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Detran-DF está de Volta às Aulas com orientações e fiscalização viária

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Pais e transportadores devem estar atentos às regras de circulação nas imediações das escolas a fim de garantir um ir e vir seguro

Zélia Ferreira

(Brasília – 23/1/2026) – As aulas nas escolas particulares já estão de volta e o Departamento de Trânsito do Distrito Federal trabalha para que o ir e vir dos alunos aconteça de forma segura. Para isso, foram instalados vários painéis de mensagens próximo a escolas com alerta sobre a importância de escolher um transporte escolar regularizado e algumas regras básicas de circulação para veículos e pedestres.

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Com a volta às aulas, o fluxo de pedestres e de veículos aumenta bastante, principalmente nos horários de entrada e saída de turnos. Por isso, estão programadas atividades educativas na porta das escolas, onde os educadores de trânsito recebem os pais e alunos entregando material informativo para reforçar as medidas de segurança tanto para quem vai às aulas quanto para quem transporta os alunos.

Travessia na faixa, uso do cinto de segurança ou dispositivo de retenção de acordo com a idade da criança, não parar em fila dupla e não bloquear a via são cuidados essenciais destacados pelos educadores.

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“Se todos respeitarem as regras de circulação, nossas crianças irão à escola e voltarão para casa em segurança. Para isso, nossas equipes estão trabalhando na orientação de pais, alunos e transportadores, mas também na fiscalização do cumprimento dessas regras. Não podemos permitir que descuidos ou irresponsabilidades coloquem a vida dos alunos em risco!”, destaca o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini.

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Fiscalização

Ações de policiamento e fiscalização de trânsito também estão programadas para as duas próximas semanas em Pontos de Demonstração (PDs) nas imediações das escolas.

Os agentes de trânsito estarão de olho nas travessias de pedestres, na fluidez do trânsito e no embarque e desembarque de passageiros, além do estacionamento de veículos em local que possa trazer riscos ao tráfego e outras irregularidades que comprometam a segurança viária.

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Além disso, haverá Blitz Escolar para coibir transporte escolar irregular, com verificação da documentação dos veículos e dos condutores desses veículos.

Quem transporta escolares sem a devida autorização comete infração gravíssima, prevista no inciso XX do artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro, sujeitando-se à multa de R$ 1.467,35 e sete pontos na CNH, além da remoção do veículo ao depósito.

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Cronograma

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DATA/HORÁRIO ESCOLA
26/1 (segunda-feira)
Das 11h às 14h ESCOLA ADVENTISTA – SOBRADINHO
26/1 (segunda-feira)
Das 12h às 14h INSTITUTO EDUCACIONAL SANTO ELIAS – SOBRADINHO

27/1(terça-feira)
Das 11h30 às 14h COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA – ASA SUL
27/1(terça-feira)
11h30 às 14h COLÉGIO LA SALLE – ASA SUL

28/1 (quarta-feira)
Das 11h às 14h COLÉGIO SANTA MARIA – CL 218 DE SANTA MARIA
28/1 (quarta-feira)
Das 11h às 14h COLÉGIO OBJETIVO DE SANTA MARIA – CL 418

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29/1 (quinta-feira)
Das 11h30 às 14h COLÉGIO MARISTA CHAMPANGNAT – QDS TAGUATINGA

30/1 (sexta-feira)
Das 12h às 13h30 COLÉGIO OBJETIVO DE ÁGUAS CLARAS

No sábado (24), das 12h às 16h, os educadores do Detran-DF também estarão no Venâncio Shopping (Setor Comercial Sul) falando dos comportamentos seguros na Volta às Aulas. Na próxima semana, a ação no Venâncio Shopping se repetirá na quinta (29) e sexta (30), das 11h às 14h.

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Judicialização de concursos cresce no DF e especialista explica como candidatos podem evitar disputas judiciais

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DF registrou mais de 53 mil ações relacionadas a concursos públicos em 2025. Especialista aponta que atenção ao edital pode evitar processos.

O número de ações judiciais relacionadas a concursos públicos tem crescido no Distrito Federal. Levantamento recente aponta que o DF registrou mais de 53 mil processos envolvendo classificação em concursos em 2025, sendo a segunda unidade da federação com maior volume de judicializações no país. Entre os principais motivos estão questionamentos sobre notas, formulação de questões e critérios de correção.

A judicialização de concursos públicos costuma ocorrer quando candidatos identificam possíveis irregularidades no processo seletivo ou discordam de decisões tomadas pelas bancas examinadoras. Nesses casos, o recurso ao Judiciário surge como alternativa para contestar resultados ou etapas do certame.

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Segundo a advogada administrativista Flávia de Sá Campos, do Centro Universitário UniProcessus, a atuação da Justiça nesses casos ocorre apenas quando há indícios claros de ilegalidade no processo.

“A intervenção judicial é legítima quando há ilegalidade, como erro material, violação ao edital, cobrança de conteúdo fora do programa previsto ou ausência de critérios objetivos de correção”, explica.

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A especialista destaca que muitos conflitos poderiam ser evitados ainda nas etapas administrativas do próprio concurso.

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“O candidato bem preparado não estuda apenas o conteúdo da prova, mas também acompanha atentamente as regras do edital e os prazos para apresentação de recursos, evitando uma judicialização desnecessária”, afirma.

Flávia também aponta que parte das ações surge em etapas específicas dos certames.

“Grande parte das judicializações em concursos públicos ocorre após reprovações em fases como exames médicos, investigações de vida pregressa ou avaliações documentais. Muitas dessas situações poderiam ser evitadas com a leitura atenta do edital e com a apresentação correta dos documentos exigidos pela banca examinadora”, conclui.

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Estudos sobre judicialização em concursos públicos também indicam que grande parte das ações não resulta em alteração no resultado dos certames. Levantamento do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos aponta que mais de 75% das decisões analisadas foram consideradas improcedentes, o que reforça a importância de atenção às regras do edital e aos recursos administrativos previstos nos processos seletivos.

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