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Governo de Goiás aprova mais de mil propostas para o PAA Goiás 2024

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Em apenas um ano, programa do Goiás Social apresentou aumento de aproximadamente 72,56% de procura, e contemplou 145 municípios com projetos aprovados

O Programa de Aquisição de Alimentos Estadual (PAA Goiás 2024), divulgou, nesta quinta-feira (26/9), a lista preliminar de agricultores familiares classificados pelo Edital de Chamamento Público nº 003/2024. A Comissão Especial do PAA Goiás 2024 recebeu 2.150 propostas. Desse total, 1.922 foram aprovadas, e, após o ranqueamento, conforme itens de priorização estabelecidos no edital, 1.017 foram classificadas. Os outros 905 preenchimentos deferidos ficarão em cadastro reserva.

Agora, o programa que integra as ações do Goiás Social segue para o período de recurso. Interessadas e interessados em recorrer às decisões, terão prazo de 5 dias (27/9 a 01/10) para apresentarem contestação. Os recursos serão analisados pela Comissão Especial do PAA, no período de 02 a 10 de outubro, e o resultado definitivo será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), no dia 11 de outubro.

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Em comparação com o resultado final do PAA Goiás 2023, houve um aumento considerável de projetos recebidos para análise. No ano passado, foram cadastradas 1.246 propostas, das quais 1.060 deferidas e 186 indeferidas. Em 2024, a Comissão recebeu 904 manifestações de interesse a mais que na última edição, o que representa um aumento de aproximadamente 72,56% na procura pelo programa. Houve, ainda, queda na taxa de reprovação no resultado final, de 14,93% para 10,26%, em razão do uso da plataforma PAA Goiás no processo de inscrição e avaliação.

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Para a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, a confiança dos agricultores familiares no programa revela o compromisso do Governo do Estado em valorizar cada diz mais a agricultura familiar. “Hoje, o PAA Goiás representa um importante elo entre a produção local e a segurança alimentar das famílias em situação de vulnerabilidade. Mais uma vez, a gente mostra que, em Goiás, o Agro também é Social”, destacou a primeira-dama Gracinha Caiado.

Conforme o Edital de Chamamento Público, o Estado irá adquirir os produtos na modalidade Compra com Doação Simultânea. Os alimentos deverão ser comprados de agricultores familiares e entregues diretamente a entidades sociais cadastradas pela OVG, que repassarão os produtos a famílias carentes. Para execução do PAA 2024, serão utilizados os recursos do Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás – PROTEGE GOIÁS, no valor de R$ 15 milhões.

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O secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leonardo Rezende, também comemorou os resultados. “O PAA Goiás 2024 foi recorde de propostas recebidas e de número de municípios participantes. Esse resultado representa a importância do trabalho que vem sendo realizado por meio desse programa, que constrói uma articulação entre a produção da agricultura familiar e as demandas regionais de suplementação alimentar”, destacou. O presidente da Emater Goiás, Rafael Gouveia, completou: “muitos produtores que iniciaram seu próprio negócio agora vão ter a oportunidade de vender seus produtos para o Governo de Goiás, contribuindo para combater a insegurança alimentar das famílias assistidas”.

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O resultado preliminar do PAA contemplou 145 municípios goianos com propostas consideradas classificadas, sendo 59% requeridas por mulheres e 41% por homens. Entre as cidades goianas com maior número de projetos classificados estão Formosa (156), Flores de Goiás (98), Planaltina (56), Morrinhos (28) e Jataí (26). Os produtos mais citados nas propostas foram mandioca, couve, cheiro verde, cebolinha e milho verde. Em volume ofertado, a mandioca aparece novamente na liderança, seguida da melancia, milho verde, abóbora cabotiá e couve.

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e a Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater) são gestoras da iniciativa, em parceria com o Gabinete de Políticas Sociais (GPS) e a Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), via Goiás Social.

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Foto: Abraão Toledo/ Emater

Legenda: Período de recurso será entre os dias 29/9 e 01/10

Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Governo de Goiás

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Nova regulamentação da Lei de Incentivo ao Esporte amplia exigências e reforça papel social dos projetos

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Atualização traz mais transparência, critérios técnicos e foco em acesso público, impactando diretamente organizações do terceiro setor

A Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) entra em um novo momento com a regulamentação do Decreto nº 12.861/2026, que atualiza as regras de funcionamento da política pública sem alterar sua estrutura central. A medida, que regulamenta a Lei Complementar nº 222/2025, reorganiza o sistema, elucida pontos que geravam dúvidas e reforça o papel do esporte como ferramenta de transformação social.

