Diversas
Para comemorar seus 55 anos, Catedral Metropolitana de Brasília Nossa Senhora Aparecida proporciona momentos de fé e devoção no DF
Para comemorar seus 55 anos, a Catedral Metropolitana de Brasília Nossa Senhora Aparecida proporcionará momentos de fé e devoção, ações sociais, lazer e quermesse com sabores da culinária regional, nacional e internacional. As celebrações começam na sexta-feira, 30 de maio, a partir das 19 horas, com barracas de comidas típicas, shows católicos da artista Laura Viana e da banda Colo de Deus. No sábado, dia 31, data do aniversário da Catedral, uma grande programação durante todo o dia, e um show de Alexandre Pires. As atrações musicais são gratuitas.

Sexta-feira, 30 de maio
As comemorações se iniciam na sexta-feira, dia 30 de maio, a partir das 19 horas, com barracas de comidas típicas, shows católicos da cantora Laura Viana, da Comunidade Católica Shalom, e da banda Colo de Deus.
Show – Banda Colo de Deus
A Comunidade Católica Colo de Deus tem seu trabalho marcado pelo propósito de “trazer de volta à Igreja os afastados da fé, gestando uma humanidade cheia
de Pentecostes”. Por meio de suas músicas, querem “ainda mais adorar a presença de Deus” e promover a cultura do encontro.
Sábado, 31 de maio
No sábado, 31 de maio, dia do aniversário, a partir das 6 horas já será possível encontrar atrações para quem vai desfrutar da festa no centro de Brasília. A programação matinal inclui Toque da Alvorada, Sinfonia de Sinos, Terço e Missa de Ordenação Sacerdotal, canto de parabéns com bolo festivo, tendo a presença do governador Ibaneis Rocha com uma importante entrega do Governo do Distrito Federal para o arcebispo de Brasília, cardeal Paulo Cezar Costa. Ainda pela manhã, a programação contará com ações sociais do projeto Partilha Brasília e recreação para as crianças. À tarde, as atrações seguem com batalha de Rappers e oficinas.
E à noite, a música será com o cantor Alexandre Pires. Na praça de alimentação do evento, embaixadas de mais de 10 países irão preparar um cardápio que será um verdadeiro festival de gastronomia internacional.

Show – Alexandre Pires
Um dos grandes nomes da música brasileira, Alexandre Pires acumula mais de 20 milhões de discos vendidos em mais de 35 anos de carreira. Devoto de Nossa Senhora da Abadia, o cantor vai apresentar seu novo trabalho, chamado Catedral Metropolitana de Brasília Nossa Senhora Aparecida – Esplanada dos Ministérios – Lote 12 – (61) 3224 4073 | catedraldebrasiliansa@gmail.com | Comunicação: Luiz Lopes Jr 61 99907-1629 | Marcelo Tarrafas 61 99228-3000/9981-9922
“Pagonejo Bão”. A produção é uma referência à sua experiência com o sertanejo, o estilo musical tão presente na região Centro-Oestes do país.
Rumo aos 60 anos
Oficialmente chamada Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, um dos principais marcos arquitetônicos da capital do Brasil, a Catedral de Brasília foi
projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e estruturada pelo engenheiro Joaquim Cardozo. Inaugurada em 31 de maio de 1970, a Catedral vem sendo preparada para as festividades dos seus 60 anos, em 2030. Essa preparação envolve uma grande reforma, revitalização da iluminação e projeções temáticas em led, como também algumas inovações, dentre elas a visita guiada aos pontos marcantes da Igreja Mãe do Distrito Federal.
Confira a programação completa:
30/05 – Sexta-feira
- Show de abertura – Laura Viana
- Comunidade Colo de Deus
- 31/05- Sábado
Manhã - 6h – Toque da Alvorada
- 9h – Missa de ordenação sacerdotal
- 12h – Canto de Parabéns com bolo festivo
Partilha Brasília e recreação para as crianças
Tarde - 16h – Batalha de Rappers e oficinas
Noite - Gastronomia Internacional
- Show com Alexandre Pires
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Mais informações em nosso site: catedral.org.br e em nossas redes sociais
@catedralbrasilia
Catedral Metropolitana de Brasília Nossa Senhora Aparecida
Esplanada dos Ministérios – Lote 12
(61) 3224 4073 | catedraldebrasiliansa@gmail.com | Comunicação: Luiz Lopes Jr 61 99907-1629 | Marcelo Tarrafas 61
99228-3000/9981-9922
Diversas
A “Crise dos 7 Anos”: Mito ou Condenação no Casamento?
