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Aniversário e conexão Nova York e Manaus entre os destaques da coluna

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Segunda-feira de Carnaval especial para a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha (foto), que completa neste dia 12 de fevereiro mais um ano de vida. A comemoração será intimista, em clima de descanso, na paradisíaca Fernando de Noronha, onde Mayara brinda em família o aniversário e aproveita para recarregar as energias no feriadão carnavalesco. Um pouco de sossego antes de retornar para Brasília, onde dará prosseguimento aos inúmeros projetos filantrópicos comandados no DF e que contam com o apoio do governador Ibaneis Rocha.

DUPLA HOMENAGEM

Logo após o Carnaval, a médica cardiologista Margarita Coronel Bazzano abre a sua cobertura em Brasília para um jantar em homenagem à amiga de longa data, a médica oncologista Luci Ishii. Na ocasião, será celebrado o aniversário de Luci e o aplaudido trabalho social desenvolvido por ela na Associação Brasiliense de Apoio ao Paciente com Câncer (Abac-Luz).

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SOL DE VERÃO

O Carnaval carioca, que este ano levou uma grande quantidade de brasilienses ao Rio de Janeiro, está sendo de muito sol e mar, diferente de anos anteriores, quando o período foi de chuva e céu nublado. Sol de verão que está levando recorde de público às ruas da cidade nos muitos blocos que estão saindo e sendo acompanhados por multidões em clima de descontração.

SEM CONFETE

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Embaixadores estrangeiros que costumam passar o Carnaval na capital lamentaram a ausência dos desfiles das escolas de samba brasilienses. Muitos deles costumam assistir aos desfiles nos camarotes da Secretaria de Turismo. Desfiles agora só pela televisão, acompanhando as agremiações que enfrentam a passarela da Sapucaí.

DELÍCIAS NO…

O Aeroporto Internacional de Brasília está lançando a 1ª edição do AeroBSB Gastro Week, com a participação de 22 restaurantes e lanchonetes do terminal brasiliense. Cada um deles selecionou produtos, criou combos e até pratos especiais feitos exclusivamente para a ação, com descontos entre 10% e 35%. Os passageiros e visitantes que passarem…

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…AEROPORTO

…pelo terminal brasiliense até o dia 18 deste mês poderão garantir os descontos e ainda ganhar uma hora de estacionamento grátis ao comprar um dos produtos do AeroBSB Gastro Week. A iniciativa tem como objetivo divulgar as opções gastronômicas do Aeroporto de Brasília e criar experiências para quem passar pelo terminal no DF durante este período de alta temporada.

LÁ E CÁ

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  • O deputado federal Átila Lins esteve em Nova York, Estados Unidos, representando a Câmara dos Deputados na Audiência Parlamentar Anual da União Interparlamentar – UIP, nas Nações Unidas – ONU. O decano da Câmara dos Deputados e vice-presidente da UIP, grupo brasileiro, integrou a delegação brasileira que debateu sobre o tema “Acabar com os conflitos: receitas para um futuro pacífico.”
  • Já o empresário Átila Albuquerque Filho estava a milhares de quilômetros do pai. Representando a mãe, a empresária Rita Lins, ele esteve em Manaus para o evento de lançamento da contagem regressiva da reinauguração do icônico Hotel Tropical, agora chamado Tropical Hotel Amazônia, comprado e reformado pelo Grupo Fametro, do qual Rita é sócia. A grandiosa inauguração será no Réveillon de 2025.

BALADINHA

A sexta edição da badalada festa Arca de Noé aterrissa na capital no dia 13 de abril. O brasiliense já pode se preparar para curtir muita música, com DJs de várias partes do Brasil com um repertório diverso, que vai do hip hop ao pop, e do funk à eletrônica. Além do já tradicional parque de diversão, contará com inúmeras performances que ocorrerão na noite. O local da festa ainda é segredo.

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CAMAROTE

A Billboard Brasil, em parceria com a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (LIESA), está com um espaço exclusivo no Camarote Rio Carnaval no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Durante os seis dias de desfiles das escolas cariocas, artistas, jornalistas e influenciadores digitais estarão marcando presença no disputado local.

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POIS É

Estelionatário de Brasília, que hoje atua na Câmara dos Deputados, após enganar e tomar dinheiro de empresários de Brasília e de outros estados do país, está circulando no Carnaval do Rio. Marcando presença nos camarotes e festas mais caras da temporada. Há quem diga que ele está pagando tudo com o dinheiro dos golpes que deu.

