Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Entretenimento

Dia do Corno | 53% dos brasileiros admitem infidelidade, com país no topo de ranking mundial

Publicado em

Ashley Madison e YouGov destacam principais tendências entre membros, mostrando quais as profissões, signos e a aparência de quem tem um affair

Você já se perguntou quem ao seu redor pode estar no Ashley Madison? Uma nova pesquisa conduzida pelo principal site de relacionamentos extraconjugais do mundo revela características do membro típico da plataforma. Pode surpreender muita gente ver a variedade de profissões, personalidades e outros aspectos destacados nos resultados.

Além disso, uma pesquisa global separada com a população geral, encomendada pelo Ashley Madison e conduzida pela YouGov, revela que Brasil e Índia lideram a lista dos países com maior percentual de pessoas que admitem já ter tido um caso extraconjugal.

Advertisement

Acontece com mais frequência do que você imagina

Entre mais de 13.000 entrevistados na pesquisa com a população geral, 4.517 admitiram já ter se envolvido em um caso. Entre os países pesquisados, Brasil e Índia lideram o ranking, com 53% dos respondentes declarando já ter tido um caso extraconjugal. Veja a lista completa:

  1. Brasil e Índia: 53%

  2. Suíça: 51%

  3. Canadá: 36%

  4. Alemanha: 35%

  5. Austrália: 33%

  6. México: 28%

  7. Itália: 27%

  8. Estados Unidos: 26%

  9. Reino Unido: 25%

  10. Espanha: 19%

Outro dado curioso da pesquisa com membros do Ashley Madison diz respeito à aparência mais “comum” entre os usuários da plataforma*. 41% dos membros relataram ter cabelo castanho, seguidos por 32% com cabelo grisalho ou prateado. Em relação à cor dos olhos, os castanhos também lideram, com 46%, seguidos por olhos azuis (34%). Os olhos verdes ficaram em último lugar, com 20%, segundo a pesquisa.

Advertisement

Qual é a profissão mais comum?

Muitas pessoas acreditam que casos extraconjugais são raros ou restritos a certos grupos sociais. No entanto, a pesquisa revelou que as profissões mais comuns** entre os homens que usam Ashley Madison são engenheiros, profissionais de serviços como eletricistas e encanadores, e gerentes de vendas. Entre as mulheres, as profissões mais recorrentes são: gerentes de vendas e profissionais de TI; em seguida, funcionárias do setor de hospitalidade e saúde/enfermeiras; e, em terceiro lugar, professoras e mães em tempo integral.

Os signos têm influência?

Advertisement

A pesquisa também analisou os signos mais comuns entre os membros do Ashley Madison. Entre os homens, os mais frequentes são Virgem, Gêmeos e Escorpião. Entre as mulheres, os mais comuns são Gêmeos, Áries e Escorpião (empatados em segundo lugar), com Leão e Aquário empatados na terceira posição.

Muitos imaginam que os usuários do Ashley Madison sejam, em sua maioria, extrovertidos. No entanto, os dados mostram uma divisão mais equilibrada. Extrovertidos ainda são maioria, mas com uma margem pequena de apenas 4% sobre os que se consideram introvertidos.

A pesquisa também investigou a felicidade dos membros em seus relacionamentos e no trabalho. 56% dos membros do Ashley Madison disseram estar mais felizes com seus empregos do que com seus casamentos ou relacionamentos. Um terço dos membros (33%) afirmou estar feliz em seu relacionamento atual.
Já 25% das mulheres disseram que seu relacionamento é insatisfatório, mas tolerável, enquanto cerca de 49% dos homens relataram o mesmo.

Advertisement

A pesquisa também examinou a duração dos casos extraconjugais. 35% dos respondentes disseram que seus casos duraram mais de um ano — 56% desses eram mulheres, e 34% eram homens.

1 Com base em 2.743 membros do Ashley Madison entrevistados entre 27 de fevereiro e 5 de março de 2025.
2 A pesquisa com a população geral foi realizada online pela YouGov Plc. O tamanho total da amostra foi de 13.508 adultos, dos quais 4.517 admitiram já ter tido um caso extraconjugal. A coleta de dados foi feita entre 24 de fevereiro e 6 de março de 2025. Os números foram ponderados e são representativos de todos os adultos (com 18 anos ou mais) dos seguintes países: EUA, Espanha, Itália, Alemanha, Suíça, Reino Unido, Austrália, México, Canadá, Brasil e Índia.
3 A pesquisa com a população geral foi realizada online pela YouGov Plc. O tamanho total da amostra foi de 13.508 adultos, dos quais 4.517 admitiram já ter tido um caso extraconjugal. A coleta de dados foi feita entre 24 de fevereiro e 6 de março de 2025. Os números foram ponderados e são representativos de todos os adultos (com 18 anos ou mais) dos seguintes países: EUA, Espanha, Itália, Alemanha, Suíça, Reino Unido, Austrália, México, Canadá, Brasil e Índia.
4 Com base em 2.743 membros do Ashley Madison entrevistados entre 27 de fevereiro e 5 de março de 2025.
*Resultados com base em 2.743 membros do Ashley Madison entrevistados entre 27 de fevereiro e 5 de março de 2025.
** Classificação com base nos membros que especificaram sua profissão.

