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40% dos ambientes de TI estão expostos a ataques de alto risco

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Vulnerabilidades em endpoints macOS, baixa taxa de detecção, senhas fracas, dificuldade na defesa contra ransomware são algumas descobertas do Picus Blue Report 2024

40% dos mais de 136 milhões de ambientes apresentaram vulnerabilidades que poderiam dar acesso ao administrador de domínio e, consequentemente, ​​a tomada total do controle da rede por cibercriminosos. Este acesso permite que os invasores controlem contas de usuários, configurações de segurança e gerenciamento geral da rede. A informação é do Picus Blue Report 2024, divulgado pela CLM, distribuidor latino-americano de valor agregado com foco em segurança da informação, proteção de dados, cloud e infraestrutura para data centers, principal parceira da empresa na América Latina.

O presidente da CLM, Francisco Camargo, explica que o acesso ao administrador do domínio precisa ser uma das principais preocupações das equipes de segurança porque essa brecha pode levar hackers a ter o controle total da infraestrutura de TI de uma corporação. “O perigo é muito grande! O nível de acesso do administrador de domínio permite que os invasores controlem contas de usuários, configurações de segurança e toda a rede”, assinala.

O estudo anual Picus Blue Report 2024 foi conduzido pelo Picus Labs, unidade de pesquisa da Picus Security, que analisou mais de 136 milhões de simulações de ataque para avaliar a eficácia das soluções de cibersegurança usadas pelas empresas. O relatório evidencia a necessidade dessa validação das soluções e de ajustes fino contínuos, como único meio de descobrir os caminhos de ataques de alto risco.

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Eficácia das soluções de cibersegurança no mundo real
A Picus Security observou uma variabilidade significativa entre o desempenho dos produtos de segurança cibernética em ambientes controlados versus configurações do mundo real. Soluções que pontuam 100% em avaliações como MITRE ATT&CK podem, infelizmente, exibir variabilidade significativa de eficácia uma vez implantadas em diversos ambientes operacionais.

Senhas fáceis de quebrar
Além da constante evolução do cibercrime, do hacktivismo, do uso de IA para fins ilícitos, a cibersegurança continua enfrentando problemas corriqueiros que se repetem, como as senhas fracas. “É surpreendente ver que 25% dos ambientes ainda usam senhas que podem ser quebradas usando palavras comuns”, comenta Camargo.

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BlackByte foi o mais bem-sucedido grupo de ransomware
Quando se trata de ransomware, as descobertas são igualmente preocupantes. O BlackByte foi a variante de ransomware mais difícil de se defender, com apenas 17% de taxa de sucesso. BabLock e Hive seguiram de perto, com taxas de prevenção de 20% e 30% respectivamente.

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“É crucial adotar medidas de segurança cibernética mais fortes e eficazes, com abordagens proativas como a simulação de violação e ataque (BAS). A cibersegurança precisa ser vista como uma batalha contínua que requer atenção, inovação e adaptação, sendo fundamental entender o risco para aprimorar as defesas, corrigir vulnerabilidades críticas e melhorar a postura de segurança”, alerta o executivo.

Prevenção em alta, detecção em baixa: um paradoxo da defesa cibernética
Embora tenha havido uma melhoria notável na eficácia da prevenção, que aumentou de 59% em 2023 para 69% em 2024, a eficácia da detecção deixou a desejar. O alert score caiu de 16% para 12%, no mesmo período. Essa redução sugere que o aumento do registro (logs) não se traduziu em melhor visibilidade e detecção mais rápida de ameaças. A disparidade aponta para a necessidade de as organizações priorizarem a otimização em todo o seu pipeline de engenharia de detecção.

Desafios de regras de detecção em sistemas SIEM
A maioria dos problemas que a Picus identificou nas regras de detecção de sistemas SIEM estavam relacionados à coleta de logs (38%) e ao desempenho (33%). A consolidação inadequada da fonte de logs afetou 23% dos casos, enquanto fontes de log indisponíveis (10%) e quebradas (5%) aprofundaram ainda mais os desafios de detecção.

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Vulnerabilidades em endpoints macOS
Picus Blue Report 2024 evidenciou que os endpoints do macOS tinham muito mais probabilidade de serem mal configurados ou operarem corretamente sem ferramentas de Detecção e Resposta de Endpoint (EDR). Como resultado, os endpoints do macOS impediram apenas 23% dos ataques simulados, contra 62% e 65% barrados pelo Windows e pelo Linux. Para a Picus Security esta descoberta sugere que as equipes de segurança não estão alocando recursos adequados para proteger esses sistemas.

