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Saúde

Ascensão das bebidas proteicas na dieta moderna; conheça benefícios e cuidados sobre o produto

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Foto: Divulgação

Viralizada no ‘mundo fitness’, a bebida pode ser benéfica no processo de ganho muscular, caso incluída em uma rotina balanceada

Nos últimos anos, a busca por opções alimentares que combinem conveniência e nutrição tem crescido consideravelmente. Nesse cenário, as bebidas proteicas emergiram como uma solução popular para aqueles que buscam uma maneira eficaz de aumentar a ingestão de proteínas de forma mais prática.

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Esses produtos oferecem uma série de benefícios para a saúde e o bem-estar. Eles são uma excelente fonte de proteínas de alta qualidade, essenciais para a construção e reparo muscular. Além disso, essas bebidas podem ajudar a promover uma sensação de saciedade, o que pode ser útil para quem está tentando controlar o peso ou reduzir o consumo calórico.

No entanto, é importante consumi-las com moderação e atenção aos detalhes. Segundo Bruna Ramos, coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, ao escolher um produto, é fundamental verificar a lista de ingredientes para evitar aditivos desnecessários, excesso de açúcares ou gorduras adicionadas. Além disso, é aconselhável consultar um profissional de saúde antes de incorporar qualquer suplemento nutricional à sua dieta, para garantir que atenda às suas necessidades individuais.

Abaixo, a especialista destacou os benefícios e cuidados que envolvem essa nova ‘febre’ do mundo fitness:

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Benefícios

Rápida absorção: A proteína em pó é rapidamente digerida e absorvida pelo organismo, fornecendo aminoácidos essenciais para a recuperação muscular após o treino.

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Praticidade: As bebidas proteicas são fáceis de preparar e transportar, tornando-se uma opção prática para quem tem uma rotina corrida.

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Versatilidade: Elas podem ser consumidas puras, com frutas, em smoothies ou até mesmo em receitas culinárias.

Auxílio na perda de peso: A proteína pode aumentar a saciedade e reduzir o apetite, ajudando a controlar o consumo de calorias.

Cuidados

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Excesso de proteínas: Consumir mais proteínas do que o necessário pode sobrecarregar os rins e fígado, além de causar outros problemas de saúde.

Desequilíbrio nutricional: É importante consumir outros nutrientes além da proteína para manter uma dieta equilibrada.

Riscos para pessoas com doenças: Pessoas com doenças renais, hepáticas ou outras condições de saúde devem consultar um médico antes de consumir bebidas proteicas.

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Qualidade do produto: É importante escolher produtos de boa qualidade e com baixo teor de açúcares e gorduras.

“As bebidas proteicas, que podemos encontrar em mercados e até em farmácias, como Shakes e Smoothies, podem ser aliadas na dieta, mas não são milagrosas. É importante ingeri-las com moderação, dentro de uma dieta equilibrada e com acompanhamento profissional”, finaliza a docente.

Sobre a Anhanguera

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Fundada em 1994, a Anhanguera faz parte da vida de milhares de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com as necessidades do mercado de trabalho, em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, presenciais ou a distância. Em 2023, passou a ser a principal marca de ensino superior da Cogna Educação, com o processo de unificação das instituições, visando o conceito lifelong learning, no qual proporciona acesso à educação em todas as fases da jornada do aluno. A instituição ampliou seu portfólio, disponibilizando novas opções para cursos Livres; preparatórios, com destaque para o Intensivo OAB (Ordem dos Advogados do Brasil); profissionalizantes, nas mais diversas áreas de atuação; EJA (Educação de Jovens e Adultos) e técnicos.  Com grande penetração no Brasil, a Anhanguera está presente em todas as regiões com 106 unidades próprias e 1.398 polos em todo o país. A instituição presta inúmeros serviços à população por meio das Clínicas-Escola, na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Anhanguera tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais. Acesse o site e o blog para mais informações.   

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Contatos para a imprensa:  
Atendimento PR: Nicholas Montini Pereira               
E-mail: nicholas.pereira@cogna.com.br

