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Mais uma brasiliense é sorteada no “Neoenergia paga sua conta” e ganha créditos de até R$ 500 na conta de luz por dois anos

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Moradora de Águas Claras, Priscila Calderaro receberá os descontos mensalmente

Brasília, 06 de agosto de 2024 – O Distrito Federal mostrou que é pé quente e teve mais um cliente contemplado na promoção “Neoenergia paga sua conta”. Priscila Calderaro, de 36 anos, receberá créditos mensais de R$ 500 na conta de luz por dois anos. Além da moradora de Águas Claras, cliente da Neoenergia Brasília, foram premiados outros quatro consumidores de três distribuidoras, sendo dois da Neoenergia Coelba (BA); um da Neoenergia Pernambuco (PE); e um da Neoenergia Elektro (SP).

“Eu nem acreditei quando vocês entraram em contato comigo para avisar que eu tinha sido sorteada”, brinca Priscila Calderaro. “Como ainda moro com os meus pais, esses créditos vão ajudar demais no orçamento final da minha família”.

Nesta segunda edição, o prazo da premiação dobrou de um para dois anos. Dessa forma, os vencedores podem obter um total de créditos, nas tarifas de luz, de até R$ 12 mil ao longo do período. Sucesso no Instagram, a promoção vem consolidando a liderança da Neoenergia entre as empresas do setor de energia na plataforma, que já conta com mais de 800 mil seguidores.

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“Nossa estratégia é aproximar cada vez mais a marca dos clientes para aumentar o engajamento, criando as melhores experiências de consumo com uma premiação ainda melhor”, afirma Lorenzo Perales, Diretor de Marketing da Neoenergia.

A promoção é válida para consumidores residenciais e rurais em dia com a conta de luz. Basta seguir a Neoenergia no Instagram, curtir a postagem sobre a promoção e marcar três amigos nos comentários. Os sorteios são realizados pela Loteria Federal, da Caixa Econômica Federal. Podem participar clientes das cinco distribuidoras: Neoenergia Brasília, Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Cosern (RN), Neoenergia Elektro (SP e MS) e Neoenergia Pernambuco (PE). O regulamento completo também está disponível no site da empresa.

Fonte: Neoenergia Brasilia

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A “Crise dos 7 Anos”: Mito ou Condenação no Casamento?

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Muito se fala sobre a “crise dos 7 anos” no casamento, um termo que soa quase como uma profecia sombria para os casais que chegam à marca de sete anos juntos. A expressão, popularizada por filmes e estudos antigos, sugere que é nesse período que o relacionamento começa a enfrentar seus maiores desafios. Mas afinal, essa crise realmente existe? Ou seria apenas mais um mito do imaginário coletivo sobre relacionamentos?

A origem do termo

A expressão “crise dos 7 anos” ganhou notoriedade com o filme “The Seven Year Itch” (O Pecado Mora ao Lado), de 1955, estrelado por Marilyn Monroe. Na trama, o protagonista enfrenta uma forte tentação extraconjugal após sete anos de casamento, refletindo um suposto desgaste comum nesse período. Desde então, a ideia se enraizou no senso comum, sendo frequentemente citada em conversas, conselhos amorosos e até em consultórios de terapia de casal.

O que dizem os especialistas?

Embora não exista uma regra absoluta, muitos psicólogos e terapeutas afirmam que há, sim, um momento de transição e reavaliação em torno do sétimo ano de relacionamento. Mas esse “ponto de virada” não tem relação com uma maldição ou cronômetro emocional, e sim com o acúmulo natural de experiências, mudanças individuais e desafios que vão se somando ao longo dos anos.

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Após cerca de sete anos, é comum que o casal já tenha passado pelas fases mais intensas da paixão inicial, enfrentado dificuldades financeiras, criado filhos ou lidado com crises pessoais. É justamente nesse ponto que muitas relações são colocadas à prova: o que antes era novidade pode virar rotina, e o encantamento pode dar lugar ao tédio ou ao ressentimento acumulado.

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O desgaste da convivência

Convivência diária exige esforço. Com o passar dos anos, é natural que as falhas de comunicação, a falta de tempo para o casal e os pequenos desentendimentos vão se tornando mais frequentes. O sétimo ano pode simbolizar o momento em que essas falhas se tornam mais evidentes, ou em que os parceiros param de “tapar o sol com a peneira” e decidem enfrentar (ou ignorar) as reais questões do relacionamento.

Além disso, muitas pessoas experimentam mudanças internas nesse período: crises existenciais, redescobertas pessoais, novas ambições. Quando o casal não cresce junto emocional, profissional ou espiritualmente — surge o risco do afastamento, da insatisfação e, por vezes, da separação.

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Casamento é construção contínua

A “crise dos 7 anos” não é uma sentença. Para muitos casais, esse é o momento de ressignificar a relação. É a chance de renovar acordos, relembrar os motivos que uniram os dois no início, investir em diálogo e intimidade. Ao invés de ser o fim, o sétimo ano pode ser o início de uma nova fase mais madura e consciente.

Relacionamentos longos exigem mais do que amor: exige compromisso, paciência, escuta ativa, disposição para mudar e, sobretudo, vontade mútua de seguir juntos. A crise, quando bem administrada, pode ser uma oportunidade valiosa de fortalecimento.

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Mito ou verdade?

A resposta está no meio do caminho. A “crise dos 7 anos” não é uma regra imutável, mas também não é uma invenção sem fundamento. Para alguns casais, o desgaste aparece muito antes; para outros, só décadas depois — ou nunca. Tudo depende da dinâmica da relação, das personalidades envolvidas e da forma como ambos lidam com os altos e baixos da vida a dois.

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Como superar esse momento?

Algumas atitudes podem ajudar os casais a atravessar essa fase com mais leveza:

  1. Reavaliar juntos: Conversem sobre o que está funcionando e o que precisa mudar.

  2. Evitar a rotina emocional: Pequenas surpresas, elogios e tempo de qualidade juntos fazem diferença.

  3. Cuidar da vida sexual: A intimidade física continua sendo um termômetro importante.

  4. Ter momentos individuais: Espaço pessoal é essencial para o bem-estar emocional de cada um.

  5. Buscar ajuda profissional: Terapia de casal pode ser um caminho eficaz para lidar com impasses.

Conclusão

A “crise dos 7 anos” não precisa ser vista como uma ameaça ao casamento, mas sim como um convite à reflexão e ao amadurecimento da relação. Em vez de temer esse momento, os casais podem enxergá-lo como uma etapa natural de qualquer relacionamento duradouro. Afinal, amar também é saber crescer e mudar juntos.

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