Saúde
Mês das Mães no HBDF: Momentos especiais de cuidado e bem-estar para as colaboradoras
Foto IgesDF
Por Pollyana Cabral
O Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho junto ao Projeto Acolher preparam atividades dedicadas às mamães que trabalham nas unidades do IgesDF.
Hoje, a celebração teve início cedo no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), onde as colaboradoras participaram de várias atividades desde as 9h da manhã em comemoração ao Mês das Mães. Maio é mais do que um mês qualquer para o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). É o momento de celebrar e reconhecer o esforço e dedicação das mães que fazem parte da equipe do HBDF, HRSM, UPAsDF e PO700. O Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (NUVID) junto ao Projeto Acolher preparou uma série de atividades especiais para essas mulheres.
Entre rodas de conversa e oficinas conduzidas pelos profissionais do Projeto Acolher, a intenção é proporcionar momentos de descontração e bem-estar. Em dias específicos de maio, as mamães terão a oportunidade de desfrutar de cuidados especiais. Isso inclui cursos de automaquiagem e momentos relaxantes, como reflexologia podal, ventosaterapia, auriculoterapia e até um SPA das mãos.
A chefe do NUVID e coordenadora do Acolher, Amanda Nataliane, destaca a importância de reconhecer o trabalho das mães que fazem parte da instituição. “O compromisso dessas mães vai além de suas próprias famílias. Elas deixam seus filhos em casa para cuidar dos filhos das pacientes, e isso merece toda nossa valorização”, ressalta.
Amanda também explica que ações como essa não são apenas momentos isolados de celebração, mas sim investimentos no bem-estar e na motivação das colaboradoras. “Todo ano preparamos algo especial, e desta vez, as mamães aprenderão não só a cuidar da pele, mas também a se maquiar e aproveitar os serviços disponíveis para todas”, enfatiza.
Confira o cronograma das atividades nas unidades:
- Hospital de Base: 06/05 no Espaço Acolher, das 09h às 17h. 08/05 no Espaço Acolher, das 09h às 17h. 09/05 no Espaço Acolher, das 13h às 17h.
- PO 700: 07/05 na Sala de Treinamento 2, das 13h às 17h.
- HRSM: 08/05 no Espaço Acolher, no anexo, das 09h às 17h.
- UCAD: 10/05 no 3° andar, das 09h às 17h.
É tempo de celebrar as mães do IgesDF, proporcionando momentos especiais de cuidado e bem-estar que refletem o reconhecimento e a gratidão por todo o seu trabalho dedicado.

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Assessoria de Comunicação
( 61 3550-9281 Acesse: https://igesdf.org.br/ |
Saúde
Empresas serão obrigadas a fiscalizar vacinas dos colaboradores?
O que é fake news e o que realmente muda para empregadores com a Lei nº 15.377/2026.
No último dia 6 de abril, foi publicada a Lei nº 15.377/2026, que altera a CLT para determinar que empresas disponibilizem informações sobre campanhas oficiais de vacinação, HPV e cânceres de mama, colo do útero e próstata a seus empregados.
Bastaram algumas horas para os comentários na internet esquentarem. No Instagram, um seguidor do Pleno News reagiu assim: “Mais um encargo para o empresário. Preocupar com a caderneta de vacinação de um monte de marmanjo.”
Outras dúvidas apareceram na sequência: “Detectar câncer? Que exame é esse?” “Não quero patrão mandando no meu corpo.”
Na prática, o que esses comentários revelam é algo que vejo com frequência no meu trabalho como advogada empresarial: a desinformação sobre direito do trabalho no Brasil é grande, e ela prejudica tanto o trabalhador quanto o empresário.
Por isso, minha intenção neste artigo é esclarecer o que a Lei nº 15.377/2026 realmente diz, o que muda na prática e o que é, simplesmente, fake news.
Empresas terão que fiscalizar a caderneta de vacinação dos colaboradores?
Não. Essa afirmação é fake news.
A lei não cria nenhuma obrigação de controle, cobrança ou fiscalização sobre o histórico vacinal de ninguém. O que ela determina é que a empresa disponibilize informações sobre campanhas oficiais de vacinação. Informar é diferente de fiscalizar. A empresa comunica. O trabalhador decide.
Aliás, empresas já fazem isso rotineiramente com dezenas de outros temas: campanhas de saúde mental, prevenção de acidentes, programas de qualidade de vida. A lei apenas inclui mais um tema nesse rol de comunicação interna que o RH já conhece bem.
Que exame de câncer é esse? O que é o HPV e o que tem a ver com o Papanicolau?
O HPV é uma infecção sexualmente transmissível comum que, em determinados casos, pode evoluir para cânceres. O Papanicolau, o popular “preventivo”, é o exame que rastreia alterações celulares causadas pelo HPV antes que se tornem um problema grave. Para os homens, os exames de rastreamento de câncer de próstata incluem o PSA e o toque retal.
São exames simples, acessíveis pelo SUS e que salvam vidas quando feitos regularmente. O problema é que muita gente adia por não conseguir faltar ao trabalho sem prejuízo financeiro. É exatamente nesse ponto que a nova lei atua.
Quem deve se vacinar contra o HPV?
A vacina contra o HPV está disponível gratuitamente pelo SUS, mas com critérios definidos pelo Ministério da Saúde: meninas e meninos de 9 a 14 anos, pessoas imunossuprimidas ou vítimas de violência sexual até 45 anos.
A maioria dos trabalhadores adultos não se enquadra nesses critérios. Para essa parcela, o que a lei promove na prática é o acesso à informação sobre os exames preventivos, o principal instrumento de detecção precoce disponível para quem já passou da faixa etária da vacinação.
O que muda para as empresas na prática com a Lei nº 15.377/2026?
As empresas passarão a incluir nos seus canais internos de comunicação informações sobre vacinação, HPV e os cânceres previstos na lei, seguindo as orientações do Ministério da Saúde.
A mudança mais concreta está no art. 473 da CLT: o trabalhador agora pode faltar para realizar exames preventivos sem desconto no salário. Essa ausência passa a ser falta justificada por lei. Para o RH, isso significa atualizar políticas internas e garantir que nenhum desconto indevido seja aplicado.
Dito isso, vale, enfim, ressaltar que a Lei nº 15.377/2026 não invade a vida privada de ninguém. Ela remove um obstáculo: o medo de perder o dia de trabalho na hora de cuidar da saúde. Diagnóstico precoce salva vidas, e uma falta justificada pode ser a diferença entre um tratamento simples e um quadro avançado.
CRÉDITOS:
Por Thassya Prado, advogada empresarial e idealizadora do @entendaseudireito.
CRÉDITOS:
Foto: Cristine Rochol
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