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Sobre a CLM
CLM é distribuidor latino-americano de valor agregado com sede em São Paulo, Brasil, e coligadas no Chile, Colômbia, EUA e Peru. A empresa se concentra em segurança da informação, proteção de dados, infraestrutura para data centers e Nuvem, tendo uma extensa rede de VARs (Value Added Resellers) na América Latina e uma vasta experiência no mercado. A CLM recebeu recentemente diversos prêmios: o de melhor distribuidor da América Latina pela Nutanix, qualidade e agilidade nos serviços prestados aos canais; o prêmio Lenovo/Intel Best Growth LA Partner pelo crescimento das vendas; o Prêmio Excelência em Distribuição 2022 da Infor Channel pelo compromisso da CLM com a excelência e busca incansável das melhores soluções e serviços aos canais e Destaque no atendimento aos Canais, pelo Anuário de Informática da Revista Informática Hoje. A empresa está constantemente em busca de soluções inovadoras e disruptivas para fornecer cada vez mais valor para seus canais e clientes. www.CLM.tech

Sobre a Picus Security
A Picus Security ajuda a validar, de forma consistente e precisa, a postura de segurança corporativa. Sua plataforma de validação simula ameaças do mundo real para avaliar a eficácia dos controles de segurança, identificar caminhos de ataque de alto risco a ativos críticos e otimizar os recursos de prevenção e detecção de ameaças. Como pioneira em simulação de violações e ataques, a empresa se especializou em fornecer insights acionáveis para seus clientes serem proativos e contra ameaças. A Picus foi nomeada Cool Vendor pelo Gartner e reconhecida pela Frost & Sullivan como líder no mercado de simulação de violação e ataque (BAS).

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MakingNews – Assessoria de Imprensa
Telefone: 11 – 99124-8755
Jornalista Responsável: Edilma Rodrigues
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Engenharia feminina transforma indústria de máquinas agrícolas e inspira novas gerações

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                       Marina Maletzke é engenheira e atua em área estratégica da manufatura na fábrica da AGCO, em Ibirubá (RS)

 

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Celebrado em 23 de junho, o Dia Internacional das Mulheres na Engenharia reforça a importância da presença feminina em áreas técnicas e estratégicas da indústria. Em um ambiente historicamente masculino, mulheres vêm conquistando espaço, liderando equipes, coordenando projetos estratégicos e contribuindo diretamente para a evolução dos processos industriais.
Na AGCO, líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão, essa transformação pode ser vista nas trajetórias de Marina Maletzke e Mariana Peteffi, engenheiras que atuam em fábricas da companhia no Rio Grande do Sul e ajudam a impulsionar inovação, eficiência e desenvolvimento na indústria.

Na unidade de Ibirubá (RS), Marina Maletzke integra a área de engenharia de manufatura e participa de iniciativas ligadas à automação e modernização industrial. Ao longo da carreira, assumiu responsabilidades estratégicas dentro da operação e teve atuação importante em projetos de ampliação da capacidade produtiva da fábrica.
Entre os destaques da sua trajetória está a participação na produção da plantadeira Momentum, um dos projetos mais complexos da unidade. “Mais de 60% dos conjuntos soldados foram feitos de forma robotizada para garantir qualidade e desempenho. Foi um processo desafiador, porque estávamos expandindo a fábrica ao mesmo tempo”, relembra.
Para Marina, a presença feminina na engenharia contribui para ambientes mais colaborativos, inovadores e diversos. “Em vários momentos fui a única mulher do time. Hoje, procuro usar essas experiências para incentivar mudanças e abrir espaço para que mais mulheres se sintam pertencentes a essas áreas”, afirma.

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Mariana Peteffi é engenheira e coordena iniciativas para ampliar a eficiência e qualidade dos processos de usinagem na fábrica da AGCO, em Canoas (RS)

Já em Canoas (RS), Mariana Peteffi atua na liderança da área responsável pela eficiência e qualidade do processo de exportação de tratores. Aos 27 anos, coordena uma equipe de cerca de 25 colaboradores e destaca que sua trajetória foi construída com aprendizado contínuo e superação de desafios.

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Após iniciar sua carreira na AGCO como estagiária na área de melhoria contínua, Mariana passou por diferentes setores da companhia até assumir a liderança industrial. “No começo, precisei lidar com questionamentos relacionados à idade e ao fato de ser mulher em uma posição de liderança. Com o tempo, transformei isso em motivação para entregar resultados e fortalecer minha confiança profissional”, conta.

Segundo Mariana, ocupar posições técnicas e de liderança também significa abrir caminhos para outras mulheres. “Percebi que meu papel podia ir além da liderança, mas também ser uma referência para que a presença feminina na manufatura se torne cada vez mais natural, mostrando que todos somos capazes, independentemente de gênero, raça ou orientação sexual”,

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As trajetórias das engenheiras refletem um movimento mais amplo da AGCO voltado ao fortalecimento da diversidade e inclusão em áreas industriais e estratégicas. Atualmente, mulheres representam 44% dos colaboradores com até um ano de empresa na AGCO América do Sul, resultado de iniciativas voltadas ao desenvolvimento profissional, formação de lideranças e ampliação da representatividade nos times.

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“A diversidade traz diferentes perspectivas para os desafios da indústria e contribui diretamente para a inovação. Buscamos construir um ambiente em que cada profissional tenha espaço para crescer, desenvolver seu potencial e contribuir para o futuro da indústria”, afirma Angélica Kanashiro, vice-presidente de Recursos Humanos da AGCO para a América do Sul e Business Partner Global para a Massey Ferguson.

Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.

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AGCO – Atendimento à Imprensa
E-mail: agco@fsb.com.br

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