Social
Neoenergia leva atendimento presencial a regiões do DF e facilita acesso da população a serviços essenciais
Distribuidora percorre Administrações Regionais entre 09 e 13 de março com suporte técnico e comercial sem agendamento
A Neoenergia inicia, nesta segunda-feira (09), um novo ciclo de atendimento itinerante nas Administrações Regionais do Distrito Federal. A ação acontece até sexta-feira (13) e tem como objetivo ampliar o acesso da população a serviços técnicos e comerciais, com atendimento presencial e sem necessidade de agendamento.
Durante o período, os clientes poderão resolver demandas como parcelamento de débitos, troca de titularidade, solicitação de ligação nova, pedidos de reparo por danos elétricos e orientações sobre segurança, consumo consciente e regularização da energia elétrica.
A iniciativa reforça a estratégia da distribuidora de estar cada vez mais próxima da comunidade, levando soluções diretamente às regiões administrativas e facilitando a resolução de demandas do dia a dia.
Além do atendimento itinerante, a Neoenergia mantém pontos fixos de atendimento em Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Samambaia e Lago Sul, bem como sete unidades do Na Hora, todos com atendimento espontâneo. O cronograma semanal completo pode ser consultado no site neoenergia.com.
Administrações Regionais
Segunda-feira
8h às 12h: Seduh
14h às 18h: Varjão
Terça-feira
8h às 14h: Santa Maria
14h às 18h: Sobradinho II
Quarta-feira
8h às 12h: Sobradinho
14h às 18h: Seduh
Quinta-feira
8h às 12h: Núcleo Bandeirante
14h às 18h: Candangolândia
Sexta-feira
8h às 12h: Sol Nascente
14h às 18h: Ceilândia
Social
BRASIL É 11° PAÍS COM MAIOR PRESENÇA DE LIDERANÇAS FEMININAS
As mulheres conquistaram a liberdade de trabalhar, sem a dependência e permissão dos maridos e famílias, somente nas últimas décadas e, desde então, demonstram porque são tão importantes no mercado, inclusive em cargos de liderança. Mesmo o Brasil apresentando números considerados baixos no mercado, trata-se de uma mudança importante por representar evolução.
A pesquisa Movimento Mulher 360 apontou que 5,2% das empresas brasileiras possuem uma mulher na presidência. Um recorte desse estudo mais amplo da participação do grupo em cargos de alta liderança sobe a participação delas para 37,7%.
Os resultados do ínEstes, por sua vez, registram o Brasil em um ranking de inclusão, considerado intermediário (11°), à frente de nações como os Estados Unidos (16°), pois locais como as Filipinas, África do Sul e Tailândia, lideram o ranking global da presença feminina em cargos de liderança sênior em empresas, de acordo com o levantamento Women in Business da Grant Thornton.
Para a especialista em liderança e gestão, palestrante, mentora, consultora organizacional, engenheira mecânica e escritora, Sônia Jordão, os dados são considerados bastante positivos, mas, muito ainda deve ser melhorado. A reversão do cenário atual requer ações intencionais das empresas, governo – através da criação de metas públicas de diversidade, processos seletivos com recorte de gênero, programas de mentoria, prezar pela flexibilidade e apoio parental – além de considerar a sociedade. É essencial conscientização para eliminar barreiras culturais e estruturais, pois, há muito tempo, elas se destacam como profissionais altamente eficientes em suas funções.
A liderança feminina decorre de uma série de motivos, indo muito além da representatividade, extremamente necessária. “As estatísticas destacam que, quando as mulheres assumem cargos diretivos, as empresas tendem a se tornar locais de trabalho mais inclusivos e, até mesmo, organizados”, afirma Sônia.
Elas acompanham a tendência de se adotar uma liderança mais colaborativa, cuja estrutura está focada na equidade, imparcialidade e senso de justiça para identificar carências individuais.
A expectativa é que a gestão feminina tenda a ser ainda mais humanizada. As mulheres são mais sensíveis e atentas – algo que não deve ser visto como fraqueza. Assim, escuta, empatia e segurança psicológica, tornam o local mais confortável para aquelas enfrentando situações como assédio, por exemplo, pois sabem que receberão a atenção necessária para solução do caso.
Os fatores contribuem também com a criação de um ambiente profissional seguro, propiciando a manutenção da saúde mental dos colaboradores, indispensável para a continuidade da atuação profissional. O Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo, apresentando elevados índices de depressão e afastamentos por outras patologias, envolvendo a mente como a síndrome do pânico e burnout, consideradas extremamente incapacitantes.
Alguns levantamentos, como o da Fundação Getúlio Vargas, também reforçam essa realidade com uma presença feminina em cargos de poder, reduzindo os índices de adoecimento e sofrimento mental.
A especialista acredita que, na verdade, o modelo ideal de negócio requer uma equipe diversa com escuta ativa e de variados pontos de vista, características propiciadoras para melhores tomadas de decisão, justamente pela diferença de pensamentos contribuidores para o crescimento profissional e empresarial.
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