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Quem era a publicitária morta com 10 tiros na frente da casa de amiga

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Dayane Isabel Roncari era publicitária e tinha ficha criminal por homicídio, após atropelar e matar uma garota de 18 anos em outubro de 2018

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São Paulo – Dayane Isabel Roncari, a mulher de 33 anos que foi assassinada com 10 tiros na frente da casa de uma amiga no bairro Jardim Maria Goretti, na zona oeste de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, na noite desse domingo (4/2), era publicitária e tinha uma ficha criminal que incluía uma condenação por homicídio.

Em outubro de 2018, Dayane foi presa em flagrante por homicídio doloso e uma tentativa de homicídio doloso, quando há intenção de matar. Na ocasião, ela seguia de carro pela Avenida Luiz Galvão Cezar, no Parque das Andorinhas, também na zona oeste de Ribeirão Preto, quando se envolveu em acidente com uma moto Honda Biz, com o condutor e uma mulher na garupa.

Ester Lisboa Ribeiro Santos, de 18 anos, morreu na hora. Já o condutor, Wendell Souza de Almeida, então com 26 anos, foi socorrido em estado gravíssimo, mas sobreviveu. Ele seria ex-namorado de Dayane, que perseguiu o casal na rua. De acordo com testemunhas, a publicitária chegou a cruzar o canteiro central da Avenida Luiz Galvão César na tentativa de atropelar as vítimas.

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Após bater o carro na traseira da moto, Dayane ainda acelerou o veículo contra Ester e Wendell, que estavam caídos no chão. Para a polícia, Dayane afirmou que o acidente aconteceu quando ela acompanhava o ex-namorado para pedir que ele devolvesse a moto e o capacete que Ester usava, porque os dois eram dela. A publicitária disse ainda que perdeu o controle da direção porque estava no carro automático da mãe e que não tinha muita familiaridade com o mecanismo.

Dayane Isabel Roncari foi condenada a 7 anos e 9 meses de prisão em regime semiaberto pelos crimes em 2023, mas recorria em liberdade.

Em 2021, a publicitária foi alvo de uma investigação da polícia após o ex-namorado Wendell Souza de Almeida ser executado a tiros no Parque das Figueiras, zona norte de Ribeirão Preto.

Polícia Civil chegou a prender os atiradores, mas investiga quem teria mandado cometer o crime até hoje. Dayane chegou a ser considerada suspeita, mas a investigação não conseguiu apontar o envolvimento direto dela.

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Publicitária assassinada na frente da casa de amiga

Dayane foi assassinada com pelo menos 10 tiros enquanto conversava na frente da casa de uma amiga na noite desse domingo (4/2) em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

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A publicitária estava sentada em uma mureta com a amiga quando, de acordo com o boletim de ocorrência, um carro preto parou. Dois homens encapuzados desceram do veículo e começaram a atirar diversas vezes na vítima.

A polícia foi chamada, mas já encontraram Dayane sem vida quando chegaram ao local, no bairro Jardim Maria Goretti, na zona oeste de Ribeirão Preto. Ela foi atingida nas pernas, nas costas, no abdômen, nos seios, braços, rosto e na cabeça e estava caída entre a calçada e a rua.

O delegado Rodolfo Latif Sebba, que chefia a investigação, afirmou ao g1 que todos os indícios levam a crer que o crime foi uma execução. No local do homicídio da mulher, a perícia localizou 30 cápsulas deflagradas de calibre 9 milímetros.

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A amiga de Dayane não sofreu nenhum ferimento e ninguém foi preso até o momento.

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Policiais

Portal do CRMB disponibiliza acesso à Delegacia Eletrônica para registro de ocorrência

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Atendimento inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção

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Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

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Mulheres que precisam registrar ocorrência de violência doméstica podem acessar a Delegacia Eletrônica por meio de link disponibilizado no portal do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB).

O serviço permite realizar o registro de ocorrência de forma online, sem a necessidade de comparecimento presencial para iniciar o procedimento. Nas unidades do CRMB, as mulheres também podem receber orientação e apoio para acessar a plataforma durante o atendimento, sempre respeitando sua autonomia, sua decisão e as especificidades de cada situação.

O atendimento oferecido pelo CRMB inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção. Quando necessário e de acordo com a decisão da mulher, a equipe pode prestar suporte para o acesso à Delegacia Eletrônica e a outros mecanismos de proteção.

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O CRMB não substitui a atuação da Polícia Civil e não realiza o registro da ocorrência em nome da mulher. O papel da equipe é orientar e apoiar o acesso aos serviços disponíveis, inclusive para o registro da ocorrência e, quando cabível, a solicitação de medidas protetivas de urgência.

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A possibilidade de receber orientação durante o atendimento busca auxiliar mulheres que enfrentam dificuldades para acessar os serviços, têm dúvidas sobre os procedimentos ou precisam de apoio para utilizar as ferramentas disponíveis.

O registro realizado pela Delegacia Eletrônica é encaminhado para análise e os procedimentos cabíveis pela Polícia Civil.

 

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