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Politica

Integrantes do Cidadania pedem a expulsão de Paula Belmonte

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Foto: Reprodução
Eixo Capital

Por Ana Maria Campos — Integrantes das executivas nacional e local do Cidadania querem expulsar a deputada distrital Paula Belmonte do partido. A parlamentar, que é presidente regional da legenda, foi pega de surpresa ontem com uma carta recheada de críticas à postura que consideram bolsonarista. Entre os signatários estão o ex-senador Cristovam Buarque, vice-presidente nacional do Cidadania, e Marcelo Aguiar, integrante da executiva regional. “Em que pese o posicionamento da direção nacional, a Sra. Paula Belmonte atua em linha diametralmente oposta, agravado pelo fato de ser a presidente regional do partido. Defende os golpistas de 8 de janeiro, presos na Penitenciária da Papuda e que estão sendo julgados e condenados; criticou publicamente o relatório da CPMI do Congresso Nacional e a relatora, senadora Eliziane Gama; como membro da CPI distrital, tentou de todas as maneiras atribuir a tentativa de golpe de estado ao governo eleito”, afirmam os signatários. Para eles, a gota d’água foi a participação de Paula em ato contra a indicação de Flávio Dino para o STF e que defendia o impeachment do presidente Lula e do ministro Alexandre de Moraes. Paula Belmonte atua no campo da direita, mas não se considera bolsonarista. Segundo aliados da distrital, um dos motivos de atrito com demais integrantes do partido é a postura de oposição ao governo Ibaneis.

Caiado ensaia pré-candidatura à Presidência da República

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), anda de bem com a vida. Faz críticas à política econômica do governo Lula, especialmente à reforma tributária e o arcabouço fiscal, mas sem ataques radicais ao presidente. Até disse que votaria a favor da indicação de Flávio Dino para o STF. Com relação ao governador Ibaneis Rocha (MDB), com quem já teve rusgas e desentendimentos no passado, diz que andam concordando bastante, inclusive, acertaram a política de subsídios para o transporte do Entorno. Só não deu certo, segundo ele, porque o governo federal não faz a sua parte, com um terço do custo que lhe caberia. Bronca mesmo é com o narcotráfico que, na visão de Caiado, está tomando conta de grandes cidades e até da Amazônia. Caiado diz que em Goiás a criminalidade não tem vez. “Em Goiás, ou os bandidos mudam de profissão ou de estado”, diz Caiado, nome que começa a surgir como potencial candidato da direita à Presidência da República.

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Sob novo comando

Toma posse hoje a diretoria do Instituto dos Advogados do Distrito Federal (IADF) para mandato até 2026. Jaqueline Di Domenico assume como presidente, ao lado de Renata Vianna (vice-presidente), Renato Leal (diretor-secretário), Rodrigo Queiroga (diretor financeiro), Eliana Calmon (diretora cultural), Rafael Vasconcellos (diretor de comunicação) e Pedro Gordilho (orador oficial). Depois haverá o jantar anual do IADF no Coco Bambu,
Lago Sul.

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Dia de festa para o jornalismo

Hoje é o dia da tradicional cerimônia de entrega do Prêmio Engenho de Comunicação — O Dia em que o Jornalista Vira Notícia, que está na 18ª edição. Três finalistas disputam a premiação em cada uma das dez categorias e os vencedores serão anunciados durante o evento organizado pela jornalista Kátia Cubel. A Eixo Capital concorre como melhor coluna. As escolhas foram feitas por um Júri de Notáveis, formado, nesta edição, por: Cristiane Damasceno, presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada; Deputada distrital Doutora Jane Klébia, Procuradora Especial da Mulher na Câmara Legislativa do DF; Eliziane Carvalho, jurista e diretora jurídica do Senar Nacional; Ilana Trombka, diretora-geral do Senado Federal; Luís Faro, embaixador de Portugal no Brasil; Professor Carlos Bastide Horbach, jurista e ex-ministro do TSE; e Professor Bruno Nalon, docente de comunicação no IDP, Uniceub e UniProjeção. “Este ano é muito especial, porque estamos retornando à Embaixada de Portugal, com todo apoio do embaixador Luís Faro, um humanista que aprecia a liberdade de imprensa”, conta a presidente do Prêmio Engenho, Kátia Cubel.

