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Câmara aprova PL que prorroga bolsas de estudos de mães cientistas

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Autora do projeto, a deputada Talíria Petrone (Psol-RJ) comemorou a aprovação da proposta, conhecida como “PL das mães cientistas” – (crédito: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados)

Autora do projeto, deputada Talíria Petrone (Psol-RJ), afirmou que a proposta é uma vitória para as mães e também uma conquista para a ciência

A Câmara dos Deputados aprovou, em votação simbólica na terça-feira (5/12), o projeto de lei 1741/2022, que prevê prorrogação, por 120 dias, dos prazos de defesa de mestrado e tese de doutorado, em virtude de parto, nascimento ou obtenção de guarda judicial para fins de adoção ou licença adoção. Agora, o texto segue para a análise do Senado.

A proposta, de iniciativa da deputada federal Talíria Petrone (Psol-RJ), foi inspirada na vivência da bióloga Ambar Soldevila Cordoba, que teve a especialização negada por não ter entregue as correções no prazo estabelecido, mesmo após ela ter defendido a tese e ter dado à luz 19 dias depois.

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“Quando estava grávida entrei em contato com o programa perguntando sobre a possibilidade de estender o prazo de entrega da dissertação, e pedi informações sobre o procedimento. A resposta foi muito clara: eu não tinha direito a licença maternidade, e deveria trabalhar com o tempo que tinha”, relatou a bióloga, no Instagram, em maio deste ano.

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Ambar engravidou no último ano de mestrado na Universidade Federal de Ouro Preto. De acordo com ela, foi impossível conciliar a maternidade com a pesquisa. “Eu estava passando por um dos momentos mais desafiadores da minha vida, não tive rede de apoio, eu e meu companheiro estávamos com dificuldades financeiras, com uma dívida enorme. Além disso, meu filho sempre teve distúrbios do sono, acorda (até hoje) de hora em hora. Eu estava vivendo sob extremo estresse, mal conseguia tomar banho, vivendo o limbo do puerpério (quem viveu sabe) praticamente sozinha. Eu só conseguia pensar em descansar, cuidar do meu filho e atender minhas necessidades básicas”, acrescentou Ambar.

A autora do projeto de lei lembra que, desde 2011, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) regulamenta, por meio da Portaria nº 248, a ampliação do prazo das bolsas de estudo em virtude de maternidade.

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Além disso, em 2017 foi promulgada a Lei 13.536/2017, que estabelece que estudantes bolsistas de pesquisa terão direito a afastamento por maternidade ou adoção, podendo suspender as atividades acadêmicas por até 120 dias. Entretanto, segundo Talíria, esses mecanismos legais não contemplam pesquisadoras de mestrado e doutorado.

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“Concretizando o disposto no artigo 5º, inciso II da Constituição, que reconhece a igualdade de gênero como direito fundamental, e o artigo 226 do Lei Maior que estabelece a família como base da sociedade digna de especial proteção do Estado, e valorizando a pesquisa e a produção das mães cientistas,
apresentamos o presente projeto de lei”, argumentou a deputada.

O projeto propõe que o afastamento temporário das pesquisadoras deve ser comunicado ao Programa de Pós-graduação ao que o discente se encontre vinculado, com a especificação das datas de início e de término, além dos documentos comprobatórios da gestação, nascimento, adoção ou guarda
judicial.

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Pelas redes sociais, a deputada Talíria comemorou a aprovação da proposta, conhecida como “PL das mães cientistas”. “A aprovação é uma conquista para as mães cientistas, que antes eram obrigadas a escolher entre a conclusão do processo acadêmico e os deveres e cuidados da maternidade. É também uma conquista da ciência brasileira que só tem a ganhar ao não excluir as mães da produção científica”, frisou a parlamentar.

Fonte: Correio Brasiliense

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Sentiu choque nos dentes ao tomar sorvete? Entenda o que isso significa e quando procurar um dentista

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Tomar um sorvete em um dia quente deveria ser um prazer, mas, para muita gente, o momento vem acompanhado de uma fisgada aguda e inesperada nos dentes. Aquela sensação de “choque” ao consumir alimentos gelados, doces ou até ao respirar ar frio não é normal e pode ser um sinal de alerta para a saúde bucal.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Odontologia (SBO), a hipersensibilidade dentinária afeta cerca de 30% da população adulta, sendo mais comum em pessoas entre 20 e 50 anos. O problema ocorre quando a dentina, camada interna do dente, fica exposta, permitindo que estímulos térmicos cheguem até o nervo.
Entre as causas mais comuns estão a retração da gengiva, desgaste do esmalte dental, escovação com força excessiva, uso frequente de produtos abrasivos e até tratamentos estéticos realizados sem acompanhamento adequado. Para o dentista Paulo Augusto Yanase, da rede Oral Sin, o dente não foi feito para sentir dor ao contato com frio ou calor. Quando isso acontece, é um sinal claro de que algo não está equilibrado na saúde bucal.
“Ignorar o desconforto pode fazer com que o problema evolua. Muitas pessoas acabam se acostumando com a dor e evitam alimentos gelados ou quentes, mas isso não resolve a causa. A sensibilidade pode indicar desde um desgaste inicial até inflamações mais profundas, como cáries ou problemas gengivais”, alerta Yanase.
Se a dor for frequente, intensa ou persistente, o ideal é buscar avaliação profissional. Em muitos casos, o tratamento é simples e pode incluir aplicação de dessensibilizantes, ajustes na higiene bucal ou orientações personalizadas. “Cada caso precisa ser avaliado individualmente. Hoje, a odontologia oferece soluções eficazes e pouco invasivas para devolver conforto e qualidade de vida ao paciente”, reforça o dentista da Oral Sin.
Além do tratamento, a prevenção faz toda a diferença: usar escova de cerdas macias, evitar força excessiva ao escovar, escolher cremes dentais adequados e manter visitas regulares ao dentista são atitudes essenciais. No fim das contas, sentir prazer ao tomar um sorvete não deveria vir acompanhado de dor. O corpo — e os dentes — sempre dão sinais quando algo não vai bem. Ouvir esses alertas é o primeiro passo para um sorriso mais saudável.
Sobre o Pecado Oral

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Fundada em 2004, em Arapongas, Paraná, a Oral Sin é a maior rede de franquias de implantes dentários do país e, desde 2009 atua no segmento de franquias. Presente em todo o país, é pioneira na adoção de tecnologias digitais ligadas à odontologia. Além dos implantes, também oferece atendimento clínico em geral, próteses dentárias, estética dental, ortodontia, toxina botulínica e enxerto ósseo.

Atendimento odontológico humanizado e de excelência, acolhimento, respeito, carinho e flexibilidade no pagamento – que promove o melhor custo-benefício do mercado – estão entre seus pilares.

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Ruhama Rocha – ruhama@dfreire.com.br – (11) 93081-7818

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