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Saúde

Miomas afetam quase 50% das mulheres em idade fértil. Veja sintomas

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Miomas são tumores uterinos benignos, mas o tratamento pode levar à retirada do útero. Saiba como identificar a doença

Julho é o mês de conscientização sobre os miomas, tumores uterinos benignos formados por tecido muscular. Segundo dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a doença atinge quase 50% das mulheres em idade fértil no Brasil.

Conhecidos também como leiomiomas, o seu desenvolvimento tem causas desconhecidas. No entanto, sabe-se que o crescimento depende de fatores hormonais, diminuindo de tamanho após a menopausa. Eles podem ser únicos ou múltiplos, bem pequenos ou até atingir enormes volumes.

Sintomas dos miomas

Na maioria dos casos, as mulheres não apresentam sintomas. Mas, quando há sinais, os mais comuns são:

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  • Sangramento intenso durante o período menstrual;
  • Ciclo menstrual mais longo;
  • Cólicas pélvicas;
  • Constipação;
  • Dor durante a relação sexual;
  • Aumento da frequência urinária;
  • Aumento de volume abdominal;
  • Sensação de peso na pelve.
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Fonte: Metrpoles
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Saúde

Corpo inflamado: exames periódicos e hábitos auxiliam no controle da condição

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Mesmo sem sintomas evidentes, marcadores específicos e avaliação clínica permitem identificar alterações e prevenir quadros crônicos.

 

A inflamação é uma resposta natural do organismo a infecções, lesões ou outros agentes externos. O processo, que envolve a atuação de células de defesa para restaurar o equilíbrio do corpo, costuma ser agudo e benéfico para a cura. Quando, no entanto, esse processo se mantém ativo por longos períodos, pode evoluir para um quadro crônico, associado ao desenvolvimento de diversas doenças.

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Os principais sintomas

 

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O corpo inflamado nem sempre apresenta sinais evidentes, mas pode se manifestar por meio de sintomas como dores generalizadas, fadiga constante, alterações no sono, intestino desregulado, ansiedade, baixa imunidade e mudanças de humor. Em alguns casos, também podem surgir sinais como ganho de peso e alterações na coloração da urina.

 

Segundo Josie Velani Scaranari, clínica médica do Sabin Diagnóstico e Saúde, a ausência de sintomas claros não descarta a presença de inflamação. Por isso, para um diagnóstico adequado, a orientação é a realização de exames laboratoriais periódicos.

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“Os principais exames que indicam esse tipo de reação são a proteína C-reativa (PCR) e a velocidade de hemossedimentação (VHS), que funcionam como marcadores inflamatórios, além do hemograma completo, que permite avaliar alterações nas células de defesa, como o aumento de leucócitos”, explica Josie.

 

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Segundo a médica, outros exames, como a hemoglobina glicada e o painel de coagulação, também podem ser solicitados para investigar condições associadas e compreender melhor o estado geral de saúde do paciente.

 

A identificação precoce pode evitar a progressão para quadros crônicos e o impacto em diferentes sistemas do organismo, como o cardiovascular, metabólico e imunológico. “Por isso, realizar avaliações periódicas e manter um acompanhamento médico permite detectar alterações, monitorar a evolução do quadro e, assim, orientar o paciente de forma mais segura e assertiva”, afirma a especialista.

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Prevenção

 

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Para Josie, o controle da inflamação está diretamente relacionado ao estilo de vida. “Manter uma rotina de sono adequada, com cerca de sete a oito horas por noite e moderar o consumo de alimentos ultraprocessados e a ingestão de bebidas alcoólicas ajudam na manutenção de um organismo saudável e equilibrado”, diz.

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Além disso, a médica chama atenção para a prática regular de atividade física, a hidratação adequada e a adoção de uma alimentação rica em frutas, vegetais e alimentos com propriedades anti-inflamatórias, como vegetais folhosos, frutas cítricas, peixes ricos em ômega-3 e especiarias como cúrcuma e gengibre. “E, quando necessário, a suplementação orientada por profissionais de saúde também contribuem para a regulação do organismo”, completa.

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CRÉDITOS:

Foto: Freepik

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