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“Produtores do Entorno são peças fundamentais para o desenvolvimento regional”, destaca Pábio Mossoró em seminário sobre certificação

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Durante o 2º Seminário CEPA em Brasília, secretário do Entorno reforçou que a agricultura familiar é peça fundamental para o desenvolvimento regional.

O auditório do DNIT em Brasília foi o cenário de um passo decisivo para a economia do Entorno nesta terça-feira (17/03). O 2º Seminário CEPA – Certificação de Produtos Agropecuários reuniu produtores rurais, especialistas e autoridades com o objetivo central de transformar a produção regional em potência econômica através da desburocratização e da conformidade sanitária. O evento é uma promoção do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado do Entorno do DF (SEDF-GO)

A abertura do encontro destacou a importância da união institucional para o fortalecimento do setor. O titular da SEDF-GO, Pábio Mossoró, enfatizou que a prioridade é criar uma rede de suporte ao pequeno produtor.”Queremos aqui consolidar uma parceria da Secretaria do Entorno com o Distrito Federal e com nossos produtores da agricultura familiar que são peças fundamentais para o desenvolvimento da agricultura na nossa região”, frisou Mossoró.

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Integração e o fim das barreiras

Um dos pontos altos do seminário foi o debate sobre a integração de selos de inspeção como o SIF, SIE e SISBI, que permitem ao produto goiano chegar às prateleiras de todo o país. O secretário de Agricultura do Distrito Federal, Rafael Borges Bueno, defendeu a harmonização das normas entre as unidades da federação para facilitar a comercialização.“O avanço da agricultura familiar no Entorno passa pela qualificação da inspeção, especialmente de produtos de origem animal, e pela integração entre Goiás e DF. Estamos trabalhando com Agrodefesa e o Consórcio Brasil Central para nivelar os selos de inspeção e facilitar a comercialização em uma região onde uma linha imaginária não pode ser barreira para produtos de qualidade”, adiantou.

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Destaques da jornada

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A programação teve início com o acolhimento cultural da Orquestra de Violeiros de Formosa e seguiu com discussões técnicas essenciais. Durante a manhã, os participantes mergulharam em temas voltados aos produtos de origem vegetal com representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O período também contou com a atuação fundamental do SEBRAE e do SENAR na formalização das agroindústrias, além de debates sobre legislação com a Cachaçaria Cállida. A força regional foi representada pelas apresentações da Cooperativa de Agricultores de Novo Gama (Coopgam), de representantes de Cocalzinho de Goiás e do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Regional e Valorização dos Municípios (CONVALES), que demonstrou como a união entre as cidades acelera o desenvolvimento local.

No período da tarde, o foco se voltou para o licenciamento sanitário de produtos de origem vegetal, com a participação da Superintendência de Vigilância em Saúde (SUVISA/GO), da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (SEAPA) e da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa). O papel da assistência técnica e do associativismo foi defendido pela Emater e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB/GO), enquanto a Secretaria de Estado de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (SEAGRI/DF) detalhou sua contribuição estratégica para o Entorno.

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O evento também abriu espaço para o compartilhamento de casos de sucesso, como a experiência da empresa Pé di Gostosura e a atuação da Secretaria de Agricultura de Formosa, que apresentou o “case” da empresa Grill Premium e sua produção de linguiça artesanal.

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O impacto real dessas ações foi resumido por Elaine Berlezi, da charcutaria de Planaltina-GO. Para ela, o evento foi um divisor de águas para quem busca profissionalizar o negócio familiar. “Este seminário nos mostra que sair da clandestinidade e buscar o selo de inspeção é possível. Entendi hoje que não existem barreiras quando temos assistência técnica e o apoio do Governo de Goiás. Isso agrega valor para a minha família e ajuda o município a crescer. Não dá para se acomodar. temos que ir em busca, e essa união de forças com órgãos como Senar e Emater é o que faz a diferença”, disse a produtora.

O seminário encerrou-se com um consenso de que a certificação não é apenas uma exigência legal, mas o passaporte definitivo para que o sabor e a qualidade do Entorno conquistem o Brasil com segurança e identidade.