Muito se fala sobre a “crise dos 7 anos” no casamento, um termo que soa quase como uma profecia sombria para os casais que chegam à marca de sete anos juntos. A expressão, popularizada por filmes e estudos antigos, sugere que é nesse período que o relacionamento começa a enfrentar seus maiores desafios. Mas afinal, essa crise realmente existe? Ou seria apenas mais um mito do imaginário coletivo sobre relacionamentos?
A origem do termo
A expressão “crise dos 7 anos” ganhou notoriedade com o filme “The Seven Year Itch” (O Pecado Mora ao Lado), de 1955, estrelado por Marilyn Monroe. Na trama, o protagonista enfrenta uma forte tentação extraconjugal após sete anos de casamento, refletindo um suposto desgaste comum nesse período. Desde então, a ideia se enraizou no senso comum, sendo frequentemente citada em conversas, conselhos amorosos e até em consultórios de terapia de casal.
O que dizem os especialistas?
Embora não exista uma regra absoluta, muitos psicólogos e terapeutas afirmam que há, sim, um momento de transição e reavaliação em torno do sétimo ano de relacionamento. Mas esse “ponto de virada” não tem relação com uma maldição ou cronômetro emocional, e sim com o acúmulo natural de experiências, mudanças individuais e desafios que vão se somando ao longo dos anos.
Após cerca de sete anos, é comum que o casal já tenha passado pelas fases mais intensas da paixão inicial, enfrentado dificuldades financeiras, criado filhos ou lidado com crises pessoais. É justamente nesse ponto que muitas relações são colocadas à prova: o que antes era novidade pode virar rotina, e o encantamento pode dar lugar ao tédio ou ao ressentimento acumulado.
O desgaste da convivência
Convivência diária exige esforço. Com o passar dos anos, é natural que as falhas de comunicação, a falta de tempo para o casal e os pequenos desentendimentos vão se tornando mais frequentes. O sétimo ano pode simbolizar o momento em que essas falhas se tornam mais evidentes, ou em que os parceiros param de “tapar o sol com a peneira” e decidem enfrentar (ou ignorar) as reais questões do relacionamento.
Além disso, muitas pessoas experimentam mudanças internas nesse período: crises existenciais, redescobertas pessoais, novas ambições. Quando o casal não cresce junto emocional, profissional ou espiritualmente — surge o risco do afastamento, da insatisfação e, por vezes, da separação.
Casamento é construção contínua
A “crise dos 7 anos” não é uma sentença. Para muitos casais, esse é o momento de ressignificar a relação. É a chance de renovar acordos, relembrar os motivos que uniram os dois no início, investir em diálogo e intimidade. Ao invés de ser o fim, o sétimo ano pode ser o início de uma nova fase mais madura e consciente.
Relacionamentos longos exigem mais do que amor: exige compromisso, paciência, escuta ativa, disposição para mudar e, sobretudo, vontade mútua de seguir juntos. A crise, quando bem administrada, pode ser uma oportunidade valiosa de fortalecimento.
Mito ou verdade?
A resposta está no meio do caminho. A “crise dos 7 anos” não é uma regra imutável, mas também não é uma invenção sem fundamento. Para alguns casais, o desgaste aparece muito antes; para outros, só décadas depois — ou nunca. Tudo depende da dinâmica da relação, das personalidades envolvidas e da forma como ambos lidam com os altos e baixos da vida a dois.
Como superar esse momento?
Algumas atitudes podem ajudar os casais a atravessar essa fase com mais leveza:
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Reavaliar juntos: Conversem sobre o que está funcionando e o que precisa mudar.
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Evitar a rotina emocional: Pequenas surpresas, elogios e tempo de qualidade juntos fazem diferença.
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Cuidar da vida sexual: A intimidade física continua sendo um termômetro importante.
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Ter momentos individuais: Espaço pessoal é essencial para o bem-estar emocional de cada um.
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Buscar ajuda profissional: Terapia de casal pode ser um caminho eficaz para lidar com impasses.
Conclusão
A “crise dos 7 anos” não precisa ser vista como uma ameaça ao casamento, mas sim como um convite à reflexão e ao amadurecimento da relação. Em vez de temer esse momento, os casais podem enxergá-lo como uma etapa natural de qualquer relacionamento duradouro. Afinal, amar também é saber crescer e mudar juntos.
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