Conversas partidárias

Cláudio Abrantes, ex-deputado distrital e atual secretário de Cultura e Economia Criativa, tem conversado com dirigentes partidários em busca de uma nova legenda. Ele concorreu pelo PSD, teve 20.254 votos, mas não levou o mandato. Na próxima eleição, quer apostar no partido que lhe garanta o coeficiente eleitoral para não ficar de fora. Ontem, Abrantes conversou com a cúpula do Agir-DF. À coluna, ele disse que não tem pressa em assinar ficha de filiação.

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Patrimônio pode ir a leilão

Quando chegar a vez de reformar a Sala Vila Lobos do Teatro Nacional, uma decisão importante deverá ser tomada. O que fazer com as mais de mil cadeiras do designer Sergio Rodrigues que integram um dos auditórios mais famosos do país? A perícia condenou, por razões de segurança, a manutenção do mobiliário por ser inflamável. As peças são verdadeiras obras de arte e compõem um teatro projetado por Oscar Niemeyer, com painéis de Athos Bulcão e jardins de Burle Marx, numa cidade tombada como patrimônio cultural da humanidade. A ideia do secretário de Cultura e Economia Criativa, Cláudio Abrantes, é leiloar as poltronas, caso realmente sejam consideradas inadequadas para os atuais padrões de segurança. Se isso acontecer, cada comprador poderá levar apenas algumas peças, para evitar que sejam reutilizadas para alguma atividade aberta ao público. Mas a decisão ainda não está tomada.
Até lá, colecionadores e aficionados em design de móveis ficarão na expectativa, ávidos para levar umas peças para casa.

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Demandas dos peritos

O engenheiro Marcelo Nunes Gonçalves tomou posse ontem como presidente da Associação Brasiliense de Peritos em Criminalística (ABPC) para a gestão até 2025. Nunes, que também bacharel em direito, atua há quase 22 anos como perito criminal e já trabalhou na Seção de Crimes Contra a Pessoa e na Seção de Engenharia Legal e Meio Ambiente, além de ter ocupado o cargo de diretor-adjunto do Instituto de Criminalística (IC). A cerimônia de posse contou a presença dos deputados distritais Wellington Luiz (MDB), presidente da Câmara Legislativa, e Doutora Jane (MDB), além do delegado-geral da Polícia Civil do DF, José Werick. Nunes tem a bandeira de novos concursos para a carreira e melhorias salariais, claro. Demanda de 10 entre 10 policiais civis do DF.

Fonte: Correio Brasiliense
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Começa estratégia piloto de vacinação contra a dengue com imunizante 100% nacional

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SAÚDE

Ação de vacinação contra a dengue em Maranguape, no Ceará: pessoas de 15 a 59 anos estão sendo imunizadas – Foto: Rafael Nascimento/MS

Desenvolvida pelo Instituto Butantan, com apoio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a primeira vacina brasileira e de dose única contra a dengue começa a ser aplicada em municípios-piloto para avaliação de impacto

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O Governo do Brasil iniciou neste sábado, 17 de janeiro, a vacinação contra a dengue com o imunizante 100% nacional, de dose única, desenvolvido pelo Instituto Butantan, com apoio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A estratégia começa nos municípios-piloto de Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), com a imunização de pessoas de 15 a 59 anos. A iniciativa tem como objetivo avaliar o impacto da vacina na dinâmica de transmissão da doença e reunir evidências que subsidiem a ampliação da estratégia em todo o país. A partir deste domingo (18), o município de Botucatu (SP) também passa a integrar a iniciativa.
Hoje é um dia histórico para a saúde pública brasileira. Estamos aqui iniciando a vacinação contra a dengue, com uma vacina do Butantan, 100% nacional, desenvolvida no país. Agora, ela vai ajudar o SUS a combater uma doença que é um problema de saúde pública muito sério. É uma vacina de dose única, a primeira no mundo nesse formato, e nós sabemos que ela é muito segura e protege muito bem as pessoas”

