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Saúde

Janeiro Branco: saúde mental no trabalho é essencial para produtividade de colaboradores

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Cerca de 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos todos os anos para a depressão e a ansiedade, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O cenário gera um custo de US$ 1 trilhão por ano em perda de produtividade. Neste contexto, a campanha Janeiro Branco se alinha ao início de um novo ano para conscientizar a sociedade sobre a importância do cuidado emocional e a adoção de práticas que promovam o bem-estar psicológico. Afinal, saúde mental e eficiência estão profundamente conectadas.

 

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No Brasil, um estudo do Ministério da Saúde revela que a prevalência de depressão ao longo da vida é de 15,5%, sendo mais comum ao final da terceira década de vida, mas podendo surgir em qualquer idade. Já uma pesquisa da consultoria IPSOS apontou que 42% dos brasileiros se sentiram tão estressados em 2023 que isso impactou várias vezes em sua rotina, enquanto 32% relataram essa sensação pelo menos uma vez no ano. Globalmente, o Brasil ocupa o quarto lugar em níveis de estresse, atrás de Suécia, Turquia e Polônia.

 

Ambiente saudável é prioridade

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Reconhecido como o melhor lugar para se trabalhar na região Norte em 2024 pela premiação GPTW (Great Place to Work), o Grupo Sabin combina uma série de iniciativas voltadas para o autocuidado e a valorização do ambiente corporativo.

 

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Neste mês de janeiro, os colaboradores do Sabin contam com uma programação de eventos para os incentivar a adotar hábitos que contribuam para a saúde mental. Dois desses eventos serão realizados online para todas as regionais da empresa. O primeiro deles terá o tema Desculpabilização da maternidade e da paternidade – como educar filhos fortes e saudáveis emocionalmente. Em outra palestra virtual, serão repassadas orientações sobre como manter uma relação saudável com os meios digitais, como evitar o vício em jogos on line e nas redes sociais.

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Iniciativas em prol da saúde

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O Sabin oferece atendimento psicológico aos colaboradores por meio de convênios e implementa iniciativas internas para monitorar e incentivar o autocuidado psicológico dos colaboradores com ações de gestão e eventos que ocorrem ao longo do ano. “Atuamos ativamente para garantir um ambiente saudável aos colaboradores. Para além de campanhas como o ‘Janeiro Branco’ e o ‘Setembro Amarelo’, nós também os incentivamos a adotarem hobbies prazerosos e trabalhamos materiais educativos sobre saúde mental, inteligência emocional e prevenção ao burnout (esgotamento profissional)”, afirma Larissa Silva, psicóloga do setor de Recursos Humanos da empresa.

 

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Outra ferramenta implementada pela empresa é o aplicativo ‘Flowing’, que disponibiliza conteúdos sobre mindfulness, técnicas de respiração, yoga e alimentação saudável. O objetivo é estimular a adoção de hábitos que impactam positivamente o bem-estar físico e emocional dos funcionários.

 

Voluntariado

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Além dessas ações, o voluntariado promovido pelo Instituto Sabin, responsável pelo investimento social privado do Grupo, tem papel relevante no cuidado com a saúde mental. Em 2023, mais de 260 mil pessoas foram beneficiadas por meio de 65 programas e projetos.

 

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Rubia Maria dos Santos Serrão, supervisora de unidade e voluntária, destaca os impactos positivos dessa prática. “Participei de várias ações, como entrega de cestas básicas e roupas, e nas campanhas Outubro Rosa e Novembro Azul, realizadas em um lar para idosos. O voluntariado nos conecta ao próximo e nos faz sentir realizados. É gratificante saber que a empresa valoriza e incentiva isso”, comenta.

 

Um estudo publicado pela American Psychological Association (APA) apontou que o voluntariado está associado a uma maior expectativa de vida nos casos em que as pessoas optaram por atuar em benefício dos outros.

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Para Rubia, cuidar da saúde mental envolve planejamento e priorização de momentos de qualidade com a família e amigos. “O trabalho pode gerar muitas tensões. Um ambiente acolhedor faz toda a diferença na vida dos colaboradores, pois melhora nossa qualidade de vida e reflete em todos os processos da empresa”, conclui.

