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Neoenergia assina acordo para gerar economia nas contas de luz do CNJ

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A Neoenergia Brasília firmou parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que visa elaborar estudos para implementação de ações para gerar economia nas contas de luz do Conselho. O Acordo de Cooperação Técnica foi assinado pelo ministro Luís Roberto Barroso, também presidente do CNJ, e por Eduardo Capelastegui, CEO da Neoenergia, durante cerimônia de inauguração de usina solar no STF, na quinta-feira (03).

A parceria, que acontecerá por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE) da distribuidora, regulado pela Agência Nacional de Energia elétrica (Aneel), prevê estudos para verificar a viabilidade técnica para a instalação de sistemas solares fotovoltaicos e a substituição da iluminação na sede e na unidade da Asa Norte do CNJ. A expectativa é elaborar projeto similar ao da parceria com o STF, que representa hoje economia de aproximadamente R$ 255 mil nas contas de luz do tribunal por ano, com a instalação de usina solar e substituição de iluminação. No projeto do STF foram investidos mais de R$ 800 mil, também pelo PEE da distribuidora.

Participaram da cerimônia Eduardo Capelastegui, CEO da Neoenergia; Solange Ribeiro, vice-presidente de Regulação, Institucional e Sustentabilidade da Neoenergia; Frederico Candian, diretor-presidente da Neoenergia Brasília; João Paulo Baptista Rodrigues, diretor de Relações Institucionais e Governamentais da Neoenergia; o Ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF e do CNJ; e Sandoval Feitosa, diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

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“A parceria com o STF, através da instalação de uma usina solar e a substituição de mais de 3.600 lâmpadas convencionais por LED, proporcionará uma economia estimada de R$ 255 mil por ano.
Nesta data, também celebramos importante convênio com o CNJ para estudo de viabilidade técnica de outras oportunidades”, afirma Eduardo Capelastegui. “É um orgulho para a Neoenergia poder contribuir com duas instituições tão relevantes, reforçando o seu compromisso com toda a sociedade brasileira”, finaliza o executivo.

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O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF e do CNJ, destacou a importância da medida e falou sobre o protagonismo dos dois órgãos na liderança do processo de transição energética no Poder Judiciário. “Nós já aprovamos uma resolução para que todos os tribunais façam um inventário das suas emissões, que tenham um plano de redução e de compensação dessas emissões, porque essa é uma luta que envolve toda a sociedade e, embora seja um problema local, ninguém está dispensado de fazer a sua parte.”

Investimento no Judiciário de R$ 6 milhões – Além do STF e do CNJ, o PEE da Neoenergia, nas cinco áreas de concessão da empresa, realiza outras parcerias com o Poder Judiciário para ações de eficiência energética. Nos últimos anos foram substituídas 80 mil lâmpadas por LED em 200 edificações e instalados 21 sistemas solares fotovoltaicos com capacidade somada de 800 kWp. Para isso, foram investidos mais de R$ 6 milhões. Neste momento, outras 15 edificações passam por análise de viabilidade técnica para instalação de mais 580 kWp.

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Balanço – Desde que assumiu a distribuição de energia no Distrito Federal, em março de 2021, a Neoenergia Brasília realizou uma série de ações de eficientização de órgãos do Governo Federal, como a Polícia Federal, Aeronáutica, Exército Brasileiro e a Universidade de Brasília (UnB).

Nos últimos dois anos, por meio das parcerias com o poder público, a distribuidora substituiu mais de 150 mil lâmpadas ineficientes por modelos LED, 40% mais econômicos, além da implantação de 1 usina fotovoltaica (427,14 kWp). Por meio do Programa de Eficiência Energética da Aneel, a empresa também vem estimulando o consumo consciente, eficiente e seguro da energia elétrica para a população do DF. Nos últimos dois anos, mais de 30 mil famílias foram beneficiadas com mais de 135 mil lâmpadas.

Vantagens – O sistema fotovoltaico é uma fonte inesgotável de energia, uma vez que a produção é feita a partir da irradiação da luz solar, podendo ser produzida mesmo em dias nublados ou chuvosos. Quanto maior a radiação solar, maior a quantidade de eletricidade produzida. A iniciativa está alinhada e faz parte do compromisso da Neoenergia Brasília com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), um conjunto de 17 temas e 169 metas para o alcance de um mundo mais sustentável, conforme determinado pela Assembleia Geral das Nações Unidas da ONU. A instalação de painéis fotovoltaicos está diretamente ligado à ODS 7, que visa contribuir com uma energia acessível e limpa.

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Começa estratégia piloto de vacinação contra a dengue com imunizante 100% nacional

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SAÚDE

Ação de vacinação contra a dengue em Maranguape, no Ceará: pessoas de 15 a 59 anos estão sendo imunizadas – Foto: Rafael Nascimento/MS

Desenvolvida pelo Instituto Butantan, com apoio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a primeira vacina brasileira e de dose única contra a dengue começa a ser aplicada em municípios-piloto para avaliação de impacto

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O Governo do Brasil iniciou neste sábado, 17 de janeiro, a vacinação contra a dengue com o imunizante 100% nacional, de dose única, desenvolvido pelo Instituto Butantan, com apoio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A estratégia começa nos municípios-piloto de Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), com a imunização de pessoas de 15 a 59 anos. A iniciativa tem como objetivo avaliar o impacto da vacina na dinâmica de transmissão da doença e reunir evidências que subsidiem a ampliação da estratégia em todo o país. A partir deste domingo (18), o município de Botucatu (SP) também passa a integrar a iniciativa.
Hoje é um dia histórico para a saúde pública brasileira. Estamos aqui iniciando a vacinação contra a dengue, com uma vacina do Butantan, 100% nacional, desenvolvida no país. Agora, ela vai ajudar o SUS a combater uma doença que é um problema de saúde pública muito sério. É uma vacina de dose única, a primeira no mundo nesse formato, e nós sabemos que ela é muito segura e protege muito bem as pessoas”

