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Inscrições para processo seletivo da Senappen abrem na próxima segunda (25/11)

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Serão 76 vagas imediatas mais cadastro de reserva na Secretaria Nacional de Políticas Penais, com atuação em Brasília e salários de R$ 4.142,00 a R$ 6.681,70

Serão abertas na próxima segunda-feira (25/11) e vão até o dia 29 de dezembro as inscrições do processo seletivo para a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. O local de atuação para todos os cargos disponíveis é Brasília (DF).

Para realizar a inscrição, os interessados devem acessar o site da banca organizadora (confira o link no final desta matéria), o Instituto Selecon. O valor da taxa de inscrição é de R$ 60,00. As provas deverão ser aplicadas no dia 26 de janeiro de 2025. O edital foi publicado no dia 7 de novembro.

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Ao todo, serão disponibilizadas 76 vagas temporárias imediatas para diversas atividades, com duração de quatro anos e possibilidade de renovação. Para todos os cargos do certame é necessária graduação na área. Também será formado cadastro de reserva.

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A remuneração inicial é de R$ 6.681,70 e R$ 4.142,00, mais auxílios, como alimentação, transporte e pré-escolar, neste caso para pessoas com filhos na idade devida. A carga horária é de 40 horas semanais para todas as vagas.

São oferecidos três cargos com remuneração de R$ 6.681,70, para os quais é necessária experiência de três anos ou qualificação diferenciada, como pós-graduação lato sensu, mestrado ou doutorado. O cargo de Analista Técnico em Direito conta com 26 vagas. É exigida a graduação na área e aprovação na OAB. Com duas vagas disponíveis, o cargo de Analista Técnico em Economia exige diploma em Economia ou Ciências Econômicas. O cargo Analista Técnico em Tecnologia da Informação, por sua vez, requer graduação em Tecnologia da Informação e disponibiliza duas vagas.

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Com remuneração de R$ 4.142,00, os demais cargos são Analista Técnico em Administração, com 14 vagas; Analista Técnico em Contabilidade, 14 vagas; Analista Técnico em Ciências Políticas, 10 vagas; Analista Técnico em Ciência Social, seis vagas, e Analista Técnico em Comunicação Social, com duas vagas. Para este último, o candidato pode ser graduado em Jornalismo ou Produção Editorial.

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SERVIÇO
Processo seletivo – Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública
Vagas: 76
Local: Brasília
Inscrições: de 25 de novembro a 29 de dezembro de 2024.
Carga horária: 40 horas semanais
Nível: superior
Remuneração:
— R$ 6.681,70 (Analista Técnico em Direito, 26 vagas; Analista Técnico em Economia, 2 vagas; Analista Técnico em Tecnologia da Informação, 2 vagas).
— R$ 4.142,00 (Analista Técnico em Administração, 14 vagas; Analista Técnico em Contabilidade, 14 vagas; Analista Técnico em Ciências Políticas, 10 vagas; Analista Técnico em Ciência Social, 6 vagas; Analista Técnico em Comunicação Social, 2 vagas)
Link para o Edital: https://dhg1h5j42swfq.cloudfront.net/2024/11/08110907/moz9btwz5okcxv3gnqgod1db68kvqgzlxvjt7ufx.pdf
Link da banca organizadora: https://selecon.selecao.net.br/informacoes/48/

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Nova regulamentação da Lei de Incentivo ao Esporte amplia exigências e reforça papel social dos projetos

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Atualização traz mais transparência, critérios técnicos e foco em acesso público, impactando diretamente organizações do terceiro setor

A Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) entra em um novo momento com a regulamentação do Decreto nº 12.861/2026, que atualiza as regras de funcionamento da política pública sem alterar sua estrutura central. A medida, que regulamenta a Lei Complementar nº 222/2025, reorganiza o sistema, elucida pontos que geravam dúvidas e reforça o papel do esporte como ferramenta de transformação social.

