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Esporte

De iniciante a apaixonado pelo esporte: corrida de rua impulsiona nova geração de atletas e movimenta eventos como o BOP Games

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Com cerca de 15 milhões de praticantes e um mercado que movimenta mais de R$ 1 bilhão por ano

Há pouco mais de um ano, Alex Duarte encarava seus primeiros três quilômetros de corrida como um desafio pessoal. Hoje, já acumula mais de 20 provas disputadas, percorre trajetos de até 15 quilômetros e faz parte de um movimento que transformou a corrida de rua em um dos maiores fenômenos esportivos do país. O crescimento da modalidade ajuda a explicar o sucesso de eventos como o BOP Games, que desembarca nos dias 4 e 5 de julho na Arena Mané Garrincha reunindo milhares de atletas e entusiastas do esporte. Atualmente, o Brasil conta com cerca de 15 milhões de corredores ativos, enquanto o mercado movimenta aproximadamente R$1,1 bilhão por ano.

A história de Alex ajuda a explicar por que a corrida de rua se tornou um dos maiores fenômenos esportivos do Brasil. Dados da Associação Brasileira de Organizadores de Corridas de Rua e Esportes Outdoor (ABRACEO) mostram que o número de provas oficiais saltou de 2.827 para 5.241 entre 2024 e 2025, um crescimento de 85% em apenas um ano.

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O avanço também aparece no número de praticantes. Atualmente, cerca de 15 milhões de brasileiros participam regularmente da modalidade, transformando parques, ruas e espaços públicos em pontos de encontro para quem busca qualidade de vida, saúde e novas conexões. “Comecei correndo três quilômetros sem imaginar que chegaria até aqui. A corrida mudou minha rotina, minha saúde e até meu círculo de amizades. Hoje, faço questão de participar das provas e viver esse ambiente que só cresce”, conta Alex.

É nesse cenário que eventos como o BOP Games ganham cada vez mais relevância. Marcado para os dias 4 e 5 de julho, na Arena Mané Garrincha, o festival reúne milhares de atletas e entusiastas em uma programação que vai muito além das competições tradicionais. A proposta é criar experiências esportivas para diferentes perfis de público, acompanhando uma tendência nacional que coloca o esporte no centro do entretenimento e do bem-estar.

Para Yan Rokas, organizador do evento, o crescimento das corridas de rua reflete uma mudança cultural que beneficia todo o ecossistema esportivo.

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“A corrida se tornou uma porta de entrada para muitas pessoas que antes não praticavam nenhuma atividade física. Quando alguém começa a correr, normalmente passa a se interessar por outras modalidades, por hábitos mais saudáveis e por experiências ligadas ao esporte. O BOP Games acompanha exatamente esse movimento”, afirma.

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Com mais de 30 modalidades esportivas, atrações culturais, experiências para toda a família e entrada gratuita, o BOP Games chega à sua segunda edição em Brasília em um momento em que o esporte vive uma das fases mais vibrantes dos últimos anos. E histórias como a de Alex Duarte mostram que essa transformação está acontecendo não apenas nas grandes competições, mas também na vida de milhares de brasileiros que encontraram na corrida uma nova paixão.

SERVIÇO:

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BOP Games Brasília 2026
Arena Mané Garrincha (Eixo Monumental – SRPN – Asa Norte, Brasília – DF)Acesso: Entrada dos Arcos Olímpicos
Data: 4 e 5 de julho de 2026
Horário: 8h às 20h
Atividades: competições esportivas, gastronomia, feira fitness, espaço kids, oficinas esportivas, aulões, treinos e atrações musicais
Ingressos/inscrições: bopgames.com.br/brasilia-2026
Mais informações: @bop.games

 

 

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Esporte

DRIBLE CERTO 3X3 NA 3ª ETAPA DO PAULISTA: MASCULINO É CAMPEÃO E FEMININO GARANTE O VICE-CAMPEONATO

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Com os resultados, ambas as equipes carimbaram o passaporte para a Etapa 2 Sudeste do Campeonato Brasileiro da CBB e seguem na liderança do Estadual.

 

SÃO PAULO – No último domingo, dia 14 de junho, a equipe Drible Certo 3×3 entrou em quadra pela terceira etapa do Campeonato Paulista de Basquete 3×3, disputada nas categorias adultas (masculina e feminina). O saldo do final de semana não poderia ser mais positivo: um título invicto no mata-mata para os homens, o vice-campeonato para as mulheres e a classificação de ambas as equipes para a Etapa Sudeste do Campeonato Brasileiro da CBB.

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MASCULINO AVASSALADOR E O GRITO DE CAMPEÃO – A categoria adulta masculina do Drible Certo teve uma caminhada impecável na fase eliminatória, superando a pressão de jogar contra os donos da casa. Nas quartas de final, a equipe eliminou o forte time do CT 3×3. Na semifinal, em um jogo eletrizante, bateu a equipe de Diadema 3×3.