 

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Sobre o Sabin

 

Com 40 anos de atuação, o Grupo Sabin é referência em saúde, destaque na gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades. O Grupo Sabin nasceu em Brasília (DF), fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje conta com 7.000 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas.  O grupo também está presente em 14 estados e no Distrito Federal oferecendo serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental às 78 cidades em que está presente com 358 unidades distribuídas de norte a sul do país.

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O ecossistema de saúde do Grupo Sabin integra portfólio de negócios que contempla análises clínicas, diagnósticos por imagem, anatomia patológica, genômica, imunização e check-up executivo.  Além disso, contempla também serviços de atenção primária contribuindo para a gestão de saúde de grupos populacionais por meio de programas e linhas de cuidados coordenados, pela Amparo Saúde e plataforma integradora de serviços de saúde – Rita Saúde - solução digital que conta com diversos parceiros como farmácias, médicos e outros profissionais, promovendo acesso à saúde com qualidade e eficiência.

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Saúde

Estudo: 6 em cada 10 mulheres não realizam exames ginecológicos preventivos

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Mais de 60% das mulheres não realizam exames preventivos, enquanto 20 morrem diariamente de câncer de colo do útero

Yasmin Silvestre, colaboração para a CNN Brasil, em São Paulo
No universo feminino, ainda existe uma barreira relacionada à prevenção de doenças ginecológicas. Uma pesquisa nacional revelou que, em média, 64% das brasileiras não realizaram exames ginecológicos preventivos no último ano. Este número representa um total de 6 a cada 10 mulheres.

O dado mais expressivo é sobre o Papanicolau, um dos principais exames ginecológicos, essencial para a detecção de alterações uterinas e prevenção do câncer de colo do útero. Apenas 39% realizaram esse exame em 2025, outras 61% não realizaram, embora 74% delas saibam para que ele serve.

Outro teste analisado foi o de ultrassonografia/ transvaginal, apenas 43% realizaram no último ano, outras 57% não fizeram.

Em relação ao exame clínico ou autoexame das mamas, as taxas seguem o mesmo padrão. Ao todo, 59% das mulheres não realizaram e apenas 41% realizaram.

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Entre os exames analisados, o DNA-HPV — teste laboratorial para identificar os tipos específicos de vírus — permanece como o menos acessado. Cerca de 78% das mulheres não o realizaram no último ano, contra 22% que realizaram.

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A pesquisa “Percepção das Brasileiras sobre Tumores Ginecológicos e Práticas de Prevenção” foi realizada pelo Instituto Locomotiva, em conjunto com o Grupo EVA (Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos), e entrevistou 800 mulheres de 18 a 25 anos.

“A pesquisa mostrou que o acesso à informação melhorou, mas ainda há uma distância entre reconhecer a importância da prevenção e a realização efetiva da prevenção por meio da vacinação contra o HPV e da realização dos exames. Precisamos que as mulheres entendam a importância dessa relação  com exames que são mecanismos fundamentais na proteção contra o câncer de colo do útero”,

Dra. Andréa Gadelha, presidente do Grupo EVA.

Atendimento médico, por vezes, não é acolhedor ou esclarecedor

O estudo também revelou que ao menos 3 em cada 10 mulheres sentem que o último atendimento ginecológico foi totalmente esclarecedor.

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Entre este número, 47% deixaram de voltar a uma consulta com ginecologista por ter recebido um atendimento ruim.

A importância dos exames preventivos

De acordo com a pesquisa, cerca de 20 mulheres morrem todos os dias no Brasil em decorrência do câncer do colo do útero. A doença está entre as principais causas de morte por câncer entre mulheres de até 35 anos.

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O HPV está relacionado a cerca de 99% dos casos de câncer do colo do útero. A doença, assim como outros diagnósticos pode ser prevenida por meio da vacinação e do acompanhamento médico com exames de rotina. A vacinação contra o HPV é indicada para mulheres e homens de 9 a 45 anos.

Sus oferece diversos tratamentos ginecológicos

O exame Papanicolau é gratuito e oferecido no SUS (Sistema Único de Saúde). No entanto, ele é recomendado para mulheres a partir dos 25 anos.

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O exame de Mamografia também é oferecido sem custo no atendimento público para mulheres a partir de 40 anos. Ele deve se realizado a cada dois anos.

 

Mulheres também podem solicitar consultas ginecológicas nas UBS (Unidades Básicas de Saúde). Além disso, o SUS oferece distribuição gratuita de anticoncepcionais e outros métodos contraceptivos para evitar doenças sexualmente transmissíveis.

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Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/

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