NAS…

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O Grupo R2 idealizou neste Carnaval, o projeto Carnavoou. Com influenciadores digitais a bordo, um Boeing 737 executivo tem no trajeto cinco cidades em cinco dias, mostrando o que o Brasil tem de mais rico e juntando os melhores carnavais do país em um só voo, com serviço de bordo, traslado, hotel, segurança, música e muita diversão.

…ALTURAS

A jornada inclui Brasília, Salvador, Recife, Rio e São Paulo. Entre os passageiros, Sarah Andrade, Gabriel Santana, Sarah Aline, Gabi Lopes, By Pamella, Laddy Nada, Nicole Louise, Cela Lopes, Fábio Marxx, Agatha Braga, Tokinho, Alexandrismos, Carol Paiffer, Matheus Pasquarelli, Mário Portella e Jéssica Marisol, entre outros nomes.

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Fotos: Wesley Carvalho e Arquivo Pessoal

Fonte: Jornal de Brasilia
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O que as meninas podem vestir?

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Especialistas comentam sobre os direitos de meninas e mulheres e o combate ao constrangimento e a situações de importunação

 

Ao longo de décadas, as mulheres conquistaram inúmeros direitos. No entanto, as legislações ainda não são suficientes para uma mudança ainda mais essencial: a transformação da sociedade. Embora tenham ocorrido avanços significativos em diversos setores da sociedade e nas legislações de proteção às mulheres, ainda existem muitos desafios, como demonstra o recente acordo firmado entre a Secretaria de Educação do Estado do Pará o Ministério Público do Estado do Pará.

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A iniciativa concedeu às estudantes do Colégio Estadual Paes de Carvalho, fundado em 1841, em Belém, o direito de frequentar as aulas com calça jeans. Com isso, o uniforme feminino, composto por blusa branca, saia azul-marinho e sapatos sociais, passou a ser opcional. A mudança não chama atenção simplesmente pela quebra de uma tradição, mas pelo fato de ter sido motivada por relatos de jovens sobre frequentes momentos de constrangimento e situações de importunação.

 

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Será que a mudança de vestimenta é suficiente para que o assédio contra as mulheres pare? Maria Fernanda, psicóloga do Núcleo de Apoio Psicopedagógico da Estácio (NAAP), afirma que não. “A mulher sempre foi vista como, entre aspas, o sexo frágil, e muitos homens se acham no direito de assediar pelo simples fato de ela ser mulher. A vestimenta não quer dizer que você pode ou não assediar uma pessoa. Então, a calça ou a saia independem do caráter do outro, do indivíduo que está ali assediando. Assim, não vejo isso como algo que possa diminuir o assédio”, comenta.

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A psicóloga que também integra o NAAP, Luiza Marron, também reforça que a raiz do problema é social, e não estética. “Não é a roupa que causa assédio. Ele acontece por uma questão cultural ligada à objetificação do corpo feminino. Existe a ideia de que as mulheres, essas meninas, estão disponíveis ao olhar e à invasão do outro. No fim, permitir o ajuste da roupa é um avanço em termos de autonomia e conforto, mas o verdadeiro combate ao assédio acontece quando a sociedade entende que o problema nunca foi a roupa, e sim o comportamento de quem assedia”, afirma.

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Como proteger as mulheres?

Para Thayene Belo, psicóloga e mestre em Saúde Coletiva, a prevenção e a segurança também envolvem autonomia, conforto e respeito às realidades vividas pelas adolescentes no cotidiano.

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“Permitir o uso da calça não significa que o assédio vai deixar de existir, mas pode, sim, representar uma medida de proteção prática, porque muitas estudantes relataram maior sensação de segurança no trajeto entre casa e escola, especialmente no transporte público e na circulação pelas ruas. Ou seja, a mudança não resolve o problema sozinha, mas é um passo institucional importante de cuidado e de escuta dessas adolescentes”, pontua.

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Ainda segundo a especialista, a segurança depende de uma educação para o respeito, de políticas públicas de proteção, da melhoria na segurança urbana, de campanhas contra o assédio, de espaços de escuta ativa e da responsabilização de quem pratica a violência.

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“Quando a sociedade muda o foco, deixando de controlar o corpo das meninas e passando a responsabilizar comportamentos abusivos, nós avançamos, de fato, na prevenção ao assédio. Medidas como essa são importantes porque sinalizam algo maior. Proteger essas meninas não é limitar suas escolhas, mas, sim, garantir que elas possam estudar, circular e viver com dignidade e segurança”, conclui Thayene Belo.

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