Eder Gatti, diretor do Programa Nacional de Imunizações
No lançamento da vacinação em Maranguape, o ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda, destacou os critérios adotados para a escolha dos municípios. “Essa é uma iniciativa que nós temos conduzido aqui no Ceará, em Minas Gerais e no estado de São Paulo. Cidades escolhidas por terem população entre 100 mil e 200 mil habitantes e uma rede de saúde estruturada, que permite implementar a vacina e avaliar seu impacto na imunização da população e na circulação do vírus na comunidade”, afirmou.
“Hoje é um dia histórico para a saúde pública brasileira. Estamos aqui iniciando a vacinação contra a dengue, com uma vacina do Butantan, 100% nacional, desenvolvida no país. Agora, ela vai ajudar o SUS a combater uma doença que é um problema de saúde pública muito sério. É uma vacina de dose única, a primeira no mundo nesse formato, e nós sabemos que ela é muito segura e protege muito bem as pessoas”, reforçou o diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, que acompanhou o início da vacinação em Nova Lima.
Ao longo de um ano, as análises serão conduzidas com apoio de especialistas, que irão avaliar a incidência da dengue nos municípios selecionados, além do monitoramento de possíveis eventos adversos raros após a imunização. Metodologia semelhante já foi adotada em Botucatu (SP) na avaliação da efetividade da vacina contra a Covid-19.
Nesta primeira etapa, 204,1 mil doses serão distribuídas entre os três municípios: 80 mil para Botucatu (SP), 60,1 mil para Maranguape (CE) e 64 mil para Nova Lima (MG). O quantitativo é suficiente para a vacinação em massa da população-alvo nessas cidades e faz parte das 1,3 milhão de doses produzidas pelo Instituto Butantan.
Para o público de 10 a 14 anos, continua sendo ofertada a vacina japonesa, com esquema de duas doses. Inicialmente disponibilizada para municípios 2,1 mil prioritários, a vacina agora está disponível em todo o país, nos mais de 5 mil municípios. A vacina produzida pelo Butantan será destinada às demais faixas etárias, de 15 a 59 anos, conforme o limite máximo estabelecido em bula e regulamentado pela Anvisa.
AMPLIAÇÃO DA OFERTA – Com a chegada de mais doses da Butantan DV, a imunização de profissionais da Atenção Primária à Saúde está prevista para o início de fevereiro. Cerca de 1,1 milhão de doses serão destinadas a profissionais que atuam na linha de frente do SUS, como médicos, enfermeiros e agentes comunitários, assim que esse volume estiver disponível.
A estratégia nacional, com vacinação do público geral, será implementada conforme a disponibilidade de doses. Por meio da parceria de transferência de tecnologia entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa WuXi Vaccines, a vacinação será gradualmente ampliada para todo o país, começando pela população de 59 anos e avançando até o público de 15 anos. A expectativa é de ampliação da produção em até 30 vezes.
QUEM PODE SE VACINAR? – Nos municípios-piloto, a vacina Butantan-DV será aplicada em pessoas de 15 a 59 anos. A imunização ocorre nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e outros pontos de vacinação instalados pela cidade e em locais estratégicos.
A Butantan-DV é o primeiro imunizante de dose única do mundo contra a dengue. Além de facilitar a adesão ao esquema vacinal, oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus. Os estudos clínicos indicam eficácia global de 74%, com redução de 91% dos casos graves e 100% de proteção contra hospitalização por dengue.
Foram quase 20 anos de pesquisas, em um processo que exigiu dedicação de diferentes centros de pesquisa brasileiros, que contou ainda com apoio de pesquisadores e instituição estrangeiros. Um marco importante ocorreu ainda em 2008, quando o BNDES aprovou o primeiro financiamento para o Butantan desenvolver imunizantes para doenças chamadas negligenciadas. Foram R$ 32 milhões que também deveriam ser usados nos estudos de vacinas para a dengue, a leishmaniose canina e o rotavírus.
O apoio do BNDES não parou por aí. Em 2017, o BNDES aprovou financiamento de R$ 97,2 milhões para ensaios clínicos e construção de uma planta de escalonamento para fornecimento de doses contra a dengue. No total, a participação do Banco corresponde a 31% dos R$ 305,5 milhões investidos na vacina.
Em 2024, o Brasil se tornou o primeiro país a ofertar vacina contra a dengue no sistema público de saúde. O SUS mantém a vacinação de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos com o imunizante de duas doses atualmente disponível. Para esse público, a vacinação é feita exclusivamente em Unidades Básicas de Saúde (UBS).
CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO – Em 2025, os casos de dengue no Brasil caíram 74% em relação a 2024. Apesar da redução expressiva, o Ministério da Saúde reforça que as ações de combate ao Aedes aegypti devem ser mantidas em todo o território nacional.
Ao longo do ano, foram registrados 1,7 milhão de casos prováveis da doença, frente a 6,5 milhões no ano anterior. O número de óbitos também apresentou queda significativa: 1,7 mil mortes em 2025, o que representa redução de 72% em comparação a 2024, quando foram contabilizadas 6,3 mil mortes.
A principal forma de combate à dengue, chikungunya e zika segue sendo a eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti. A vacinação se soma às ações de controle vetorial, uso de inseticidas, testes rápidos e tecnologias inovadoras.

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

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