 

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Créditos:

Por: Secretaria do Entorno do DF | Governo de Goiás

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Engenharia feminina transforma indústria de máquinas agrícolas e inspira novas gerações

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                       Marina Maletzke é engenheira e atua em área estratégica da manufatura na fábrica da AGCO, em Ibirubá (RS)

 

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Celebrado em 23 de junho, o Dia Internacional das Mulheres na Engenharia reforça a importância da presença feminina em áreas técnicas e estratégicas da indústria. Em um ambiente historicamente masculino, mulheres vêm conquistando espaço, liderando equipes, coordenando projetos estratégicos e contribuindo diretamente para a evolução dos processos industriais.
Na AGCO, líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão, essa transformação pode ser vista nas trajetórias de Marina Maletzke e Mariana Peteffi, engenheiras que atuam em fábricas da companhia no Rio Grande do Sul e ajudam a impulsionar inovação, eficiência e desenvolvimento na indústria.

Na unidade de Ibirubá (RS), Marina Maletzke integra a área de engenharia de manufatura e participa de iniciativas ligadas à automação e modernização industrial. Ao longo da carreira, assumiu responsabilidades estratégicas dentro da operação e teve atuação importante em projetos de ampliação da capacidade produtiva da fábrica.
Entre os destaques da sua trajetória está a participação na produção da plantadeira Momentum, um dos projetos mais complexos da unidade. “Mais de 60% dos conjuntos soldados foram feitos de forma robotizada para garantir qualidade e desempenho. Foi um processo desafiador, porque estávamos expandindo a fábrica ao mesmo tempo”, relembra.
Para Marina, a presença feminina na engenharia contribui para ambientes mais colaborativos, inovadores e diversos. “Em vários momentos fui a única mulher do time. Hoje, procuro usar essas experiências para incentivar mudanças e abrir espaço para que mais mulheres se sintam pertencentes a essas áreas”, afirma.

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Mariana Peteffi é engenheira e coordena iniciativas para ampliar a eficiência e qualidade dos processos de usinagem na fábrica da AGCO, em Canoas (RS)

Já em Canoas (RS), Mariana Peteffi atua na liderança da área responsável pela eficiência e qualidade do processo de exportação de tratores. Aos 27 anos, coordena uma equipe de cerca de 25 colaboradores e destaca que sua trajetória foi construída com aprendizado contínuo e superação de desafios.

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Após iniciar sua carreira na AGCO como estagiária na área de melhoria contínua, Mariana passou por diferentes setores da companhia até assumir a liderança industrial. “No começo, precisei lidar com questionamentos relacionados à idade e ao fato de ser mulher em uma posição de liderança. Com o tempo, transformei isso em motivação para entregar resultados e fortalecer minha confiança profissional”, conta.

Segundo Mariana, ocupar posições técnicas e de liderança também significa abrir caminhos para outras mulheres. “Percebi que meu papel podia ir além da liderança, mas também ser uma referência para que a presença feminina na manufatura se torne cada vez mais natural, mostrando que todos somos capazes, independentemente de gênero, raça ou orientação sexual”,

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As trajetórias das engenheiras refletem um movimento mais amplo da AGCO voltado ao fortalecimento da diversidade e inclusão em áreas industriais e estratégicas. Atualmente, mulheres representam 44% dos colaboradores com até um ano de empresa na AGCO América do Sul, resultado de iniciativas voltadas ao desenvolvimento profissional, formação de lideranças e ampliação da representatividade nos times.

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“A diversidade traz diferentes perspectivas para os desafios da indústria e contribui diretamente para a inovação. Buscamos construir um ambiente em que cada profissional tenha espaço para crescer, desenvolver seu potencial e contribuir para o futuro da indústria”, afirma Angélica Kanashiro, vice-presidente de Recursos Humanos da AGCO para a América do Sul e Business Partner Global para a Massey Ferguson.

Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.

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AGCO – Atendimento à Imprensa
E-mail: agco@fsb.com.br

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