Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Saúde

Miomas afetam quase 50% das mulheres em idade fértil. Veja sintomas

Publicado em

FreePik

Miomas são tumores uterinos benignos, mas o tratamento pode levar à retirada do útero. Saiba como identificar a doença

Julho é o mês de conscientização sobre os miomas, tumores uterinos benignos formados por tecido muscular. Segundo dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a doença atinge quase 50% das mulheres em idade fértil no Brasil.

Conhecidos também como leiomiomas, o seu desenvolvimento tem causas desconhecidas. No entanto, sabe-se que o crescimento depende de fatores hormonais, diminuindo de tamanho após a menopausa. Eles podem ser únicos ou múltiplos, bem pequenos ou até atingir enormes volumes.

Sintomas dos miomas

Na maioria dos casos, as mulheres não apresentam sintomas. Mas, quando há sinais, os mais comuns são:

Advertisement
  • Sangramento intenso durante o período menstrual;
  • Ciclo menstrual mais longo;
  • Cólicas pélvicas;
  • Constipação;
  • Dor durante a relação sexual;
  • Aumento da frequência urinária;
  • Aumento de volume abdominal;
  • Sensação de peso na pelve.
Leia Também:  Concurso PMDF: Celina Leão consultará TCDF sobre correção de redações de mulheres

Leia mais no site Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.

Receba notícias do Metrópoles no seu Telegram e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal: https://t.me/metropolesurgente.

Fonte: Metrpoles
COMENTE ABAIXO:

Saúde

Sangramentos e dores persistentes podem ser sinais de cânceres ginecológicos

Published

on

No Setembro em Flor, oncologista aponta sinais que não devem ser ignorados e reforça a importância da vacinação e dos exames preventivos
 
Alterações no ciclo menstrual, dor pélvica persistente, aumento do volume abdominal e mudanças urinárias ou intestinais podem parecer problemas comuns, mas também estão entre os sinais associados aos cânceres ginecológicos. A orientação é não banalizar mudanças persistentes no organismo.
Promovido pelo Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA), o Setembro em Flor 2026 tem como tema “O Futuro é Agora” e reforça a prevenção, o diagnóstico precoce e o acesso ao tratamento.
No Brasil, o câncer do colo do útero permanece entre os de maior impacto na saúde feminina. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 19.310 novos casos por ano no triênio 2026–2028. Para o coordenador da Oncologia do Hospital Anchieta Taguatinga, Caio Neves, os números reforçam a importância de observar alterações que fogem do padrão habitual de cada mulher.
“Qualquer sangramento vaginal fora do padrão merece investigação. Sangramento após a relação sexual, entre as menstruações ou depois da menopausa, assim como dor pélvica persistente e distensão abdominal, são sinais que precisam ser avaliados”, orienta.
Quando os sinais são discretos
 
Nem todos os tumores ginecológicos apresentam manifestações claras no início. O câncer de ovário, por exemplo, pode provocar sintomas vagos, como distensão e dor abdominal, alterações intestinais ou urinárias, perda de apetite e cansaço. Além disso, não há atualmente um método de rastreamento eficaz recomendado para mulheres assintomáticas da população geral.
Segundo o médico, esses sintomas não significam necessariamente câncer. No entanto, alterações persistentes ou diferentes do habitual devem ser investigadas, em vez de serem atribuídas apenas à idade, à menopausa, a infecções ou a alterações hormonais.
Vacinação e prevenção
 
A infecção persistente por tipos oncogênicos do HPV está associada a quase todos os casos de câncer do colo do útero. O vírus também está relacionado a tumores de vulva e vagina, ampliando a importância da vacinação.
O especialista explica que a imunização é uma ferramenta de prevenção do câncer, mas não substitui o rastreamento. As duas estratégias são complementares e têm papéis diferentes no cuidado com a saúde da mulher.
Novas possibilidades de tratamento
Imunoterapia, terapias-alvo, avaliação molecular dos tumores e técnicas cirúrgicas menos invasivas têm ampliado as possibilidades de tratamento. No câncer de ovário, por exemplo, alterações em genes como BRCA podem ajudar a definir estratégias específicas, enquanto biomarcadores também têm ganhado importância no câncer de endométrio.
“Hoje temos mais ferramentas para tratar, controlar e, em muitos casos, curar esses tumores. Mas o maior ganho continua sendo chegar ao diagnóstico no momento certo”, pontua Caio Neves.
COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Documentário resgata tradição cultural de mulheres 'amazônidas'
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA