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Mulheres com parceiros mais jovens são mais felizes, diz estudo

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A superstar Madonna e o namorado, o treinador de boxe Josh Popper, 36 anos mais novo que a cantora – (crédito: Instagram Madonna/Reprodução)

Pesquisa mostrou que mulheres que se relacionam com homens mais novos são mais felizes, mais satisfeitas sexualmente e têm maior inteligência emocional

Talita de Souza

Uma pesquisa feita pela Universidade Metropolitana de Londres constatou que mulheres com parceiros de 7 a 10 anos mais jovens do que elas são mais felizes, mais satisfeitas sexualmente e têm maior inteligência emocional.

O estudo tinha como objetivo descobrir os efeitos de relacionamentos em “hipergamia etária” — como é denominada a relação entre duas pessoas de idades diferentes na ciência — em mulheres com relacionamentos heterossexuais.

Para começar, o grupo de pesquisadores quis verificar aspectos emocionais das mulheres que se enquadram na situação e, para isso, foram recrutadas 24 mulheres por meio das redes sociais. Dezessete delas estavam em relações com parceiros mais jovens e tinham a média de 45,8 anos.

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As outras sete mulheres viviam um compromisso afetivo com homens da mesma idade — a média desse grupo era de 42,34 anos. As integrantes dos dois grupos foram questionadas sobre como se sentiam em relação à vida sexual, à felicidade e à inteligência emocional.

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O resultado mostrou que o grupo com namoros ou casamentos com parceiros mais novos é mais bem-sucedido e a relação é mais “gratificante”.

“O estudo questionou a noção preconcebida de que essas relações são falhas ou menos gratificantes se comparadas com pessoas da mesma idade. Descobrimos que essas mulheres tiveram pontuações bem mais altas”, escreveram os pesquisadores.

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Agora, eles pedem que mais pesquisas sejam feitas para entender outros efeitos dessas relações nas vidas dessa parcela da população.

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Fonte: Correio Brasiliense

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Trabalhar fora de casa sem gastar muito: como escolher espaços produtivos em Brasília

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Especialista Flávio Hideo, fundador do Grupo 365, orienta sobre como escolher ambientes que ajudem na produtividade

Encontrar um lugar adequado para trabalhar ou estudar fora de casa, sem gastar muito, tem se tornado um desafio para moradores do Distrito Federal. No Brasil, cerca de 6,6 milhões de pessoas ainda trabalham remotamente, segundo o IBGE, o que ajuda a explicar a busca por ambientes que ofereçam mais foco e estrutura fora de casa, como bibliotecas, cafés e espaços compartilhados.

Nesse cenário, a escolha do local passou a ser um fator estratégico para manter o rendimento ao longo do dia. Mais do que o preço, aspectos como conforto, nível de ruído, acesso à internet e localização devem ser levados em consideração na hora de definir o ambiente ideal.

Segundo Flávio Hideo, fundador do Grupo 365, um dos principais erros é priorizar apenas o menor custo. “Nem sempre o lugar mais barato será o mais vantajoso. É importante avaliar o custo-benefício, considerando estrutura, localização e o quanto aquele ambiente contribui para a produtividade”, afirma.

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De acordo com o especialista, ambientes barulhentos ou com estrutura inadequada tendem a comprometer o desempenho. “Locais com muitas distrações ou internet instável dificultam a concentração e podem impactar diretamente a rotina de trabalho ou estudo”, explica.

Hideo destaca que já existem alternativas acessíveis para quem precisa trabalhar fora de casa, como espaços que oferecem estrutura adequada e um ambiente planejado para foco, como o 365. “Hoje é possível encontrar opções que equilibram custo e qualidade, com conforto e condições adequadas para manter a produtividade”, pontua.

Home office ainda é o modelo preferido entre trabalhadores

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Mesmo sendo o modelo preferido por muitos profissionais, o home office nem sempre garante as condições ideais de produtividade. Distrações, falta de estrutura adequada e dificuldades de concentração fazem com que parte dos trabalhadores busque alternativas fora de casa ao longo da rotina.

Além da escolha do espaço, o planejamento da rotina também é essencial para evitar gastos desnecessários. Avaliar a frequência de uso, o tempo de permanência e custos extras, como consumo e deslocamento, pode fazer diferença no orçamento ao final do mês.

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“A análise dos custos de forma mais ampla mostra que o mais barato nem sempre é a melhor escolha. Um ambiente adequado influencia diretamente na produtividade, na organização da rotina e na qualidade das entregas. Por isso, escolher bem o espaço deve ser visto como um investimento no próprio desempenho”, conclui.

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