideia se enraizou no senso comum, sendo frequentemente citada em conversas, conselhos amorosos e até em consultórios de terapia de casal.
O que dizem os especialistas?
Embora não exista uma regra absoluta, muitos psicólogos e terapeutas afirmam que há, sim, um momento de transição e reavaliação em torno do sétimo ano de relacionamento. Mas esse “ponto de virada” não tem relação com uma maldição ou cronômetro emocional, e sim com o acúmulo natural de experiências, mudanças individuais e desafios que vão se somando ao longo dos anos.
Após cerca de sete anos, é comum que o casal já tenha passado pelas fases mais intensas da paixão inicial, enfrentado dificuldades financeiras, criado filhos ou lidado com crises pessoais. É justamente nesse ponto que muitas relações são colocadas à prova: o que antes era novidade pode virar rotina, e o encantamento pode dar lugar ao tédio ou ao ressentimento acumulado.
O desgaste da convivência
Convivência diária exige esforço. Com o passar dos anos, é natural que as falhas de comunicação, a falta de tempo para o casal e os pequenos desentendimentos vão se tornando mais frequentes. O sétimo ano pode simbolizar o momento em que essas falhas se tornam mais evidentes, ou em que os parceiros param de “tapar o sol com a peneira” e decidem enfrentar (ou ignorar) as reais questões do relacionamento.
Além disso, muitas pessoas experimentam mudanças internas nesse período: crises existenciais, redescobertas pessoais, novas ambições. Quando o casal não cresce junto emocional, profissional ou espiritualmente — surge o risco do afastamento, da insatisfação e, por vezes, da separação.
Casamento é construção contínua
A “crise dos 7 anos” não é uma sentença. Para muitos casais, esse é o momento de ressignificar a relação. É a chance de renovar acordos, relembrar os motivos que uniram os dois no início, investir em diálogo e intimidade. Ao invés de ser o fim, o sétimo ano pode ser o início de uma nova fase mais madura e consciente.
Relacionamentos longos exigem mais do que amor: exige compromisso, paciência, escuta ativa, disposição para mudar e, sobretudo, vontade mútua de seguir juntos. A crise, quando bem administrada, pode ser uma oportunidade valiosa de fortalecimento.
Mito ou verdade?
A resposta está no meio do caminho. A “crise dos 7 anos” não é uma regra imutável, mas também não é uma invenção sem fundamento. Para alguns casais, o desgaste aparece muito antes; para outros, só décadas depois — ou nunca. Tudo depende da dinâmica da relação, das personalidades envolvidas e da forma como ambos lidam com os altos e baixos da vida a dois.
Como superar esse momento?
Algumas atitudes podem ajudar os casais a atravessar essa fase com mais leveza:
-
Reavaliar juntos: Conversem sobre o que está funcionando e o que precisa mudar.
-
Evitar a rotina emocional: Pequenas surpresas, elogios e tempo de qualidade juntos fazem diferença.
-
Cuidar da vida sexual: A intimidade física continua sendo um termômetro importante.
-
Ter momentos individuais: Espaço pessoal é essencial para o bem-estar emocional de cada um.
-
Buscar ajuda profissional: Terapia de casal pode ser um caminho eficaz para lidar com impasses.
Conclusão
A “crise dos 7 anos” não precisa ser vista como uma ameaça ao casamento, mas sim como um convite à reflexão e ao amadurecimento da relação. Em vez de temer esse momento, os casais podem enxergá-lo como uma etapa natural de qualquer relacionamento duradouro. Afinal, amar também é saber crescer e mudar juntos.
-
Saúde3 dias agoPernas em Ação reúne pacientes em manhã dedicada à saúde e ao bem-estar
-
Saúde3 dias agoSangramentos e dores persistentes podem ser sinais de cânceres ginecológicos
-
Social3 dias agoBrasília Ambiental promove 6ª visita técnica do ano
-
Saúde5 horas agoOs perigos da “rinomodelação definitiva”: por que suavizar o nome de uma cirurgia coloca a saúde em risco