Sobre Ashley Madison
Ashley Madison é líder global em namoro casado com mais de 80 milhões de membros em todo o mundo desde 2002. Disponível em mais de 40 países, a missão da empresa é oferecer aos adultos com ideias semelhantes uma plataforma para se conectar discretamente.

Advertisement

Para mais informações, por favor, entre em contato.

Sherlock Communications Jonas Souza
Senior Consultant
(11) 94729-0826
COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  “Não existirá justiça climática sem justiça de gênero”, diz ministra Márcia Lopes

Entretenimento

Exposição “Uma Mulher é Uma Mulher” ocupa o DF com arte urbana e narrativas femininas

Published

on

Projeto ganha a cidade a partir de 8 de março e transforma muros e redes em território de escuta, diversidade e afirmação

Depois de quase um ano de escuta, encontros, afetos e criação coletiva, Uma Mulher é Uma Mulher inaugura oficialmente sua exposição em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tendo a cidade como galeria. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, o projeto transformará muros, esquinas e trajetos cotidianos em território de afirmação, diversidade e reflexão sobre o feminino. Quem passar a caminho do trabalho, quem esperar o ônibus, quem atravessar a rua distraído poderá ser impactado por figuras femininas diversas. É uma exposição que não pede silêncio, mas presença. Não exige ingresso, mas disponibilidade para olhar.

A construção do projeto começou em maio de 2025, quando foi lançada uma chamada pública que mobilizou 41 mulheres do Distrito Federal. Após etapas de análise de perfis, escutas individuais e entrevistas aprofundadas, foram escolhidas oito protagonistas que representam diferentes gerações, identidades e experiências de vida.

Advertisement

Mais do que um processo técnico de produção de fotos, vídeos e murais, a trajetória desses meses foi marcada por encontros. Cada ensaio foi precedido por conversas longas, partilhas de memória, trocas sinceras e construção de confiança entre equipe e participantes. Houve tempo para ouvir, acolher e compreender as camadas de cada história antes de traduzi-las em imagens”, relata Waléria Gregório, idealizadora, diretora criativa e responsável pela fotografia do projeto.

Leia Também:  Combate ao assédio e garantia de direitos também tiveram espaço no Carnaval

Ao lado de Thaís Holanda, cineasta que assina o audiovisual; e Didi Colado, artista urbana responsável pelos lambe-lambes e grafites espalhados pelo Distrito Federal, ela consolidou com as participantes uma relação de afeto e entrega mútua. E o que se verá nas ruas e nas plataformas digitais não será apenas resultado estético, mas o desdobramento de vínculos construídos com respeito, sensibilidade e profundidade.

As oito protagonistas são:

Advertisement

Amanda Nery, que transformou experiências de violência e maternidade precoce em e construção afetiva e autonomia.

Caju, cabeleireira que fez do salão um espaço de escuta, identidade e emancipação, rompendo padrões estéticos e sociais.

Fernanda Torres, mãe atípica e sobrevivente do câncer, que ressignificou o cuidado e hoje floresce como símbolo de recomeço.

Advertisement

Flor Furacão, mulher trans, artista e mãe, que ocupa espaços historicamente negados e afirma a existência como ato político.

Issa Meguer, atriz e modelo de 69 anos, que enfrenta o etarismo e reafirma que potência feminina não tem prazo de validade.

Joyce, artista que vive com anemia falciforme e construiu na arte um caminho de autonomia e presença.

Advertisement

Malinha, jovem fotógrafa periférica que transforma vivência em linguagem visual e abre caminhos para outras meninas.

Jesus Feitosa, costureira que atravessou gerações sustentando família e futuro com linha, agulha e resistência.

A cidade como galeria

Advertisement

Ao longo do mês de março, serão instalados 16 painéis de lambe-lambe e 2 grafites nas regiões administrativas Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Cada obra conta com um QR Code que direciona para o Instagram e para o site oficial do projeto, com recursos de acessibilidade, ampliando a experiência da rua para o ambiente digital.

Leia Também:  Artista plástico indígena Vinícius Vaz abre mostra intitulada de “A História que o Brasil Não Conta”

A proposta é simples e potente: provocar o encontro. Quem é essa mulher? O que ela está fazendo aqui? O que a história dela revela sobre nós? A cidade vira galeria. O Instagram torna-se extensão da rua. A imagem se transforma em pergunta.

Paralelamente, a exposição virtual apresentará vídeos, ensaios fotográficos e conteúdos criativos sobre a trajetória de cada mulher, publicados semanalmente. A cada semana, uma protagonista ocupará as redes, convidando o público a aprofundar o olhar.

Advertisement

Ao final desse processo, as mulheres participantes deixarão de ser apenas personagens, tornando-se referências simbólicas de um movimento que reafirma que as mulheres são múltiplas, legítimas, plurais e estão em permanente construção.

Compartilhamento de saberes

Como parte do compromisso com formação e democratização do acesso à arte, o projeto oferecerá três oficinas gratuitas voltadas exclusivamente para mulheres, conduzidas pelas próprias artistas do projeto: Waléria Gregório, Didi Colado e Thaís Holanda.

Advertisement

As atividades acontecerão em 28 e 29 de março, com inscrições abertas entre 16 e 21 de março, por meio do site oficial. As oficinas ampliam o diálogo do projeto para além da exposição, fortalecendo a presença feminina nos campos da fotografia, do vídeo e da arte urbana.

 

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA