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A inteligência artificial e o futuro do trabalho já chegaram – inclusive no ecossistema de Justiça

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A incorporação da Inteligência Artificial (IA) no ambiente profissional deixou de ser uma tendência para se tornar uma realidade consolidada. De assistentes virtuais a ferramentas de análise de dados, a IA vem transformando rotinas, otimizando tempo e apoiando decisões mais estratégicas em diversos setores. Ao automatizar tarefas repetitivas, melhorar a organização de dados e reduzir erros, ela libera profissionais para funções mais criativas e analíticas.

No ecossistema de Justiça, esse movimento também é visível. A IA já é usada para resumir processos, sugerir minutas de decisões e identificar jurisprudências relevantes. Com isso, o Judiciário ganha agilidade e eficiência, sem abrir mão do controle humano sobre as decisões. O desafio agora está em utilizar essa tecnologia com responsabilidade, garantindo segurança, privacidade e domínio técnico por parte dos profissionais.

Diante dessa realidade, aprofundar o conhecimento sobre ferramentas como o ChatGPT se tornou uma necessidade prática. Com o objetivo de debater pautas relacionadas às principais ferramentas tecnológicas capazes de acelerar a transformação digital na Justiça do Trabalho do Brasil, será realizada em Brasília/DF, de 16 a 18 de junho, a 8ª edição do Encontro Nacional de Tecnologia e Inovação da Justiça do Trabalho (Enastic-JT).

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Realizado pelo J.Ex em parceria com o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), o encontro contará com várias palestras para discutir metodologias inovadoras de trabalho e as principais ferramentas tecnológicas capazes de acelerar a transformação digital no ecossistema de Justiça do trabalho.
Para mais informações: https://jexlegal.com.br/enastic-justica-trabalho/


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Trabalhar fora de casa sem gastar muito: como escolher espaços produtivos em Brasília

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Especialista Flávio Hideo, fundador do Grupo 365, orienta sobre como escolher ambientes que ajudem na produtividade

Encontrar um lugar adequado para trabalhar ou estudar fora de casa, sem gastar muito, tem se tornado um desafio para moradores do Distrito Federal. No Brasil, cerca de 6,6 milhões de pessoas ainda trabalham remotamente, segundo o IBGE, o que ajuda a explicar a busca por ambientes que ofereçam mais foco e estrutura fora de casa, como bibliotecas, cafés e espaços compartilhados.

Nesse cenário, a escolha do local passou a ser um fator estratégico para manter o rendimento ao longo do dia. Mais do que o preço, aspectos como conforto, nível de ruído, acesso à internet e localização devem ser levados em consideração na hora de definir o ambiente ideal.

Segundo Flávio Hideo, fundador do Grupo 365, um dos principais erros é priorizar apenas o menor custo. “Nem sempre o lugar mais barato será o mais vantajoso. É importante avaliar o custo-benefício, considerando estrutura, localização e o quanto aquele ambiente contribui para a produtividade”, afirma.

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De acordo com o especialista, ambientes barulhentos ou com estrutura inadequada tendem a comprometer o desempenho. “Locais com muitas distrações ou internet instável dificultam a concentração e podem impactar diretamente a rotina de trabalho ou estudo”, explica.

Hideo destaca que já existem alternativas acessíveis para quem precisa trabalhar fora de casa, como espaços que oferecem estrutura adequada e um ambiente planejado para foco, como o 365. “Hoje é possível encontrar opções que equilibram custo e qualidade, com conforto e condições adequadas para manter a produtividade”, pontua.

Home office ainda é o modelo preferido entre trabalhadores

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Mesmo sendo o modelo preferido por muitos profissionais, o home office nem sempre garante as condições ideais de produtividade. Distrações, falta de estrutura adequada e dificuldades de concentração fazem com que parte dos trabalhadores busque alternativas fora de casa ao longo da rotina.

Além da escolha do espaço, o planejamento da rotina também é essencial para evitar gastos desnecessários. Avaliar a frequência de uso, o tempo de permanência e custos extras, como consumo e deslocamento, pode fazer diferença no orçamento ao final do mês.

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“A análise dos custos de forma mais ampla mostra que o mais barato nem sempre é a melhor escolha. Um ambiente adequado influencia diretamente na produtividade, na organização da rotina e na qualidade das entregas. Por isso, escolher bem o espaço deve ser visto como um investimento no próprio desempenho”, conclui.

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