Telefone: (11) 99562-5354

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Saúde

Fisioterapia especializada ajuda pacientes a recuperar autonomia após AVC

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Ambulatório do Hospital de Santa Maria atende principalmente vítimas de acidente vascular cerebral e aposta em tratamento individualizado para reduzir sequelas
Por Talita Motta
Perder a força de um lado do corpo, deixar de caminhar sozinho e depender da ajuda de familiares para tarefas simples do dia a dia são algumas das mudanças enfrentadas por quem sobrevive a um acidente vascular cerebral (AVC). No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), pacientes que passaram pela doença encontram na fisioterapia especializada um caminho para recuperar movimentos, readquirir autonomia e reconstruir a rotina.
O AVC é uma das principais causas de morte e incapacidade no Brasil. Ao lado do infarto, integra o grupo das doenças cardiovasculares, responsáveis por cerca de 30% dos óbitos registrados anualmente no país, segundo o Ministério da Saúde. Dados da Sociedade Brasileira de AVC (SBAVC), com base no Portal da Transparência do Centro de Registro Civil (CRC) do Brasil, mostram a dimensão do problema: somente entre 1º de janeiro e 31 de março deste ano, foram registradas 20.461 mortes por AVC no país, o equivalente a uma média de 235 por dia, praticamente uma vítima a cada seis minutos.
Para quem sobrevive ao episódio, a reabilitação torna-se fundamental. No HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o ambulatório de fisioterapia oferece atendimento especializado em Neurofuncional Adulto e recebe, em sua maioria, pacientes que sofreram AVC.
“Recebemos pacientes em diferentes fases da recuperação. Quando o encaminhamento ocorre ainda na fase aguda, as chances de evolução costumam ser maiores. Já aqueles que chegam após um período mais longo podem apresentar sequelas mais consolidadas, o que torna o processo de reabilitação mais desafiador”, explica Michelle Xavier da Silva, fisioterapeuta responsável pela área.
O acesso ao tratamento ocorre por meio do Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Antes do início das sessões, cada paciente passa por uma avaliação individualizada, que orienta a definição do plano terapêutico.
“O tratamento é construído a partir das dificuldades que mais impactam a rotina daquela pessoa. Algumas precisam voltar a permanecer em pé, outras necessitam recuperar força muscular ou melhorar a capacidade de caminhar. Tudo é direcionado às necessidades de cada caso”, afirma Michelle.
O ambulatório conta com barras paralelas, escadas, rampas, faixas elásticas, bicicletas adaptadas e equipamentos de estimulação muscular, utilizados para auxiliar na recuperação funcional.
Foi esse acompanhamento que passou a fazer parte da vida de Joana Darc Vigilato, 61 anos, após sofrer um AVC em abril deste ano. Atualmente na sexta sessão de fisioterapia, ela já apresenta avanços que surpreendem a família.
“Tudo o que ela faz aqui a gente repete em casa. Minha mãe é muito guerreira. Já teve restaurante, salão de beleza, lavou roupa para fora, sempre foi muito ativa. É impressionante o quanto ela evoluiu em menos de três meses”, relata a filha, Francimar Santos.
Desafios além da recuperação física
A recuperação de um AVC depende muito do tratamento. Por isso, para que os pacientes não interrompam a frequência da fisioterapia, a equipe do HRSM orienta familiares e cuidadores sobre exercícios e estratégias que podem ser realizados em casa, contribuindo para a continuidade do processo de reabilitação.
“Às vezes, o familiar precisa faltar ao trabalho ou reorganizar toda a rotina para garantir a continuidade do acompanhamento. Isso pode comprometer a evolução do paciente”, destaca Michelle.
Como acessar o serviço
O usuário ou seu responsável deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de casa e, com o encaminhamento médico, solicitar a inclusão na regulação da SES-DF.
Após a convocação, o tratamento é iniciado em ciclos de dez sessões, realizadas uma ou duas vezes por semana. Caso seja necessária a continuidade do acompanhamento, o paciente deve retornar à UBS para nova avaliação médica e emissão de outro encaminhamento.
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Epreendedorismo24/06/2026

Para quem sobrevive ao episódio, a reabilitação torna-se fundamental. No HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o ambulatório de fisioterapia oferece atendimento especializado em Neurofuncional Adulto e recebe, em sua maioria, pacientes que sofreram AVC. “Recebemos pacientes em diferentes fases da recuperação. Quando o encaminhamento ocorre ainda na fase aguda, as chances de evolução costumam ser maiores. Já aqueles que chegam após um período mais longo podem apresentar sequelas mais consolidadas, o que torna o processo de reabilitação mais desafiador”, explica Michelle Xavier da Silva, fisioterapeuta responsável pela área. O acesso ao tratamento ocorre por meio do Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Antes do início das sessões, cada paciente passa por uma avaliação individualizada, que orienta a definição do plano terapêutico. “O tratamento é construído a partir das dificuldades que mais impactam a rotina daquela pessoa. Algumas precisam voltar a permanecer em pé, outras necessitam recuperar força muscular ou melhorar a capacidade de caminhar. Tudo é direcionado às necessidades de cada caso”, afirma Michelle. O ambulatório conta com barras paralelas, escadas, rampas, faixas elásticas, bicicletas adaptadas e equipamentos de estimulação muscular, utilizados para auxiliar na recuperação funcional. Foi esse acompanhamento que passou a fazer parte da vida de Joana Darc Vigilato, 61 anos, após sofrer um AVC em abril deste ano. Atualmente na sexta sessão de fisioterapia, ela já apresenta avanços que surpreendem a família. “Tudo o que ela faz aqui a gente repete em casa. Minha mãe é muito guerreira. Já teve restaurante, salão de beleza, lavou roupa para fora, sempre foi muito ativa. É impressionante o quanto ela evoluiu em menos de três meses”, relata a filha, Francimar Santos. Desafios além da recuperação física A recuperação de um AVC depende muito do tratamento. Por isso, para que os pacientes não interrompam a frequência da fisioterapia, a equipe do HRSM orienta familiares e cuidadores sobre exercícios e estratégias que podem ser realizados em casa, contribuindo para a continuidade do processo de reabilitação. “Às vezes, o familiar precisa faltar ao trabalho ou reorganizar toda a rotina para garantir a continuidade do acompanhamento. Isso pode comprometer a evolução do paciente”, destaca Michelle. Como acessar o serviço O usuário ou seu responsável deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de casa e, com o encaminhamento médico, solicitar a inclusão na regulação da SES-DF. Após a convocação, o tratamento é iniciado em ciclos de dez sessões, realizadas uma ou duas vezes por semana. Caso seja necessária a continuidade do acompanhamento, o paciente deve retornar à UBS para nova avaliação médica e emissão de outro encaminhamento.

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