Nesse contexto, iniciativas voltadas à qualificação do terceiro setor ganham ainda mais relevância. É o caso da Rede CT – Capacitação e Transformação, que atua na formação de organizações que utilizam o esporte como ferramenta de impacto social, preparando agentes e instituições para acessar e executar projetos com mais consistência e segurança dentro da LIE.

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Diante das mudanças, a Rede CT tem atuado diretamente para garantir que seus participantes estejam alinhados às novas diretrizes e aptos a aplicá-las na prática. Segundo Daiany França Saldanha, coordenadora de Mentoria da Rede CT, a estratégia foi transformar as atualizações da legislação em conteúdos acessíveis e aplicáveis.

Na prática, a régua subiu. A Lei entra em uma fase mais exigente, com menos margem para erros de gestão e maior rigor técnico e documental”, afirma.

Entre as ações implementadas estão a realização de um aulão com todos os participantes da edição 2026 e a produção de uma cartilha com os principais pontos da nova regulamentação. “A nossa postura é justamente essa: ajudar para que as pessoas conheçam essas atualizações e já consigam aplicar nos seus projetos. É um trabalho muito conectado com a vivência do dia a dia. Então, acompanhamos de perto os nossos alunos para que eles estejam sempre atualizados em tudo o que se relaciona à lei. A partir dessas mudanças, organizamos esse conteúdo para ser trabalhado com eles, de forma prática”, completa.

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Entre as mudanças previstas no decreto está a atualização das nomenclaturas das categorias esportivas, que passam a ser denominadas como Formação Esportiva, Esporte para Toda a Vida e Excelência Esportiva. Mais do que uma alteração conceitual, a nova regulamentação consolida diretrizes que já vinham sendo aplicadas na prática, especialmente no que diz respeito ao caráter público dos projetos.

A inclusão social deixa de ser apenas um princípio e passa a ser uma exigência explícita. Os projetos precisam garantir acesso gratuito e aberto, o que reforça o papel da política pública como instrumento de transformação. Como consequência, projetos realizados em circuitos privados ou com públicos restritos deixam de se enquadrar nessas categorias, reforçando o compromisso da política com a inclusão social”, explica Daiany.

Outra alteração está no aprimoramento dos critérios técnicos de avaliação e na definição de regras mais claras para execução e prestação de contas. O decreto estabelece prazos mais rigorosos, amplia os mecanismos de controle e traz maior previsibilidade para investidores e proponentes.  “Não há mais espaço para inconsistências na documentação ou fragilidades na execução”, avalia.

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O uso de recursos incentivados para aquisição de espaços publicitários e restringe práticas como a cobrança de beneficiários em projetos caracterizados como atividade regular, passa a ser vedado, expressamente.

No campo do financiamento, a lógica geral é mantida. Pessoas jurídicas poderão deduzir até 2% do Imposto de Renda devido até 2027, com aumento para 3% a partir de 2028. Projetos com foco em inclusão social podem alcançar até 4% de dedução. Já para pessoas físicas, o limite permanece em 7%.

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As mudanças exigem uma postura ainda mais assertiva das organizações do terceiro setor. “A era da tentativa e erro ficou ainda mais restrita. As organizações precisam chegar mais preparadas, com estrutura, clareza de propósito e capacidade técnica”, afirma Daiany.

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Planejamento, gestão qualificada e acompanhamento contínuo passam a ser indispensáveis em um cenário que demanda maior consistência técnica e compromisso com resultado, pontos diretamente trabalhados por iniciativas como a Rede CT em seus ciclos de formação e mentoria. (www.capacitacaoetransformacao.org)

Com a nova regulamentação, a Lei de Incentivo ao Esporte se consolida como uma política pública mais estruturada e orientada ao impacto social. Para organizações e profissionais do setor, o momento exige atualização, adaptação e investimento em formação: fatores que podem determinar o sucesso na captação e execução de projetos nos próximos anos.

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

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A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, apoiando programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

Rede CT – Capacitação e Transformação

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