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Educação

Inteligência artificial chega aos concursos públicos; veja o que muda na hora de estudar

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Claudine Fernandes, reitora do Centro Universitário UniProcessus, explica como a tecnologia pode auxiliar candidatos na preparação e quais cuidados devem ser observados no uso das ferramentas de IA

A inteligência artificial tem ganhado espaço na rotina de quem se prepara para concursos públicos. Ferramentas capazes de criar cronogramas de estudo, gerar resumos, elaborar questões e simular provas passaram a integrar a estratégia de muitos candidatos em busca de maior produtividade e organização.

O avanço da tecnologia tem transformado a forma como os estudantes acessam conteúdos e revisam disciplinas. Com poucos comandos, é possível obter explicações sobre temas complexos, criar materiais personalizados e identificar pontos que exigem mais atenção durante a preparação.

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Para a reitora do Centro Universitário UniProcessus, Claudine Fernandes, a inteligência artificial pode ser uma importante aliada quando utilizada de maneira estratégica. “A tecnologia oferece recursos que ajudam o estudante a otimizar o tempo e organizar melhor sua rotina de estudos. Ferramentas de IA podem auxiliar na criação de resumos, simulados e revisões, tornando o aprendizado mais dinâmico e personalizado”, afirma.

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No entanto, a especialista alerta que a tecnologia não substitui a dedicação e o pensamento crítico do candidato. “A inteligência artificial deve ser utilizada como ferramenta de apoio. O estudante precisa verificar as informações recebidas, consultar fontes confiáveis e manter uma rotina consistente de leitura, resolução de questões e aprofundamento dos conteúdos exigidos nos editais”, explica.

Além da praticidade, a IA também tem sido utilizada para auxiliar no planejamento dos estudos. Plataformas e assistentes virtuais conseguem identificar dificuldades específicas, sugerir métodos de revisão e contribuir para uma preparação mais direcionada.

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Segundo Claudine Fernandes, o principal desafio está em encontrar equilíbrio entre tecnologia e aprendizagem. “O uso responsável da inteligência artificial pode potencializar o desempenho do candidato, mas a aprovação continua dependendo do conhecimento construído ao longo da preparação. A tecnologia facilita processos, mas não substitui o esforço, a disciplina e a capacidade de interpretação exigidos nas provas”, destaca.

Com a crescente presença da IA na educação, a tendência é que essas ferramentas se tornem cada vez mais comuns entre estudantes e concurseiros. Para especialistas, o diferencial estará na forma como cada candidato utiliza a tecnologia para complementar os estudos e não apenas para obter respostas

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Educação

Capacitação orienta profissionais do Hospital de Base sobre atendimento a pessoas com deficiência

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Capacitação orienta profissionais do Hospital de Base sobre atendimento a pessoas com deficiência

 

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Secretário da Pessoa com Deficiência compartilhou experiências e apresentou orientações para tornar o acolhimento mais acessível e humanizado

Como tornar o atendimento mais acolhedor para pessoas com deficiência? Essa foi a proposta de uma capacitação realizada nesta sexta-feira (19) no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A atividade reuniu profissionais da unidade para discutir comunicação acessível, inclusão e práticas que contribuem para um atendimento mais humanizado.
Convidado para conduzir o encontro, o secretário da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal, William Ferreira, compartilhou experiências pessoais e orientações sobre como pequenas mudanças na comunicação e na postura dos profissionais podem fazer diferença no atendimento.
“A conexão leva à empatia, que por sua vez leva ao respeito. A inclusão só acontece quando todos caminham juntos”, afirma.
Deficiente visual, William Ferreira participou da atividade acompanhado da assistente social Maria de Fátima Amaral e do ativista pelos direitos das pessoas com deficiência Igor Carvalho. Ao compartilharem suas vivências, eles destacaram que uma comunicação clara, respeitosa e adaptada às necessidades de cada pessoa é um dos principais caminhos para reduzir barreiras no atendimento.
“Nossa vida é pautada por uma comunicação adequada, mas não existem fórmulas prontas, porque cada pessoa tem necessidades diferentes. Muitas vezes, a maior barreira é a falta de informação. Por isso, é fundamental transmitir orientações de forma clara, simples e direta, além de buscar ajuda sempre que houver dificuldades na comunicação”, explica o secretário.
Para Igor Carvalho, o atendimento humanizado começa pela forma como as pessoas são recebidas.
“Não é apenas o que se fala, mas como se fala. A humanização, o respeito e a atenção às necessidades individuais fazem toda a diferença para quem busca atendimento”, ressalta.
A assistente social Maria de Fátima Amaral reforçou que a empatia deve orientar todas as relações.
“O importante é atender cada pessoa da forma como gostaríamos que nossos familiares fossem atendidos”, destaca.
Educação permanente
A capacitação foi idealizada pelo Núcleo de Educação Corporativa (Nudec), com apoio do Núcleo de Tecnologias Educacionais (Nuted), ambos vinculados à Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep). A atividade integrou as ações de educação permanente do Instituto e foi direcionada principalmente aos profissionais que atuam no atendimento ao público, como recepcionistas, equipes administrativas e trabalhadores da assistência.
Segundo o chefe do Nudec, Erik Cardoso, iniciativas como essa contribuem para qualificar o atendimento prestado aos pacientes.
“Especialmente na área da saúde, precisamos manter nosso olhar voltado para o paciente e garantir que cada pessoa tenha acesso ao cuidado de que necessita, com respeito, dignidade e acolhimento”, afirma.
O auxiliar de humanização do HBDF, Ailton Ferreira Júnior, destacou que a capacitação trouxe orientações que poderão ser aplicadas no dia a dia.
“Foi uma experiência muito enriquecedora para quem lida diariamente com o público. Além de ampliar nosso conhecimento, ajudou a esclarecer dúvidas e nos deixou mais preparados para oferecer um atendimento cada vez melhor”, comenta.
Como forma de ampliar o acesso ao conteúdo, o encontro foi transmitido ao vivo pelo canal do IgesDF no YouTube e permanece disponível para consulta.

 

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