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Saúde

IgesDF inicia nova edição para qualificar lideranças e melhorar resultados na saúde

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Programa reúne gestores de diferentes áreas e busca impacto direto no atendimento à população

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) iniciou, nesta quarta-feira (1º), a quinta edição do Programa de Desenvolvimento de Lideranças (PDL) com foco em preparar gestores para melhorar a organização dos serviços e os resultados assistenciais.
A iniciativa reúne profissionais de diferentes áreas para fortalecer a gestão de equipes, a tomada de decisão e a integração entre planejamento e prática.
Desenvolvido pela Superintendência de Pessoas, por meio do Núcleo de Cultura, Desenvolvimento e Comunicação Interna, o PDL integra a estratégia do Instituto de investir na formação contínua dos gestores.
A gerente de Desenvolvimento Humano do IgesDF, Nildete Dias, destaca que o aprendizado vai além dos encontros formais. “As pautas discutidas aqui não se esgotam ou terminam nas horas em que os cursos acontecem, elas seguem reverberando no dia a dia de cada um dos presentes”, afirma.
Segundo a gestora, a proposta é formar líderes capazes de alinhar processos internos e melhorar a qualidade dos serviços prestados à população.
A abertura contou com a participação do coordenador de Planejamento Estratégico do IgesDF, Luiz Fillipe Rodrigues, que conduziu a palestra “Liderança na Saúde: Do Planejamento à Geração de Valor Assistencial”.
Durante a apresentação, o coordenador reforçou o papel das lideranças na execução das estratégias institucionais. “Os líderes são os responsáveis por conectar o planejamento às equipes e, sobretudo, aos resultados que impactam diretamente o paciente. Se deixarmos as decisões somente no ponto de vista estratégico, elas irão morrer no papel e não irão chegar no operacional por falhas na execução”, explica.
Na sequência, a coordenadora da Superintendência Jurídica, Cláudia Murta, apresentou a palestra “Construção de Equipes de Alta Performance: O Papel do Líder na Geração de Resultados”. Em sua abordagem, destacou a importância de enfrentar desafios com responsabilidade e visão prática.
“É preciso identificar os problemas e encarar os desafios. É necessário pensar em soluções para os casos do dia a dia, com a estrutura e realidade que temos. Isso é desenvolvimento, e pensar assim hoje é algo que o IgesDF tem feito de forma brilhante”, avalia a coordenadora.
Formação contínua
A assessora técnica da Gerência de Práticas Assistenciais do IgesDF, Juliana Trindade, ressalta a importância da qualificação constante na área da saúde. “A cada dia fica ainda mais evidente o quanto é essencial estarmos em constante aprendizado e atualização. A área da saúde exige isso de nós, não só tecnicamente, mas também na forma como lideramos, nos comunicamos e conduzimos nossas equipes”, ressalta.
O PDL contará com outros nove encontros, com a participação de gestores e assessores de todas as unidades administradas pelo IgesDF.
A analista do Núcleo de Cultura, Desenvolvimento e Comunicação Interna, Izabelle Fernandes, pontua que a iniciativa contribui para o alinhamento institucional. “Ele promove lideranças mais aliadas aos valores e aos objetivos da Instituição”, diz.
Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, o investimento na formação das lideranças fortalece a gestão e os resultados assistenciais. “Construímos uma gestão mais eficiente e orientada por resultados, onde cada decisão, cada processo e cada equipe convergem em mais cuidado qualificado para a população do Distrito Federal”, destaca.
CRÉDITOS:
Fotos: Ualisson Noronha/IgesDF 
Matéria: Ivan Trindade
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Saúde

Casos de catarata precoce em adultos mais jovens acendem alerta para sinais silenciosos da doença

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Crédito: Imagem de Freepik

 

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Condição tradicionalmente associada ao envelhecimento também pode surgir antes dos 60 anos e estar relacionada a fatores genéticos, doenças crônicas, uso prolongado de medicamentos e hábitos de vida

Embora seja frequentemente associada ao envelhecimento, a catarata também pode se desenvolver em pessoas mais jovens. O surgimento precoce da condição, caracterizada pela perda gradual da transparência do cristalino — lente natural dos olhos responsável por focar as imagens — tem chamado a atenção de especialistas, especialmente diante do aumento de fatores de risco relacionados ao estilo de vida e a determinadas condições de saúde.
A catarata precoce pode comprometer significativamente a qualidade de vida ao dificultar atividades cotidianas, como dirigir, ler, trabalhar e utilizar dispositivos eletrônicos. Entre os principais sintomas estão visão embaçada, aumento da sensibilidade à luz, dificuldade para enxergar à noite, alteração frequente no grau dos óculos e percepção de cores menos nítidas.
“A catarata é uma condição progressiva e nem sempre está relacionada apenas à idade avançada. Casos diagnosticados antes dos 60 anos podem estar associados a fatores genéticos, doenças sistêmicas, traumas oculares, uso prolongado de medicamentos e hábitos de vida inadequados”, explica a Dra. Bruna Ventura, médica oftalmologista do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE).
Entre as principais causas da catarata precoce estão o diabetes descompensado, o uso contínuo de corticoides, a exposição excessiva à radiação ultravioleta sem proteção adequada, o tabagismo e a alta miopia. Além disso, histórico familiar da doença e lesões nos olhos também aumentam o risco de desenvolvimento da condição.
“A adoção de medidas preventivas pode contribuir para reduzir o risco ou retardar o aparecimento da catarata. A manutenção de hábitos saudáveis e o controle adequado de doenças crônicas são fundamentais para preservar a saúde visual”, orienta a especialista.
Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, a catarata não pode ser tratada com colírios ou medicamentos. Atualmente, a cirurgia é a única forma eficaz de restaurar a visão comprometida pela doença. O procedimento consiste na remoção do cristalino opaco e na implantação de uma lente intraocular, sendo considerado seguro e com altos índices de sucesso.
“Consultas oftalmológicas regulares são essenciais em todas as fases da vida, especialmente para pessoas que apresentam fatores de risco ou percebem mudanças na qualidade da visão. A avaliação periódica permite identificar precocemente alterações oculares e iniciar o tratamento mais adequado para cada caso”, destaca a Dra. Bruna Ventura.

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