Nesse contexto, iniciativas voltadas à qualificação do terceiro setor ganham ainda mais relevância. É o caso da Rede CT – Capacitação e Transformação, que atua na formação de organizações que utilizam o esporte como ferramenta de impacto social, preparando agentes e instituições para acessar e executar projetos com mais consistência e segurança dentro da LIE.

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Diante das mudanças, a Rede CT tem atuado diretamente para garantir que seus participantes estejam alinhados às novas diretrizes e aptos a aplicá-las na prática. Segundo Daiany França Saldanha, coordenadora de Mentoria da Rede CT, a estratégia foi transformar as atualizações da legislação em conteúdos acessíveis e aplicáveis.

Na prática, a régua subiu. A Lei entra em uma fase mais exigente, com menos margem para erros de gestão e maior rigor técnico e documental”, afirma.

Entre as ações implementadas estão a realização de um aulão com todos os participantes da edição 2026 e a produção de uma cartilha com os principais pontos da nova regulamentação. “A nossa postura é justamente essa: ajudar para que as pessoas conheçam essas atualizações e já consigam aplicar nos seus projetos. É um trabalho muito conectado com a vivência do dia a dia. Então, acompanhamos de perto os nossos alunos para que eles estejam sempre atualizados em tudo o que se relaciona à lei. A partir dessas mudanças, organizamos esse conteúdo para ser trabalhado com eles, de forma prática”, completa.

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Entre as mudanças previstas no decreto está a atualização das nomenclaturas das categorias esportivas, que passam a ser denominadas como Formação Esportiva, Esporte para Toda a Vida e Excelência Esportiva. Mais do que uma alteração conceitual, a nova regulamentação consolida diretrizes que já vinham sendo aplicadas na prática, especialmente no que diz respeito ao caráter público dos projetos.

A inclusão social deixa de ser apenas um princípio e passa a ser uma exigência explícita. Os projetos precisam garantir acesso gratuito e aberto, o que reforça o papel da política pública como instrumento de transformação. Como consequência, projetos realizados em circuitos privados ou com públicos restritos deixam de se enquadrar nessas categorias, reforçando o compromisso da política com a inclusão social”, explica Daiany.

Outra alteração está no aprimoramento dos critérios técnicos de avaliação e na definição de regras mais claras para execução e prestação de contas. O decreto estabelece prazos mais rigorosos, amplia os mecanismos de controle e traz maior previsibilidade para investidores e proponentes.  “Não há mais espaço para inconsistências na documentação ou fragilidades na execução”, avalia.

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O uso de recursos incentivados para aquisição de espaços publicitários e restringe práticas como a cobrança de beneficiários em projetos caracterizados como atividade regular, passa a ser vedado, expressamente.

No campo do financiamento, a lógica geral é mantida. Pessoas jurídicas poderão deduzir até 2% do Imposto de Renda devido até 2027, com aumento para 3% a partir de 2028. Projetos com foco em inclusão social podem alcançar até 4% de dedução. Já para pessoas físicas, o limite permanece em 7%.

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As mudanças exigem uma postura ainda mais assertiva das organizações do terceiro setor. “A era da tentativa e erro ficou ainda mais restrita. As organizações precisam chegar mais preparadas, com estrutura, clareza de propósito e capacidade técnica”, afirma Daiany.

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Planejamento, gestão qualificada e acompanhamento contínuo passam a ser indispensáveis em um cenário que demanda maior consistência técnica e compromisso com resultado, pontos diretamente trabalhados por iniciativas como a Rede CT em seus ciclos de formação e mentoria. (www.capacitacaoetransformacao.org)

Com a nova regulamentação, a Lei de Incentivo ao Esporte se consolida como uma política pública mais estruturada e orientada ao impacto social. Para organizações e profissionais do setor, o momento exige atualização, adaptação e investimento em formação: fatores que podem determinar o sucesso na captação e execução de projetos nos próximos anos.

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

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A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, apoiando programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

Rede CT – Capacitação e Transformação

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