Epreendedorismo
Arena de Ideias debate a dieta da comunicação na era da hiperconexão e tendências para 2024
AVISO DE PAUTA
DEBATE SOBRE COMUNICAÇÃO E NEGÓCIOS
Arena de Ideias debate a dieta da comunicação na era da hiperconexão e tendências para 2024
Programa aborda, na quinta (18), a produção de conteúdo para nichos e gestão de reputação, além das tendências para inteligência artificial, comunidades digitais, ESG e trabalho híbrido
Como fazer negócios na era da hiperconexão, da nano comunicação e da saturação informacional? Em 2024, os líderes empresariais e de organizações devem estar atentos não somente à grande tendência do uso de Inteligência Artificial, mas também às estratégias para aprofundar no conhecimento de questões e temas relevantes que impactam a vida das pessoas e de seus públicos-alvo.
A orientação da Oficina Consultoria, apresentada em e-book que reúne as tendências de 2024, estará em debate na abertura da terceira temporada do Arena de Ideias, nesta quinta (18), às 9h30, com a participação do diretor-presidente da Aberje e professor titular da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), Paulo Nassar.
Especialistas de comunicação vão abordar as tendências para o ano e dar dicas sobre como explorar e compreender o novo momento da comunicação para desenvolver estratégias e atingir seus públicos nesta sociedade conectada, orientada por dados e que demanda cada vez mais conteúdos informativos sob medida e confiáveis, com conveniência e segurança. No mundo, 5,6 bilhões de pessoas são usuárias da internet, segundo o relatório da We Are Social. No Brasil, são mais de 181 milhões de pessoas online, 85% da população.
Patrícia Marins, sócia-fundadora da Oficina Consultoria, media o debate com Paulo Nassar e Miriam Moura, consultora de Curadoria e Conteúdo da empresa e organizadora do e-book gratuito “Tendências 2024 – Ideário aspiracional na era da hiperconexão”. Além de abordar as perspectivas para inteligência artificial, comunidades digitais, ESG e trabalho híbrido, a publicação contém uma proposta de “Dieta da Comunicação” com os ingredientes essenciais para a construção da comunicação baseada em relações verdadeiras e conexões duradouras junto aos públicos.
O Arena de Ideias é um espaço de debates online promovido pela Oficina Consultoria de reputação e do relacionamento – empresa de Brasília – para a troca de ideias e debates sobre comunicação, reputação, política e tecnologia.
O episódio #124 começará às 9h30, nesta quinta-feira (18/01), no Youtube. Acompanhe os debates, quinzenalmente, no canal do Arena de Ideias.
ARENA DE IDEIAS | 3ª Temporada
Arena de Ideias #124: Tendências 2024 – Ideário aspiracional na era da hiperconexão
Quinta, 18 de janeiro de 2024, 09:30 – 10:30
Assista ao vivo o debate no Youtube: https://www.youtube.com/@arenadeideias
*Assessoria de Imprensa*
Raquel Alves
61 991984750
Arena de Ideias
Oficina Consultoria:
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IMAGENS ABAIXO (CLIQUE PARA DOWNLOAD):
Paulo Nassar – presidente da Aberje
Patrícia Marins – sócia-fundadora da Oficina Consultoria
Miriam Moura – consultora de Curadoria e Conteúdo
Epreendedorismo
Catadoras de materiais recicláveis protagonizam livro que será lançado em Brasília amanhã (20)

A Novelis, líder mundial em laminação e reciclagem de alumínio, mantém, no Brasil, uma operação que conecta a indústria recicladora dos elos iniciais da cadeia de reciclagem, valorizando e reconhecendo a atuação de cooperativas, catadores e catadoras. “As histórias apresentadas mostram que a reciclagem vai muito além do material, ela transforma vidas. Para a Novelis, é um orgulho apoiar uma iniciativa que reconhece as catadoras como agentes essenciais da preservação ambiental e da criação de um presente e futuro mais sustentável. Juntas, ao lado de mais 800 mil pessoas, elas impulsionam a economia circular no país e transformam resíduos em oportunidade, renda e dignidade”, afirma Eunice Lima, diretora de Comunicação e Relações Governamentais da Novelis América do Sul.
A escritora Viviane Mansi dá voz às histórias das catadoras brasileiras a partir de uma escuta cuidadosa e de uma escrita sensível, que desconstrói visões simplificadas e estigmatizadas sobre a realidade dessas mulheres, evidenciando que muitas delas foram levadas ao trabalho com resíduos por contextos de vulnerabilidade e encontram nesses espaços fonte de renda, acolhimento e pertencimento. A obra também se expressa na linguagem fotográfica de Magali Moraes, que amplia e aprofunda essas narrativas.
“Muitas vezes, a gente está distante dessa realidade e tem menos empatia simplesmente por não conhecer. O livro tenta fazer essa conexão entre o que se imagina e o que é real, para provocar um olhar mais cuidadoso e empático sobre essas mulheres que, em sua maioria, estão nesse trabalho e, ainda assim, seguem fazendo o melhor que podem com o que têm. É sobre elas e, especialmente, sobre o impacto que a gente gera no mundo e na vida das pessoas ao nosso redor”, afirma a escritora.
“A reciclagem no Brasil tem rosto de mulher. São elas que, no cotidiano invisível, estruturam a base real da sustentabilidade no país, muito antes de qualquer política pública reconhecer”, destaca a CEO da Rede Educare, Kátia Rocha
Sete filhos criados a partir da reciclagem – Uma das histórias do livro é a de Aparecida Ferreira de Maria, de Brasília. Filha de catadores, ao enfrentar a maternidade precoce, aos 18 anos, encontrou na catação uma alternativa viável de renda. Hoje, aos 41 anos, e com sete filhos criados com a reciclagem, atua na defesa da valorização dos catadores. “Aqui a gente conversa muito, cada uma conta a sua história, e eu vejo que são mulheres muito guerreiras. Elas chegam com histórias parecidas, de dificuldade, e encontram acolhimento. É um lugar onde a gente se escuta, se apoia e vai seguindo em frente”, destaca.
Já Dulce Vale, de Goiânia, iniciou na reciclagem aos 40 anos, após perder o emprego como secretária e precisar reorganizar a vida como mãe solo e chefe de família. Atualmente, é presidente da Central e Forte e é uma das principais lideranças do movimento no país. “Quando você é mulher, já existem muitas barreiras para conseguir um trabalho. Aqui na cooperativa, a gente consegue conciliar, conversar, se apoiar. Por isso tem tantas mulheres. Aqui a gente encontra oportunidade e consegue seguir trabalhando, mesmo com as dificuldades do dia a dia”, afirma.
De acordo com o Anuário da Reciclagem 2024, são mais de 3 mil organizações de catadores mapeadas no país, reunindo mais de 70 mil trabalhadores formalizados em cooperativas. Esse número, no entanto, representa apenas uma parcela da categoria estimada pelo MNCR. Cerca de 800 mil pessoas vivem da atividade no Brasil. Juntos, esses trabalhadores são responsáveis por impulsionar a recuperação de materiais e fortalecer a cadeia da reciclagem no país.
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