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Artesãs do Paranoá dão show de criatividade no 20º Salão do Artesanato

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Mãos que contam histórias no 20º Salão do Artesanato

Aconteceu nesta semana que passou (5 a 9/11), o 20º Salão de Artesanato, no Pavilhão do Parque da Cidade.

O evento contou com mais de 300 expositores de diversas regiões do país. Com entrada franca, o evento trouxe uma programação que incluiu oficinas, shows, praça de alimentação, brinquedoteca, áreas de descanso e estacionamento gratuito. Tudo pensado para valorizar o talento e a criatividade dos artesãos brasileiros.

Ultrapassou a expectativa que era de receber cerca de 100 mil pessoas nos cinco dias.

O objetivo do Salão do Artesanato é sempre valorizar a mão de obra artesanal, que está muito vinculada à nossa cultura e às características de cada região.

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A Diretora de Articulação da Administração Regional do Paranoá, Maria Angélica de Castro, viabilizou junto aos organizadores do evento a inscrição das artesãs, para participarem do evento, vejam:

Dentre os mais de 300 artesãos estavam 5 do Paranoá:

Leni da Silva Brito (Sandálias customizadas):

Maria Keila Santana de Brito (Bijuterias de crochê):

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Maisa Cezar Sousa (Cestaria e crochê),

Edinalva Souza e Silva (Laços de Bebela),

Auriluci de Oliveira (joias originais)

 

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“Gostaria de agradecer pelo convite para o evento. Foi uma experiência incrível e eu estou muita grata por ter podido participar,

Angélica muito obrigada que venham muito mais eventos para nós expormos nossos produtos 

Gratidão,  Leni da Silva Brito

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O público participou das oficinas gastronômicas do Senac-DF, com aulas de culinária de várias regiões do país. Os visitantes aprenderam sobre doces do Cerrado, pães e quitandas de raiz, peixe e farinha, panelas do Brasil e sabores de Goiás e de Minas.

Com curadorias institucionais e representações de estados como Minas Gerais, Goiás, Pernambuco e São Paulo, o encontro foi um dos maiores do setor. Mais do que um espaço de exposição, o Salão do Artesanato valorizou as mãos que moldam a cultura.

Fonte: Brazil Mulher

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Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

PREZZ COMUNICAÇÃO
Assessoria de Imprensa

61 98251-9821 61 99514-5393

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