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Saúde

Vale a fama? Entenda como o whey protein te ajuda a queimar gordura

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Unsplash

O whey protein é rico em aminoácidos essenciais, vitaminas e antioxidantes, auxiliando na imunidade, saciedade e até no emagrecimento

Um produtinho fit que vem ganhando ascensão na ciência é a proteína do soro do leite, conhecida como whey protein. Esse composto pode ser considerado um item saudável por conter aminoácidos essenciais, vitaminas, minerais e antioxidantes, auxiliando na imunidade, saciedade e até no emagrecimento.

Getty ImagesMulher bebendo whey protein em coqueteleira - Metrópoles
O whey protein é, de fato, aliado da boa forma

Para quem quer perder gordura, seguindo um planejamento alimentar adequado com a prática de atividade física regular, ele pode ser aquela cerejinha do bolo que vai dar um empurrãozinho no objetivo. A forma que ele auxilia se deve justamente pelas dietas com maior teor de proteínas ajudarem na redução da gordura.

As proteínas fornecem mais saciedade, previnem a perda muscular e estimulam o gasto energético diário, favorecendo as dietas baixas em calorias.

O whey pode ser uma opção prática para ajudar a complementar o valor de proteína nas refeições em que você não consegue atingir a quantidade ideal do nutriente. É comum que as pessoas tenham dificuldade de ingerir proteínas em refeições específicas, como nos lanches fora de casa. Assim, utilizar o whey é uma forma prática de atingir a necessidade proteica, mantendo a qualidade da dieta.

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A gordura abdominal é perigosa Getty Images

Mas antes de sair ingerindo whey sem orientações, é necessário ter em mente que você precisa saber a sua necessidade proteica diária, que é calculada utilizando o peso. Além da quantidade proteica diária, é necessário que essa quantidade esteja fracionada em pelo menos três refeições.

Com a quantidade de proteína bem estabelecida, é viável que a perda de gordura ocorra de forma mais eficiente em relação àqueles que estão falhando na ingestão desse nutriente. Por isso, se está com dificuldade de ingerir proteínas, converse com seu nutricionista sobre a possibilidade de incluir suplementos proteicos na rotina.

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(*) Thaiz Brito é nutricionista pós-graduanda em Nutrição Esportiva Clínica

Fonte: Metropoles
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Saúde

3 EM CADA 4 PROFESSORES SOFREM VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA E SE AFASTAM DA SALA DE AULA

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Os professores brasileiros pedem socorro. Os desafios em sala de aula aumentam diariamente, sobretudo, com a crescente onda de violência em que  três a cada quatro docentes de Minas Gerais e São Paulo sofram com a violência psicológica, segundo a pesquisa “Desafios e Boas práticas para promoção de Saúde mental nas Escolas”, feita pela Universidade Federal de São Paulo e a Fundación Mapfre.

O problema é alarmante, apesar de não ser novo. No geral, 62% dos entrevistados são mineiros e os outros 38%, paulistas, expostos, não apenas à violência psicológica, como também, à física, nem sempre praticada apenas pelos alunos, como também, por pais insatisfeitos.

A PHD em neurociências, psicopedagoga e professora, Ângela Mathylde Soares, afirma que a situação impede que os docentes continuem atuando nas escolas, obrigando os mesmos a se afastarem das salas para cuidar da saúde mental e, consequentemente, do corpo, pois quando a mente não está saudável, o organismo sofre. Uma pesquisa da Universidade de Campinas (Unicamp) apontou a seriedade do quadro, identificando que até 72% dos docentes participantes já lidaram com sinais de esgotamento ou colapso mental.

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Um levantamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), com base em dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mostra que, em 2025, 65.123 afastamentos de educadores ocorreram por questões mentais, destacando os transtornos de ansiedade, depressão e burnout, conhecido por ser incapacitante.

O crescimento da violência contra os professores também é reflexo da qualidade da saúde mental dos brasileiros, uma vez que o país foi considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o mais ansioso do mundo, com aproximadamente 9,3% da população sofrendo deste mal. O índice corresponde a mais que o dobro da média mundial (3,4%).

O Brasil também sofre com elevadas taxas de depressão, doença considerada o mal do século. Ainda segundo a OMS, o país é o mais depressivo na América Latina, ocupando o 5° lugar no ranking global, segundo as estimativas, cerca de 5,8 a 10% da população sofrem com a patologia.

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Para Ângela, é inevitável não pensar que as situações de violência em sala são decorrentes de um problema nacional, acumulando ainda a falta de valorização da profissão, que não tem o devido reconhecimento social.

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A melhor forma de cuidar da saúde mental não se dá com ataques a indivíduos para descontar a raiva, insatisfação e frustração e, sim, através da procura por atendimento psicológico, com profissionais preparados para escutar e orientar a busca por melhor qualidade de vida e conforto mental.

 

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Foto: Divulgação

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