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Homens x Mulheres: quem tem mais sucesso nos exames de habilitação?

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Motoristas mulheres têm maior índice de aprovação em testes de habilitaçãoFoto: Arquivo Pessoal / Reprodução

Pesquisa determina qual gênero tem maior índice de aprovação nos testes para conquistar a CNH

Paula BarretoPaula Barreto

Seja por gosto ou necessidade, conquistar a primeira habilitação é uma grande satisfação para homens e mulheres. Mas, afinal, qual dos dois grupos é mais bem sucedido no processo para se tornar habilitado e receber a tão desejada CNH?

Veja o que dizem os dados da Coordenadoria de Gestão de Trânsito de Minas Gerais (CET-MG), da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

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Estado de Minas Gerais tem mais mulheres aprovadasmulher dirigindo carro olhando para o retrovisor interno

Apesar de sofrerem preconceito, mulheres estão presentes no trânsito e dirigem melhorFoto: Reprodução

Segundo pesquisa, Minas Gerais conta, atualmente, com mais de 2,7 milhões de mulheres habilitadas. Considerando o total de pessoas aprovadas nos exames de direção da primeira habilitação na categoria B, realizados no estado em 2023, o número de mulheres chega a 54%.

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Ao todo, o estado tem mais de 8 milhões de condutores habilitados, sendo que 34% são mulheres. Em relação às categorias, os números de mulheres condutoras são:

  • Categoria A: 152.432;
  • Categoria B: 2.117.735;
  • Categoria C: 1.825;
  • Categoria D: 19.028 e
  • Categoria E: 939.
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O que quer dizer cada categoria de habilitação?

Mulher motorista segurando a chave dentro de um carro de cor prata
Categoria B tem maior adesão de mulheres que outras opçõesFoto: Freepik/Divulgação

No Artigo 143, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) especifica ao que corresponde cada uma das categorias de habilitação, são elas:

  • Categoria A – condutor de veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral;
  • Categoria B – condutor de veículo motorizado, não abrangido pela categoria A, cujo peso bruto total não exceda a 3.500 kg e cuja lotação não exceda a oito lugares, excluído o do motorista;
  • Categoria C – condutor de veículo abrangido pela categoria B e de veículo motorizado utilizado em transporte de carga cujo peso bruto total exceda a 3.500 kg;
  • Categoria D – condutor de veículo abrangido pelas categorias B e C assim como de veículo motorizado utilizado no transporte de passageiros cuja lotação exceda a oito lugares, excluído o do motorista (Redação dada pela Lei nº 14.440, de 2022);
  • Categoria E – condutor de combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada tenha 6.000 kg ou mais de peso bruto total, ou cuja lotação exceda a oito lugares.
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Fonte: Correio Brasiliense
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Exposição solar requer cuidados para prevenir doenças oculares

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O verão estimula as demandas por passeios ao ar livre com uma maior exposição aos raios solares. A ampliação do tempo sob o sol, sem os devidos cuidados de proteção, acarreta riscos para o câncer de pele e também as doenças oculares comprometedoras da mácula.

A mácula é a área principal da retina, responsável pela visão central, as cores e os detalhes finos dos objetos, sendo essencial para as atividades diárias, como leitura, dirigir e reconhecer rostos.

A radiação ultravioleta (UV) e a luz azul do sol causa problemas, penetrando nos olhos e danificando as proteínas do cristalino e as células da retina. De acordo com a oftalmologista e diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, todos os danos são considerados cumulativos, provocando condições como a degeneração macular e a retinopatia solar.

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A degeneração é uma patologia grave, um dos principais motivos para a cegueira irreversível, entre indivíduos acima de 50 anos. A condição leva a perda progressiva da visão central com o estresse oxidativo, desencadeado pela radiação UV, responsável pelo desequilíbrio e danos. Os sintomas incluem a perda da visão central, visão embaçada, comprometimento para enxergar detalhes, dificuldade para adaptar-se à luz – ocorrendo de maneira lenta – e leva à distorção de linhas retas.

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Já a retinopatia solar, dano à retina por exposição solar prolongada, gera queimadura das células. A ocorrência se dá, principalmente, quando o contato é de maneira direta, ou seja, ao observar o sol, eclipses e, até mesmo, uma soldagem sem a devida proteção.

As vítimas reclamam de visão embaçada, ponto cego central, distorção na visão, alterações na percepção das cores e dor de cabeça. A perda da visão é uma possibilidade, identificada em casos graves. Os incidentes regulares requerem uma recuperação de três a nove meses.

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A recomendação de Juliana é atenção aos cuidados oculares e proteção, principalmente, durante dias mais ensolarados. A segurança é feita com o uso de óculos adequados, sendo os escuros, os mais indicados.

O ideal é as lentes apresentarem 100% de segurança contra os raios UV e ainda filtro para luz azul, emitida pelo sol e por dispositivos eletrônicos. Os horários de pico, ou seja, em que a exposição solar é mais forte e com grande radiação, devem ser evitados, especialmente, entre as 10h e 16h.

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Gabrielle Silva
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(32) 99114-5408

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