Eder Gatti, diretor do Programa Nacional de Imunizações
No lançamento da vacinação em Maranguape, o ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda, destacou os critérios adotados para a escolha dos municípios. “Essa é uma iniciativa que nós temos conduzido aqui no Ceará, em Minas Gerais e no estado de São Paulo. Cidades escolhidas por terem população entre 100 mil e 200 mil habitantes e uma rede de saúde estruturada, que permite implementar a vacina e avaliar seu impacto na imunização da população e na circulação do vírus na comunidade”, afirmou.
“Hoje é um dia histórico para a saúde pública brasileira. Estamos aqui iniciando a vacinação contra a dengue, com uma vacina do Butantan, 100% nacional, desenvolvida no país. Agora, ela vai ajudar o SUS a combater uma doença que é um problema de saúde pública muito sério. É uma vacina de dose única, a primeira no mundo nesse formato, e nós sabemos que ela é muito segura e protege muito bem as pessoas”, reforçou o diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, que acompanhou o início da vacinação em Nova Lima.
Ao longo de um ano, as análises serão conduzidas com apoio de especialistas, que irão avaliar a incidência da dengue nos municípios selecionados, além do monitoramento de possíveis eventos adversos raros após a imunização. Metodologia semelhante já foi adotada em Botucatu (SP) na avaliação da efetividade da vacina contra a Covid-19.
Nesta primeira etapa, 204,1 mil doses serão distribuídas entre os três municípios: 80 mil para Botucatu (SP), 60,1 mil para Maranguape (CE) e 64 mil para Nova Lima (MG). O quantitativo é suficiente para a vacinação em massa da população-alvo nessas cidades e faz parte das 1,3 milhão de doses produzidas pelo Instituto Butantan.
Para o público de 10 a 14 anos, continua sendo ofertada a vacina japonesa, com esquema de duas doses. Inicialmente disponibilizada para municípios 2,1 mil prioritários, a vacina agora está disponível em todo o país, nos mais de 5 mil municípios. A vacina produzida pelo Butantan será destinada às demais faixas etárias, de 15 a 59 anos, conforme o limite máximo estabelecido em bula e regulamentado pela Anvisa.
AMPLIAÇÃO DA OFERTA – Com a chegada de mais doses da Butantan DV, a imunização de profissionais da Atenção Primária à Saúde está prevista para o início de fevereiro. Cerca de 1,1 milhão de doses serão destinadas a profissionais que atuam na linha de frente do SUS, como médicos, enfermeiros e agentes comunitários, assim que esse volume estiver disponível.
A estratégia nacional, com vacinação do público geral, será implementada conforme a disponibilidade de doses. Por meio da parceria de transferência de tecnologia entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa WuXi Vaccines, a vacinação será gradualmente ampliada para todo o país, começando pela população de 59 anos e avançando até o público de 15 anos. A expectativa é de ampliação da produção em até 30 vezes.
QUEM PODE SE VACINAR? – Nos municípios-piloto, a vacina Butantan-DV será aplicada em pessoas de 15 a 59 anos. A imunização ocorre nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e outros pontos de vacinação instalados pela cidade e em locais estratégicos.
A Butantan-DV é o primeiro imunizante de dose única do mundo contra a dengue. Além de facilitar a adesão ao esquema vacinal, oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus. Os estudos clínicos indicam eficácia global de 74%, com redução de 91% dos casos graves e 100% de proteção contra hospitalização por dengue.
Foram quase 20 anos de pesquisas, em um processo que exigiu dedicação de diferentes centros de pesquisa brasileiros, que contou ainda com apoio de pesquisadores e instituição estrangeiros. Um marco importante ocorreu ainda em 2008, quando o BNDES aprovou o primeiro financiamento para o Butantan desenvolver imunizantes para doenças chamadas negligenciadas. Foram R$ 32 milhões que também deveriam ser usados nos estudos de vacinas para a dengue, a leishmaniose canina e o rotavírus.
O apoio do BNDES não parou por aí. Em 2017, o BNDES aprovou financiamento de R$ 97,2 milhões para ensaios clínicos e construção de uma planta de escalonamento para fornecimento de doses contra a dengue. No total, a participação do Banco corresponde a 31% dos R$ 305,5 milhões investidos na vacina.
Em 2024, o Brasil se tornou o primeiro país a ofertar vacina contra a dengue no sistema público de saúde. O SUS mantém a vacinação de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos com o imunizante de duas doses atualmente disponível. Para esse público, a vacinação é feita exclusivamente em Unidades Básicas de Saúde (UBS).
CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO – Em 2025, os casos de dengue no Brasil caíram 74% em relação a 2024. Apesar da redução expressiva, o Ministério da Saúde reforça que as ações de combate ao Aedes aegypti devem ser mantidas em todo o território nacional.
Ao longo do ano, foram registrados 1,7 milhão de casos prováveis da doença, frente a 6,5 milhões no ano anterior. O número de óbitos também apresentou queda significativa: 1,7 mil mortes em 2025, o que representa redução de 72% em comparação a 2024, quando foram contabilizadas 6,3 mil mortes.
A principal forma de combate à dengue, chikungunya e zika segue sendo a eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti. A vacinação se soma às ações de controle vetorial, uso de inseticidas, testes rápidos e tecnologias inovadoras.

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

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