A consagração veio na grande final contra a tradicional equipe de Santos. Com um basquete coletivo e intenso, o Drible Certo venceu o confronto, garantiu a medalha de ouro da etapa e carimbou a vaga para o torneio nacional da CBB.

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FEMININO CUMPRE META E MANTÉM LIDERANÇA – No feminino, o DC atingiu o seu objetivo principal: classificar-se para a etapa regional do Campeonato Brasileiro. A equipe fez uma campanha sólida e chegou a mais uma final.

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Apesar de sofrerem o primeiro revés da temporada ao serem superadas pelo Centro Olímpico na decisão, as atletas garantiram a medalha de prata. O resultado mantém as mulheres do Drible Certo no topo da tabela geral do Estado.

“Foi um campeonato de alto nível, em que tivemos bom controle emocional e técnica para decidir as partidas nos momentos exatos. Jogar contra grandes adversários, na casa deles, é sempre uma tarefa difícil. Mas tivemos a força do grupo como protagonismo e conquistamos mais um título”, destaca o coordenador do Drible Certo, Léo Willians.

 

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*Saiba mais: https://www.futuroscraques.org/
www.instagram.com/driblecerto3x3
www.instagram.com/institutofuturoscraques

 *Sobre o Drible Certo 3×3 – Gerido pelo Instituto Futuros Craques, o Drible Certo 3×3 no Mundo é um projeto focado no basquete 3×3, que une performance esportiva a valores de cidadania e inclusão social através do esporte multidisciplinar. Projeto desenvolvido junto à Secretaria de Esportes do Governo do Estado de São Paulo, e Lei de Incentivo ao Esporte. Em 2025, patrocínio da Havan, apoio NAR e Overtime.

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Assessoria de Imprensa
Vanessa Struckl (61) 98536.3112
vanessa@prbrasilia.com.br
PR Brasília Comunicação

 

*Fotos Fed. Paulista de Basketball

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Epreendedorismo24/06/2026

Para quem sobrevive ao episódio, a reabilitação torna-se fundamental. No HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o ambulatório de fisioterapia oferece atendimento especializado em Neurofuncional Adulto e recebe, em sua maioria, pacientes que sofreram AVC. “Recebemos pacientes em diferentes fases da recuperação. Quando o encaminhamento ocorre ainda na fase aguda, as chances de evolução costumam ser maiores. Já aqueles que chegam após um período mais longo podem apresentar sequelas mais consolidadas, o que torna o processo de reabilitação mais desafiador”, explica Michelle Xavier da Silva, fisioterapeuta responsável pela área. O acesso ao tratamento ocorre por meio do Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Antes do início das sessões, cada paciente passa por uma avaliação individualizada, que orienta a definição do plano terapêutico. “O tratamento é construído a partir das dificuldades que mais impactam a rotina daquela pessoa. Algumas precisam voltar a permanecer em pé, outras necessitam recuperar força muscular ou melhorar a capacidade de caminhar. Tudo é direcionado às necessidades de cada caso”, afirma Michelle. O ambulatório conta com barras paralelas, escadas, rampas, faixas elásticas, bicicletas adaptadas e equipamentos de estimulação muscular, utilizados para auxiliar na recuperação funcional. Foi esse acompanhamento que passou a fazer parte da vida de Joana Darc Vigilato, 61 anos, após sofrer um AVC em abril deste ano. Atualmente na sexta sessão de fisioterapia, ela já apresenta avanços que surpreendem a família. “Tudo o que ela faz aqui a gente repete em casa. Minha mãe é muito guerreira. Já teve restaurante, salão de beleza, lavou roupa para fora, sempre foi muito ativa. É impressionante o quanto ela evoluiu em menos de três meses”, relata a filha, Francimar Santos. Desafios além da recuperação física A recuperação de um AVC depende muito do tratamento. Por isso, para que os pacientes não interrompam a frequência da fisioterapia, a equipe do HRSM orienta familiares e cuidadores sobre exercícios e estratégias que podem ser realizados em casa, contribuindo para a continuidade do processo de reabilitação. “Às vezes, o familiar precisa faltar ao trabalho ou reorganizar toda a rotina para garantir a continuidade do acompanhamento. Isso pode comprometer a evolução do paciente”, destaca Michelle. Como acessar o serviço O usuário ou seu responsável deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de casa e, com o encaminhamento médico, solicitar a inclusão na regulação da SES-DF. Após a convocação, o tratamento é iniciado em ciclos de dez sessões, realizadas uma ou duas vezes por semana. Caso seja necessária a continuidade do acompanhamento, o paciente deve retornar à UBS para nova avaliação médica e emissão de outro encaminhamento.

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